O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Tok&Stok vinha enfrentando dificuldades financeiras e ficaria com 20% da nova empresa, enquanto os acionistas da Mobly ficariam com 80%, diz site
Entre as redes de varejo que têm enfrentado problemas financeiros, a Tok&Stok, no segmento de móveis e decoração, é uma delas e já vinha fazendo uma reestruturação.
Agora, a novidade é que ela pode fazer uma fusão com a Mobly (MBLY3), rede de móveis que entrou na bolsa de valores em 2021 e vem crescendo em número de lojas físicas.
Segundo o site Pipeline, do jornal Valor Econômico, a operação já foi acertada pela home24, acionista controlador da Mobly, e o fundo de private equity Carlyle, controlador da Tok&Stok.
As ações da Mobly reagiram bem à possível fusão e abriram o pregão na B3 com forte alta, chegando a disparar mais de 16,67% ao longo do dia. O papel (MBLY3) fechou com ganhos de 10,26%, a R$ 4,30.
O Seu Dinheiro falou com as assessorias de imprensa das companhias e a Tok&Stok disse que “não irá se pronunciar sobre o assunto”. A Mobly não retornou nosso contato até o momento.
Apesar de não ter respondido o Seu Dinheiro, a Mobly afirmou em documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) durante a noite, que está conversando com a Tok&Stok e que acompanha atentamente o mercado de móveis e decoração.
Leia Também
No entanto, disse que "não há acordo ou proposta vinculante a respeito da eventual transação".
A rede ainda negou que a sua controladora, a home24, tenha planos de realizar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Mobly.
Segundo apurou o Pipeline, a operação será feita por meio de uma troca de ações, em que os acionistas da Mobly ficam com 80% da nova empresa e os da Tok&Stok - que, além do fundo, incluem os fundadores Regis e Ghislaine Drubule - com 20%.
Ambos os acionistas terão que cumprir um lock-up por dois anos, o que significa que não poderão vender as ações por nesse período.
Após a operação, a home24 ainda planeja fazer uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para os acionistas da Mobly, ou seja, fechar o capital da rede na bolsa.
O preço da ação da empresa previsto na operação é de R$ 6,50, o que representaria um prêmio de cerca de 68% em relação à cotação de ontem (4) do papel.
Pelo acordo que está sendo amarrado, o Carlyle terá a opção de comprar mais 10% da companhia a R$ 9.
A Tok&Stok já vinha buscando reestruturar dívidas e, segundo o site, em junho, o fundo Carlyle fez um aporte de R$ 100 milhões na companhia, além de rolar uma dívida com bancos credores de R$ 350 milhões, que tem vencimento em 2029.
Em março, a Tok&Stok também depositou em juízo todos os valores que devia ao fundo imobiliário FII Vinci Logística (VILG11).
O fundo movia uma ação de despejo contra a companhia — que ocupa um de seus galpões localizado em Extrema, Minas Gerais — por não ter recebido o aluguel do imóvel em fevereiro.
A Tok&Stok encerrou 2022 com prejuízo líquido de R$ 460,7 milhões, frente a um lucro líquido de R$ 53,7 milhões um ano antes.
Já a Mobly encerrou o segundo trimestre com um prejuízo líquido de R$ 17 milhões, reduzindo o prejuízo de R$ 28 milhões visto no mesmo período do ano passado.
A companhia estava buscando zerar a queima de caixa, que ficou em R$ 36 milhões no segundo trimestre.
De acordo com o Pipeline, a estimativa de pessoas com conhecimento do assunto é que a nova companhia resultante da fusão poderá ter um ganho entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões em sinergias, principalmente com a parte logística.
Hoje, a Mobly conta com 17 lojas e três unidades via franqueados (Mobly Zip). Já a Tok&Stok fechou 17 unidades este ano como parte do plano de reorganização e contava com 51 unidades.
Além disso, as redes poderão unir seus canais de vendas online, onde a Mobly possui forte presença.
Nova “Regra dos 50” aumenta dúvidas dos investidores no curto prazo, mas, para analistas, há espaço para ações saltarem nos próximos meses
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana