O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A nave estava marcada para ser lançada na segunda-feira passada, mas foi adiada por conta de um problema técnico
O bilionário Elon Musk volta aos holofotes nesta quinta-feira (20), com o lançamento do maior foguete da história. A SpaceX programou para hoje o primeiro voo orbital da Starship, a nave espacial mais poderosa da história, que aconteceu por volta das 10h30.
Acontece que, logo após o foguete ser lançado, as câmeras registraram uma faísca no céu e a nave explodiu, de acordo com o jornal The New York Times. A empresa afirmou que houve uma "desmontagem não programada" na Starship.
Depois da explosão, a SpaceX interrompeu a transmissão oficial. "Como se o teste de voo não fosse emocionante o suficiente, a Starship experimentou uma rápida desmontagem não programada antes da separação da base", afirmou a empresa, no Twitter.
Confira o momento da explosão:
O fundador da empresa também parabenizou a equipe da SpaceX pelo lançamento. "Aprendi muito para o próximo lançamento de teste em alguns meses", tuitou Elon Musk.
Leia Também
Inicialmente, a nave Starship estava marcada para ser lançada no sul do Texas, nos Estados Unidos, na segunda-feira passada. Porém, a missão acabou sendo adiada por conta de um problema técnico na pressurização no propulsor do foguete.
No início da semana, a transmissão ao vivo havia acabado de bater 1 milhão de pessoas acompanhando o lançamento quando anunciaram o cancelamento — a poucos segundos da contagem regressiva.
Vale destacar que a explosão do foguete acompanhada nesta quinta-feira não é a primeira vivenciada por Elon Musk.
Em julho do ano passado, o bilionário assistiu de camarote a explosão de um foguete na fábrica da SpaceX.
O incidente ocorreu no sul do Texas, quando um foguete de propulsão desenvolvido pela SpaceX para a espaçonave de última geração Starship pegou fogo durante teste de solo. Não há relato sobre feridos.
Segundo a agência Reuters, a falha ocorreu no meio de uma campanha de testes de fogo estático de um dia do booster, equipado com uma série de 33 motores Raptor para uso em um próximo voo de teste orbital.
Criada pela SpaceX de Elon Musk, a Starship pretende transportar pessoas e cargas em futuras missões à Lua e, eventualmente, até Marte.
A empresa do bilionário estima que a nave poderá transportar até 100 pessoas em voos e ajudar no desenvolvimento de uma base na Lua.
No primeiro voo de teste programado para, porém, a Starship será parte de uma missão não tripulada.
De acordo com a AFP, o lançamento será feito a partir da base espacial da SpaceX em Boca Chica, no sul do Texas.
A ideia é que o propulsor de foguete dê impulso para a espaçonave Starship deixar a plataforma terrestre.
Após o lançamento, a nave deverá sobrevoar o Golfo do México e seguir na órbita terrestre. Depois de dar uma volta no planeta, a Starship sairá da órbita terrestre e voltará para a atmosfera.
Se a missão-teste for bem-sucedida, será possível programar viagens espaciais mais longas no futuro.
"Com um teste como este, o sucesso será medido por quanto podemos aprender, o que informará e melhorará a probabilidade de sucesso no futuro, à medida que a SpaceX avança rapidamente no desenvolvimento da Starship", afirma a empresa.
*Matéria atualizada às 11h31 para incluir as informações sobre a explosão.
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026