O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A conclusão da aquisição só deve acontecer em 2024, mas espera-se que a HDI eleve o volume bruto de prêmios subscritos na região em 1,7 bilhão de euros (R$ 9,1 bilhões)
A HDI, seguradora que é parte do grupo alemão Talanx, comprou boa parte dos negócios da americana Liberty Mutual Insurance na América Latina por valor aproximado de US$ 1,48 bilhão (cerca de R$ 7,4 bilhões), fazendo desta a maior transação do mercado de seguros na última década..
A compra foi anunciada pelas duas companhias neste sábado (26) e torna a HDI a terceira maior seguradora em volume de prêmios na América Latina nos negócios de propriedade e no chamado casualty — que inclui linhas como a de responsabilidade civil.
A conclusão da aquisição só deve acontecer em 2024, mas espera-se que a HDI eleve o volume bruto de prêmios subscritos na região em 1,7 bilhão de euros (R$ 9,1 bilhões). O Rotschild & Co e o Hogan Lovells foram os assessores da Talanx e da HDI. O JPMorgan e o Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom assessoraram a Liberty Mutual.
No mercado brasileiro, a HDI deve atingir a segunda colocação, ficando atrás apenas da Porto; no Chile, ela se tornará a maior seguradora, e na Colômbia, a sétima maior.
A aquisição também inclui as carteiras da Liberty no Equador.
A Liberty ocupa a quinta posição entre as cinco maiores empresas no seguro automotivo, que é um dos de maior peso no mercado local, e esteve entre as dez maiores em propriedade e casualty no ano passado.
Leia Também
A seguradora também gerou prêmios de R$ 6,1 bilhões em 2022, a maior parte através de uma rede de distribuição com 20 mil membros independentes.
Na prática, a HDI dobra de tamanho no País: ano passado, gerou um volume de prêmios de cerca de R$ 4,5 bilhões no Brasil.
A entrada nos negócios se deu após a compra, no ano passado, dos negócios de varejo da japonesa Sompo, galgando algumas posições em linhas como automóvel, vida e residencial.
De acordo com a empresa, o negócio na América Latina vai aumentar em cerca de 45% com a aquisição, com uma diversificação de carteira também maior.
"Com a aquisição dessas operações da Liberty Mutual, continuamos nossa história de sucesso na América Latina", diz em nota Torsten Leue, presidente do conselho executivo da Talanx.
"A aquisição se encaixa perfeitamente em nossa estratégia de chegar a posições de liderança em nossos principais mercados através de crescimento orgânico e inorgânico”.
O executivo responsável pela divisão internacional de varejo e CEO da HDI International, Wilm Langenbach, afirma que a compra dos negócios da Liberty é um marco importante na estratégia da companhia de estar entre as cinco maiores em mercados estratégicos.
"Adicionalmente, as aquisições nos permitirão capturar oportunidades significativas com nossos negócios existentes no Brasil, no Chile, e na Colômbia."
"Em um mundo que está mudando rapidamente, o foco operacional aumentado em nossos canais, produtos e mercados está se tornando cada vez mais importante para o sucesso no longo prazo e vai assegurar que entreguemos valor excepcional aos nossos clientes, corretores, agentes, parceiros, empregados e as comunidades que servimos", afirma o presidente e CEO da Liberty Mutual Insurance, Tim Sweeney. A transação não inclui linhas de resseguros da Liberty, como os facultativos, nem os negócios da Liberty Mutual Surety.
Ou seja, a marca da seguradora americana não deixará de existir no Brasil.
A compra depende da aprovação de autoridades regulatórias nos quatro países, o que, no Brasil, envolve a Superintendência de Seguros Privados (Susep), que regula o setor. A expectativa é de que o fechamento aconteça no primeiro semestre do ano que vem.
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente