🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

Prejuízo

No vermelho, São Carlos (SCAR3), empresa de imóveis de Lemann, vende mais de R$ 250 milhões em ativos – e não vai parar tão cedo

Em três meses, a companhia já levantou mais receita com a venda de ativos do que no ano passado inteiro

Flavia Alemi
Flavia Alemi
11 de maio de 2023
10:53 - atualizado às 10:15
O bilionário brasileiro Jorge Paulo Lemann
O bilionário brasileiro Jorge Paulo Lemann - Imagem: Valéria Gonçalves/Estadão Conteúdo

A São Carlos Empreendimentos (SCAR3), empresa de investimento e administração de imóveis que nasceu no bojo das Lojas Americanas, de Jorge Paulo Lemann, vendeu mais de R$ 250 milhões em ativos no primeiro trimestre. E vem mais por aí.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As receitas provenientes da "reciclagem de ativos", como a empresa se refere, entram no resultado contábil, mas são excluídas do cálculo recorrente. Portanto, a São Carlos teve lucro contábil de R$ 15,1 milhões, mas aumentou o prejuízo recorrente no primeiro trimestre em 71,9%, para R$ 34,9 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também se contraiu 5,5%, passando para R$ 41,5 milhões.

Os resultados da companhia mostram que houve aumento das despesas administrativas, ao mesmo tempo em que as taxas de vacância física e financeira dos imóveis em seu portfólio se elevaram. Houve, assim, uma redução da receita com locações.

Nas despesas, o principal detrator do resultado foi a vertical Best Center, focada no desenvolvimento e administração de centros de conveniência. Esse braço teve um aumento de 30,2% nas despesas, que alcançaram R$ 5,6 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já as taxas de vacância se elevaram tanto na comparação anual quanto na trimestre. De acordo com a São Carlos, o aumento é explicado pela venda de imóveis 100% ocupados e pela rescisão parcial de um cliente corporativo no segmento Office. As taxas de vacância física e financeira do portfólio encerraram o 1T23 em 22,8% e 23,9%, respectivamente.

Leia Também

Assim, as receitas com locações caíram 6% em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 64,8 milhões. A queda foi parcialmente mitigada com a receita de serviços, que aumentou quase seis vezes ante o 1T22, para R$ 2,4 milhões.

Vendas de imóveis

As receitas provenientes da "reciclagem de ativos" somaram R$ 256,6 milhões.

A empresa detalhou que em fevereiro concluiu a venda do Edifício Jardim Europa, uma torre de escritórios com 9.001 m² de área bruta locável, por R$ 150 milhões. Em março, celebrou um contrato de compra e venda do Edifício Leblon Green por R$ 91 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na vertical Best Center, a empresa vendou lojas de rua de Cornélio Procópio, no Paraná, e em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, além de um centro de conveniência em São Paulo, capital.

Vale destacar que nos cálculos do segundo trimestre haverá também o efeito de vendas realizadas em abril, que somam R$ 167,4 milhões. Isto significa uma reciclagem intensa do portfólio da companhia, que, em apenas quatro meses de 2023 já levantou mais receita com a venda de ativos do que durante o ano passado inteiro.

Quem é o que faz a São Carlos

A São Carlos iniciou suas operações m 1989 como uma empresa controlada pela Lojas Americanas. Ela atuava com o objetivo de apoiar a expansão da varejista pelo Brasil por meio do desenvolvimento de shoppings.

Dez anos depois, a companhia se separou da Americanas e abriu capital na antiga Bovespa. O negócio mudou para investimentos em edifícios corporativos. Em 2011, a empresa começou a investir também em centros de conveniência, com a subsidiária Best Center.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar