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Varejista promete reduzir custo logístico das vendas digitais e aumentá-las nos próximos anos
Ainda que a Renner (LREN3) tenha reportado resultados considerados fracos no primeiro trimestre deste ano, as ações da varejista operam em alta de 3% nesta quinta-feira (4). Vale destacar, porém, que os papéis acumulam queda de cerca de 25% nos últimos três meses
Para analistas do Santander, a reação positiva na bolsa provavelmente está ligada ao Investor Day anual que a Renner promove hoje, com apresentações sobre os planos da companhia para os próximos anos.
Dentre as projeções da varejista estão reduções de custo logístico sobre vendas digitais, além da intenção de aumentá-las para entre 20% e 25% do total do grupo.
De acordo com o Itaú BBA, as projeções da Renner estão nada além de decentes. “Nós não enxergamos essas projeções como um divisor de águas”, afirmaram os analistas.
Veja abaixo os números detalhados:

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As projeções foram publicadas no dia seguinte à divulgação de resultados do primeiro trimestre da Renner, que mostrou uma certa fraqueza, segundo analistas.
A companhia registrou queda de 75,6% no lucro líquido na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 46,8 milhões.
Já a receita líquida de varejo registrou alta de apenas 2% na comparação anual, para R$ 2,8 bilhões. Levando em conta que a Renner abriu 17 novas lojas nos últimos 12 meses, esperava-se que houvesse um crescimento maior das vendas. É importante notar que as vendas em mesmas lojas (SSS), uma métrica importante para o segmento de varejo, ficou praticamente estável na mesma base comparativa.
A Renner justificou o desempenho das vendas pelo cenário macroeconômico ainda desafiador, resumido por pressão inflacionária acumulada e endividamento das famílias em patamares recorde.
Além disso, a varejista ressaltou que as temperaturas médias dos primeiros três meses deste ano ficaram mais elevadas do que o esperado, só que a Renner já havia se planejado para reduzir a coleção de itens de meia estação e antecipar a chegada de peças de inverno.
“Esse ajuste acabou afetando ainda mais as vendas, pela falta dos produtos de meia estação, que tiveram demanda maior no período, dada a extensão das temperaturas mais elevadas ao longo de todo o mês de março”, disse a companhia.
Enquanto as lojas da Renner passaram por dificuldades no trimestre, as da Youcom, que também fazem parte do grupo Renner, tiveram trajetória diferenciada, com crescimento superior ao do setor.
De acordo com a Renner, a entrada de coleções focadas na geração Z e a parceria com influenciadores de moda contribuíram para o crescimento da base de clientes digitais.
A receita da Youcom sozinha cresceu 8,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2022.
A Camicado, por sua vez, tem sido a mais prejudicada e anotou queda de 14,6% nas receitas, além do fechamento de 13 lojas.
Mas nem tudo são más notícias para a loja do segmento de casa e decoração. A Camicado conseguiu melhorar a gestão operacional e reduziu 25% dos estoques, além de obter aumento de 1,8 ponto percentual na margem bruta.
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