O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Oferta de debêntures conversíveis em ações pode chegar a R$ 400 milhões e acontece após a Sequoia conseguir aval dos credores para suspender o pagamento de juros devidos para este mês
A empresa de logística Sequoia (SEQL3) abriu o capital em uma oferta pública inicial de ações (IPO) na B3 em outubro de 2020 com uma promessa que parecia irresistível: pegar carona no avanço do e-commerce, que apresentava um crescimento massivo em plena pandemia.
De fato, o começo da trajetória da companhia foi arrasador. Menos de quatro meses após o IPO, as ações da Sequoia chegaram a registrar uma valorização de mais de 140%. A empresa então aproveitou para fazer uma nova oferta de ações e ainda tomou dívida para acelerar os planos.
Só que tudo começou a dar errado com a alta da taxa básica de juros (Selic), que derrubou o resultado das varejistas online e de quem opera no ramo, como a Sequoia. A "pá de cal" veio com a fraude da Americanas, que secou as linhas de capital de giro.
É nesse cenário que a Sequoia anunciou uma oferta de debêntures conversíveis em ações, que pode chegar a R$ 400 milhões.
A operação acontece logo depois de a companhia conseguir aval dos credores para suspender o pagamento de juros devidos para este mês.
Com isso, a agência de classificação de risco S&P Global rebaixou a nota para a companhia para "SD" — ou "calote seletivo".
Leia Também
A intenção da Sequoia é trocar a dívida atual pelas novas debêntures, que vão render 1% ao mês até a conversão.
Além dos credores, os acionistas da Sequoia possuem prioridade para investir na oferta, que será cancelada se não alcançar uma demanda de pelo menos R$ 200 milhões. O Santander é o banco coordenador da operação.
O problema é que a crise derrubou as ações da companhia, que agora amargam uma desvalorização de 95% em relação ao IPO. Na comparação com o melhor momento na B3, a queda dos papéis chega aos 98%.
Os investidores poderão converter as debêntures em ações da Sequoia a qualquer momento ou na data de vencimento, definida em 29 de dezembro de 2024.
A empresa definiu o preço de conversão das debêntures em ações em R$ 1,25, o que representa um ágio de 136% em relação às cotações atuais.
No pregão desta quarta-feira, os papéis da Sequoia (SEQL3) operavam em queda de 1,89% por volta das 12h40. A empresa vale pouco mais de R$ 100 milhões na B3.
Por fim, vale destacar que o anúncio da captação de recursos com a emissão de debêntures conversíveis em ações acontece menos de seis meses após a Sequoia fazer um aumento de capital de quase R$ 100 milhões.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos