O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O juízo da 3ª vara empresarial da comarca da capital do Rio de Janeiro aprovou a prorrogação do stay period por 180 dias
Em recuperação judicial desde maio, a Light (LIGT3) anunciou na noite da última quarta-feira (11) que a Justiça concordou em estender a “blindagem” da companhia contra credores por mais três meses.
O juízo da 3ª vara empresarial da comarca da capital do Rio de Janeiro aprovou a prorrogação do stay period — período em que as ações e execuções de dívida ficam suspensas durante o processo de reestruturação.
Normalmente, esse período é de 180 dias a partir da solicitação e sanção da RJ. Porém, a companhia solicitou a extensão do prazo na semana passada, dias antes de a proteção inicial expirar.
Com isso, a Justiça decidiu prorrogar o prazo por outros três meses, contados a partir desta quinta-feira (12).
Além disso, a “blindagem” não se restringirá à holding. As subsidiárias Light Serviços de Eletricidade e Light Energia também estarão protegidas contra credores pelos próximos 180 dias.
A nova proteção da Light (LIGT3) contra credores parece ir na contramão das decisões recentes da companhia.
Leia Também
Isso porque, no começo de outubro, o conselho de administração da Light (LIGT3) determinou que a Light Energia deveria abrir um pedido para sair da recuperação judicial, em um novo passo em direção ao fim da reestruturação.
A determinação do conselho da Light aconteceu após “tratativas extrajudiciais realizadas com seus credores” e demais investidores, segundo a companhia.
A petição dizia que “a conclusão satisfatória das negociações” viabiliza o fim da tutela cautelar concedida à subsidiária.
Vale lembrar que a recuperação judicial da Light (LIGT3) foi aceita em 15 de maio, 48 horas depois do pedido da companhia.
O processo paralisa a cobrança de dívidas — atualmente estimada em cerca de R$ 11 bilhões —, que passa a ser negociada com intermediação da Justiça.
A RJ causou polêmica, já que existe uma lei que impede que concessionárias de serviços públicos de energia peça recuperação judicial.
No caso da Light, porém, a empresa pediu a recuperação através da empresa controladora (holding), com extensão para as subsidiárias de geração e de distribuição de energia.
No início do mês passado, a imprensa local também noticiou que o conselho de administração da Light teria desistido do pedido de reestruturação e que a empresa passaria a negociar diretamente com os credores da sua dívida.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas