O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Santander não menciona a varejista nos documentos, mas se refere a um “evento subsequente” no crédito de atacado que afetou as provisões
Os primeiros impactos do caso Americanas (AMER3) deram as caras no balanço do Santander (SANB11) publicado nesta quinta-feira (2), mas analistas apontam que deve vir mais nos próximos trimestres.
O banco não mencionou nominalmente a varejista nos documentos, mas se referiu a um "evento subsequente" no crédito de atacado que afetou as provisões. Analistas já haviam alertado que o imbróglio da Americanas poderia impactar os resultados dos bancos já na divulgação referente ao quarto trimestre do ano passado, apesar do caso ter vindo à tona em janeiro.
No detalhamento da carteira de crédito do Santander, chama atenção a linha de nível de risco E, que chegou a R$ 3,6 bilhões ao final do quarto trimestre. O valor é o mesmo que aparece na lista de credores divulgada pela Americanas na semana passada. Confira as provisões do Santander:

Mas tudo isso está a cargo da interpretação dos analistas sobre o balanço do banco, pois, como dito anteriormente, o banco sequer mencionou o nome "Americanas" nos documentos. E, segundo a analista da Empiricus Larissa Quaresma, ainda tem mais.
"Parece-nos, ainda, que nem toda a provisão para o caso Americanas foi feita neste trimestre. Portanto, acreditamos que deve haver mais impactos nos próximos trimestres", afirmou.
Analistas do UBS BB destacaram também que, seguindo as normas contábeis BRGAAP, houve deterioração mínima da inadimplência, enquanto no padrão de normas IFRS o índice teve piora significativa, o que provavelmente já é referente ao impacto da Americanas.
Leia Também
Durante a teleconferência de resultados, a questão Americanas foi a primeira a ser levantada pelos analistas. De cara, o presidente do Santander Brasil, Mario Leão, disse que, em acordo com o grupo Santander como um todo, eles não iriam comentar sobre o caso.
"Nós entendemos que o mercado está curioso", ponderou Leão. "Não vamos comentar sobre o caso particular deste evento subsequente", reiterou.
O banco sequer confirmou ou negou se o montante da dívida informada pela Americanas com o Santander estava correto. Vale lembrar que outros bancos que apareciam na lista da varejista, como o Deutsche Bank e o BV, contestaram os números.
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.