O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na avaliação da equipe do banco, a JBS (JBSS3) deve ser afetada pelas condições mais deterioradas do mercado americano nos próximos meses
Uma das vantagens do setor de proteínas com certeza é a possibilidade de operar em diversas partes do mundo. De olho nas diferentes oportunidades geográficas, o JP Morgan decidiu cortar a recomendação da JBS (JBSS3) e elevar a da Minerva (BEEF3), já que as margens do segmento estão mais apertadas nos Estados Unidos e conforme a reabertura da China.
Assim, a recomendação da JBS caiu de compra para neutra, com preço-alvo reduzido de R$ 54,00 para R$ 26,00 para dezembro deste ano — potencial de alta de 16% se considerado o fechamento desta quarta-feira (11).
A mudança é justificada pela atual situação do mercado norte-americano, já que as margens da carne bovina e de frango ainda devem se deteriorar nos próximos meses. Especificamente para o primeiro grupo, os analistas enxergam um ciclo mais fraco por mais tempo.
Segundo o relatório, ainda que a JBS seja uma empresa forte e diversificada em seus negócios, há excesso de oferta, uma dinâmica de consumo ainda fraca e intensa pressão de custos.
Já a Minerva (BEEF3) teve sua recomendação elevada para compra de olho na recuperação do preço da carne bovina para exportação. Segundo a equipe, os valores já atingiram seu nível mais baixo e podem se beneficiar da reabertura da China.
Os analistas do banco também acreditam que a Minerva terá margens melhores nos próximos meses diante do aumento da disponibilidade de gado.
Leia Também
Para ela, o preço-alvo fixado para dezembro de 2023 passou de R$ 15,00 para R$ 17,00 — potencial de valorização de 17,3%.
O relatório também traz comentários mais breves sobre as demais empresas do setor, como BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3).
No caso da primeira, a recomendação permanece neutra, já que a empresa ainda deve apresentar resultados fracos nos próximos meses, com forte pressão dos custos e demanda fraca.
Para a Marfrig, a equipe de analistas aponta que os níveis de preço atuais são bastante justos e por isso a recomendação é neutra, com atenção também para o mercado dos Estados Unidos.
Após as revisões feitas pelo JP Morgan, as ações do setor reagiram no pregão desta quarta-feira (11).
Os papéis da JBSS3 recuaram 1,06%, cotados a R$ 22,41. Na mesma direção, a BRF caiu 6,62% pouco depois, a R$ 8,46.
Já a Minerva (BEEF3) fechou com alta de 7,73%, cotada a R$ 14,49. A Marfrig (MRFG3) subiu 0,70%, a R$ 8,64.
A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2). A GPT, empresa com sede global em Illinois, nos EUA, propôs pagar R$ 11 por ação da companhia de armazenamento de grãos. […]
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou