O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor oferecido pelo Itaú ao Corpbanca estaria 29% abaixo do preço-alvo calculado pelo BTG para a ação do banco chileno
A oferta do Itaú Unibanco (ITUB4) para adquirir a totalidade do chileno ItauCorpbanca foi considerada barata pelos analistas do BTG Pactual. O Itaú pretende oferecer 2 pesos chilenos por ação, o que equivaleria a um total de US$ 830 milhões.
Nos cálculos do BTG, o preço a ser oferecido por cada ação do Corpbanca está 29% abaixo do preço-alvo de 2,80 pesos chilenos que o banco de investimentos tem estimado para o chileno. De acordo com o BTG, o Corpbanca estaria subavaliado, inclusive, em comparação com outros bancos da América Latina.
Mas isto não significa que o BTG esteja considerando a oferta do Itaú inapropriada.
"Ao mesmo tempo em que achamos que o banco tem entregado resultados fortes nos últimos trimestres, há ainda incerteza sobre qual é a rentabilidade (ROE) sustentável no médio prazo, um fator que pode estar pressionando o valor da ação", escreveram os analistas do BTG Pactual.
O ItauCorpbanca é o quarto maior banco privado do Chile e o quinto maior banco da Colômbia.
No Chile, o Corpbanca obteve bons resultados em 2022, ajudados pela alta inflação e o aumento das taxas de juros. Neste ano, porém, o BTG destaca que a inflação desacelerando e o início do ciclo de alívio monetário devem pressionar as margens, enquanto o crescimento econômico mais fraco deve levar a um maior custo de risco.
Leia Também
Na Colômbia, por outro lado, o ItauCorpbanca luta há anos para melhorar a lucratividade.
Na semana passada, o Itaú Unibanco (ITUB4) comunicou que estuda lançar uma oferta para ficar com 100% do chileno Corpbanca. O Itaú adquiriu uma participação de pouco mais de 30% do banco chileno em 2014 e, desde então, vem aumentando essa fatia e atualmente possui 65,62% do capital.
No comunicado do dia 2 de março, o Itaú informou que contratou assessores para realizar uma oferta na Bolsa de Santiago com a intenção de adquirir os 34,38% restantes no Corpbanca - que, além do Chile, possui operações na Colômbia, Panamá e Peru.
A intenção do banco é pagar dois pesos chilenos por ação, que equivale R$ 0,013. Esse valor representa um prêmio de aproximadamente 10% sobre a cotação média dos papéis do Corpbanca nos últimos 60 pregões, de acordo com o Itaú.
O banco não informa quanto deve desembolsar se todos os acionistas minoritários aderirem à oferta.
A expectativa do Itaú é realizar o negócio ainda neste semestre.
O Itaú Corpbanca encerrou o ano passado com um valor de mercado de US$ 2,1 bilhão. Isso equivale a pouco menos de R$ 11 bilhões.
O banco chileno possui 40,5 trilhões de pesos em ativos (R$ 260 bilhões) e registou lucro líquido de 457 bilhões de pesos em 2022, o que dá quase R$ 3 bilhões.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas