O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Reag Investimentos atingiu 25% de participação na GetNinjas, o que obriga a realização de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) de ações para todos os acionistas
O futuro da GetNinjas (NINJ3) ganhou novos contornos nesta semana, depois que a acionista Reag Investimentos comprou mais ações e atingiu a participação de pouco mais de 25% na companhia, o que, segundo o estatuto dela, obriga a realização de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) de ações.
Mas a troca de farpas entre as duas empresas sobre a OPA continua - a poucos dias também de uma assembleia de acionistas que irá decidir sobre a proposta de redução de capital da GetNinjas - e evidencia as discordâncias entre a administração e seus principais acionistas.
A GetNinjas recebeu uma carta da Reag Investimentos - divulgada em fato relevante nesta sexta-feira (13) - na qual a gestora acusa a administração da GetNinjas de fazer insinuações e tentar induzir o mercado a erro ao apresentar um contexto distorcido sobre os fatos recentes.
Isso porque, na visão da Reag, a companhia insinuou intencionalmente que há um acordo entre a Reag, a Arc Capital e a Wealth High Governance (WHG), em um possível acordo de acionistas não declarado.
A suposta insinuação foi feita na última quarta-feira (11) em um pedido de esclarecimento da GetNinjas aos acionistas sobre o alcance da fatia de 25%.
“Este tipo de ilação prejudica o mercado e tira valor da empresa. As inverdades e as insinuações se tornam ainda mais graves ao considerar a proximidade da Assembleia Geral da Companhia, agendada para o próximo dia 23 de outubro”, disse ainda a Reag na carta.
Leia Também
A gestora reiterou que não tem nenhum acordo com as outras duas gestoras e que a atitude da GetNinjas só reforça a insatisfação com a administração.
A Reag já tinha se colocado contra a redução de capital proposta pela administração e disse não saber quais serão os votos da Arc Capital e WHG, embora saiba que a expectativa é que elas também não aprovem a operação.
A GetNinjas, por sua vez, respondeu afirmando que “refuta as inverídicas ilações” feitas pela Reag e que vem atuando “em estrita observância a seus deveres fiduciários” para manter acionistas e mercado informados sobre movimentações na base acionária.
A companhia ainda explicou que, logo após ter mandado o pedido de esclarecimento aos acionistas, recebeu a informação de que fundos sob gestão da Reag compraram ações até atingir cerca de 25% do capital, o que foi divulgado ao mercado.
A GetNinjas também reafirmou que a assembleia do dia 23 está mantida, após o colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) negar pedido da Reag para cancelar o evento.
Por fim, lembrou que a gestora tem até 60 dias para apresentar a oferta de aquisição das ações da empresa, independente do resultado final da assembleia.
Apesar do clima quente entre a gestão da GetNinjas e os acionistas, a confirmação da OPA na última quarta-feira (11) à noite levou a uma reação positiva das ações no pregão de hoje (13).
Os papéis disparavam mais de 17%, a R$ 4,93, por volta das 14h50. O volume negociado era de R$ 40 milhões, quase quatro vezes maior do que o volume do último pregão.
A Reag disse que já prepara a operação e vai enviar ao conselho de administração da empresa uma proposta de convocação de uma assembleia para discutir a destituição do atual conselho, com eleição de novos membros.
Segundo a gestora, a fatia de 25% era visada para que tenha "influência na administração da companhia" e possa submeter à análise do conselho a sua "visão sobre os negócios da Getninjas, bem como oportunidades de aquisição de negócios".
Sobre a assembleia do dia 23, que vai decidir sobre a redução de capital, caso ela seja aprovada colocaria o equivalente a R$ 4,40 por ação no bolso dos acionistas, somando R$ 223,5 milhões.
A justificativa para a redução é que o conselho da GetNinjas considera o capital que possui atualmente excessivo. Em outras palavras, é como se a empresa reconhecesse que não tem o que fazer com o dinheiro. A companhia contava com R$ 270 milhões em caixa no fim do segundo trimestre.
Recentemente, o CEO e fundador da empresa, Eduardo L’Hotellier, já decidiu se preparar para a batalha na assembleia de acionistas e comprou mais ações, passando a deter 20,14% do capital da empresa que conecta clientes e prestadores de serviços.
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3