O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na avaliação do banco, problemas contábeis são específicos da Americanas (AMER3) e não estruturais do setor
A revelação das inconsistências contábeis existentes na Americanas (AMER3) acendeu um alerta geral para analistas e gestores. Para muita gente, o principal risco era de que não somente ela estivesse fazendo essa "contabilidade criativa", mas também sua concorrentes como Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3).
Com medo de outras notícias semelhantes, o mercado não pensou duas vezes antes de descontar sua desconfiança nos papéis, arrastando todo o setor para baixo no pregão de ontem. Mas, segundo o JP Morgan, não é momento para pânico.
Em relatório, a equipe do banco afirma que, embora a prática de adiantamento a fornecedores que envolve bancos — e foi responsável pelo escândalo envolvendo a Americanas —, seja comum no varejo, o caso é bem específico.
O documento reforça que não se trata de um problema estrutural do setor, mas sim de uma opção feita pela varejista, usada principalmente para produtos de ticket médio mais alto e bens duráveis.
"Numa perspectiva mais ampla da cadeia de suprimentos, as empresas com fornecedores menores e mais fragmentados tendem a ter o menor saldo dessas operações de financiamento, pois fornecedores menores tendem a recorrer em menor escala às instituições financeiras para antecipar recebíveis", diz o documento.
O JP Morgan analisou as finanças de onze empresas que cobre e acompanha e afirmou que a maioria delas relata operações do gênero da maneira correta. Entre elas, Magazine Luiza e Via.
Leia Também
Nesta sexta-feira (13), a Via inclusive detalhou como contabiliza as operações que levaram ao rombo na concorrente. Procurada pela reportagem, a Magalu ainda não se manifestou.
Tendo em vista que as demais varejistas não inspiram preocupação no momento, o JP Morgan aproveitou para trazer mais algumas análises sobre a situação da Americanas (AMER3).
Entre os pontos indicados no relatório estão a comunicação falha da empresa, que trouxe ao mercado um comunicado confuso e fez um único pronunciamento público até agora — uma teleconferência realizada pelo BTG Pactual, um dos credores da empresa.
O sentimento mais comum no mercado é de insatisfação, já que na ocasião, somente mil pessoas tiveram acesso à reunião virtual, enquanto mais de três mil tentavam acesso simultâneo. Além disso, não foi bem recebido o fato de Sérgio Rial, já ex-CEO da Americanas, conduzir o bate papo, marcado por falhas técnicas, interrupções constantes e alternância de idiomas que só atrapalharam quem acompanhou.
Procurada, a assessoria de imprensa da Americanas disse que o pronunciamento da empresa já havia sido feito na manhã de quinta-feira (12). Sim, um posicionamento restrito a mil pessoas foi considerado um esclarecimento público pela empresa, diante de um rombo de R$ 20 bilhões e milhares de acionistas à deriva.
"A partir de nossas conversas com investidores e levando em consideração a falta de comunicação consistente da empresa após o fato relevante e uma videoconferência organizada por meio de uma corretora, percebemos que o mercado (inclusive nós) ainda não compreendeu totalmente quais são as implicações para AMER", diz o relatório do JP Morgan.
Por fim, a equipe reforça a necessidade de capitalização iminente e o momento ainda delicado pelo qual o setor de varejo passa no Brasil como demais desafios da empresa.
Nesse cenário, o banco acredita que a principal beneficiada pelas dificuldades da Americanas será a Magalu, especialmente nas lojas físicas.
MGLU3 é a preferida do JP Morgan no setor.
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações