O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para entender a história, é preciso voltar para 2020 quando o Whatsapp Pay estava prestes a sair na frente da concorrência com o PIX
Não é de hoje que os brasileiros são fãs de métodos de pagamento inovadores. O PIX, por exemplo, teve uma adesão em massa da população — três anos depois, pouca gente se vê sem ele. Mas a história de transações instantâneas tinha uma pequena disputa que envolvia o Banco Central e a Cielo (CIEL3) — e se encerrou na quinta-feira (02).
Para entender a história, é preciso voltar para 2020 — mais especificamente o mês de junho, quando o Conselho Administrativos de Defesa Econômica (Cade) e o BC suspenderam o chamado Whatsapp Pay — que passará a se chamar Meta Pay no futuro —, o sistema de pagamentos via aplicativo de mensagens Whatsapp, da Meta, antigo Facebook.
Acontece que, em outubro daquele mesmo ano, o BC lançou o PIX, o sistema de pagamentos instantâneo brasileiro. Coincidentemente ou não, em março de 2021 a autoridade monetária brasileira liberou pagamentos pelo Whatsapp.
Na época, havia um sentimento de que o Banco Central teria dado uma “pedalada” para lançar sua tecnologia antes do Meta Pay.
Seja como for, tanto a Cielo quanto a autoridade monetária brasileira colocaram as armas de lado com o anúncio de ontem do BC de que “não há mais impedimentos regulatórios para a realização de transações de compra com cartão de crédito, de débito e pré-pago por meio do WhatsApp”.
Com isso, a expectativa é de que os serviços do Meta Pay sejam ampliados com a entrada de instituições de pagamento — e a Cielo tem grandes chances de sair na frente com isso.
Leia Também
Há quem veja a jogada do Banco Central em 2020 como uma maneira de garantir a concorrência. A Cielo domina o setor de maquininhas de cartão de crédito com 30% do segmento contra 11% da sua principal concorrente, a PagSeguro.
Ao suspender a parceria entre a Cielo e a Meta, as autoridades do Cade e do BC evitaram um monopólio do setor, argumentando que “ambas empresas têm participação significativa no mercado”.
Atualmente, com o avanço das concorrentes no setor das instituições de pagamento, bem como o PIX e outras formas de transações instantâneas, essa liberação já não é um problema tão grande para o mercado.
Com as novas funcionalidades de crédito, débito e pré-pago, a expectativa é de um fortalecimento das vendas via Whatsapp.
O aplicativo de mensagens já conta com o segmento business para negócios e pagamentos peer-to-mobile (P2M, “pessoa para telefone”, na tradução do inglês).
E o mercado parece ter reagido bem à notícia. Por volta das 11h, CIEL3 figurava entre as maiores altas do Ibovespa, subindo pouco mais de 2,30%.
Entretanto, na visão dos analistas do Bradesco BBI, as mudanças não devem gerar tanto impacto imediato no setor de instituições de pagamentos. Isso porque o PIX já é amplamente usado para transações do tipo P2M.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar