O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Números de abril a junho são divulgados no mesmo dia em que a gigante do streaming confirmou que removeu o plano básico sem anúncios, tornando o plano padrão com anúncios a opção mais barata nos EUA
Na semana em que só se fala de Barbie e Oppenheimer, os dois grandes lançamentos do cinema nesta temporada, o desempenho da Netflix no segundo trimestre mostrou que, às vezes, uma estreia bombada faz falta.
Os resultados da gigante do streaming entre abril e junho estavam sendo aguardados pelo mercado, que queria medir o tamanho do efeito da cobrança das assinaturas extras na performance financeira da empresa — e, ao que tudo indica, os investidores não gostaram muito do que viram.
Assim que apresentou o balanço do segundo trimestre, as ações da Netflix em Nova York chegaram a cair mais de 5% no after market, depois de terem encerrado o pregão regular em alta de 0,59%, cotadas a US$ 477,59, e disparado no dia anterior.
Embora a gigante do streaming tenha alcançado lucro líquido de US$ 1,488 bilhão, o que representa uma alta de 3,26% em relação ao mesmo período do ano anterior, a receita da empresa decepcionou os investidores.
Entre abril e junho deste ano, a receita da Netflix aumentou 2,72% em base mensal, para US$ 8,187 bilhões — um desempenho abaixo dos US$ 8,2 bilhões projetados pelos analistas, segundo a Bloomberg, mesmo com a cobrança da assinatura extra.
Para piorar, a previsão da empresa para o terceiro trimestre também não foi das melhores: a Netflix projeta receita de US$ 8,52 bilhões para o período ante expectativa de US$ 8,67 bilhões dos analistas ouvidos pela Bloomberg.
Leia Também
E, ao que parece, os números do segundo trimestre também não foram suficientes para a Netflix — que há muito estava tropeçando nos resultados, colocando as ações sob pressão — e agora lança mais uma iniciativa para cobrar mais caro de seus assinantes.
Nesta quarta-feira (19), a empresa de streaming confirmou que removeu o plano básico sem anúncios, tornando o plano padrão com anúncios a opção mais barata nos EUA, ao preço de US$ 6,99 por mês.
Os níveis padrão e premium sem propagandas tem um custo mensal de US$ 15,49 e US$ 19,99 para os norte-americanos, respectivamente.
Apesar do desempenho mais fraco no after market hoje, as ações da Netflix ganharam impulso com o lançamento dessas iniciativas. No ano, os papéis acumulam alta de mais de 60% e chegaram à máxima em 52 semanas na terça-feira (18) em meio a expectativas de melhora dos números do segundo trimestre de 2023.
Com a repressão ao compartilhamento de senhas, nada mais natural do que o aumento das assinaturas pagas da Netflix.
A gigante do streaming disse que adicionou 5,9 milhões de clientes durante o segundo trimestre em comparação com a previsão de 2,1 milhões de usuários pagados no período, de acordo com estimativas da Bloomberg.
Assim como as empresas de mídia, a Netflix não escapou dos efeitos das greves dos roteiristas e atores de Hollywood.
No entanto, a expectativa era de que a Netflix saísse melhor do que outras companhias do setor em relação à paralisação devido ao seu amplo banco de conteúdo, principalmente de fontes internacionais.
E foi o que aconteceu. A gigante do streaming pouco cita as paralisações dos atores e roteiristas nos resultados de abril a junho deste ano, aparecendo apenas nas previsões do fluxo de caixa livre da empresa.
No segundo trimestre, o fluxo de caixa livre impressionou e chegou a US$ 1,34 bilhão, significativamente acima das estimativas de US$ 542 milhões. Para o ano, a Netflix aumentou a projeção para esse indicador a US$ 5 bilhões, acima dos US$ 3,5 bilhões anteriores, citando o impacto das greves de Hollywood.
VEJA TAMBÉM — Nome no Serasa: sofri um golpe e agora estou negativado! O que fazer?
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda