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Para arcar com os custos da operação, o fundo LogCP Inter aprovou a realização de sua terceira emissão de cotas
Mostrando que a reciclagem de ativos segue sendo sua principal estratégia para levantar capital, a Log Commercial Properties (LOGG3) realizou uma nova venda para um fundo imobiliário.
Desta vez, o negócio foi acertado "dentro de casa": o comprador é o FII LOGCP Inter (LGCP11), que faz parte do mesmo grupo econômico e foi criado para investir nos galpões da companhia.
O fundo pagará R$ 103,58 milhões pelos ativos LOG Contagem I, LOG Viana I, LOG GoiâniaI e LOG Gaiolli. Juntos, os empreendimentos totalizam 30,3 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), gerando uma margem bruta de 50% para a transação.
Os investidores, porém, parecem não ter reagido bem à notícia, pois tanto o FII quanto a companhia recuam na B3 nesta quinta-feira (6). Por volta das 12h40, os papéis LOGG3 operam em queda de 2,21%, enquanto as cotas LGCP11 baixavam 3,9%.
O pagamento da transação será em três parcelas. A primeira dela, que corresponde a 50% da soma total, deverá ser quitada já no fechamento da compra, enquanto as outras duas serão pagas 12 e 24 meses após a data e corrigidas pelo IPCA.
Para arcar com os custos, o fundo LogCP Inter aprovou a realização de sua terceira emissão de cotas. A operação, que deve ser liquidada em 22 de agosto, é destinada ao público em geral e pode levantar R$ 51,5 milhões, considerando o lote inicial.
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Cada nova cota do FII sairá por R$ 80,80 — um desconto de 2,24% em relação ao valor atual negociado no mercado secundário. Mas, considerando a taxa de distribuição, a cifra total sobe para R$ 82,59 e elimina o deságio.
Quem quiser participar da oferta deverá subscrever, no mínimo, 20 novas cotas, ou seja, investir R$ R$ 1.651,80 na oferta.
Vale destacar que o valor final da transação com a Log poderá ser menor, ou até 25% maior, a depender de como será a captação de recursos do fundo.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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