O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre os bancos que vão rachar essa “continha” estão o JPMorgan Chase, o Bank of America, o Wells Fargo, o Citigroup e o Truist
O Federal Reserve (Fed) decidiu aderir ao crowdfunding para resolver os problemas do sistema bancário dos EUA — só que neste caso a vaquinha on-line terá participação restrita: 11 bancos norte-americanos vão rachar a conta para não deixar o First Republic Bank quebrar.
Sem dar muitas explicações, o Departamento do Tesouro dos EUA, o Fed, e a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) comunicaram nesta quinta-feira (16) que 11 bancos norte-americanos anunciaram US$ 30 bilhões em depósitos para o First Republic Bank.
“Essa ação que mostra o apoio de um grupo de grandes bancos é muito bem-vinda e demonstra a resiliência do sistema bancário norte-americano”, diz a nota conjunta.
Os principais bancos que fazem parte da vaquinha do Fed incluem o JPMorgan Chase, o Bank of America, o Wells Fargo, o Citigroup e o Truist.
A infusão de US$ 30 bilhões dará ao First Republic Bank o dinheiro necessário para atender aos saques dos clientes.
A ideia do Fed, do Tesouro e da FDIC é também reforçar a confiança no sistema bancário dos norte-americano durante um momento de tensão para os mercados.
Leia Também
Leia também: Fed: Powell vai ter coragem de seguir o BCE de Lagarde e elevar os juros? Saiba o que dizem as apostas agora
O comportamento das ações do First Republic Bank nos últimos dias mostrava que a instituição estava na fila dos problemas bancários nos EUA.
No pregão de ontem em Nova York, as ações do banco tomaram um tombo de mais de 10% na esteira dos problemas com o Credit Suisse — que se somaram às falências do Silicon Valley Bank (SVB) e do Signature Bank.
Hoje, as negociações dos papéis do First Republic foram interrompidas várias vezes devido à volatilidade — a ação subiu 22% à tarde, depois de cair mais de 30% no início do dia.
Muitos bancos regionais, incluindo o First Republic, têm grandes quantias de depósitos não segurados acima do limite da FDIC de US$ 250.000.
Embora não esteja perto dos 94% do SVB, o First Republic tem consideráveis 68% do total de depósitos não garantidos nos EUA, de acordo com a S&P Global.

Os problemas do First Republic Bank refletem preocupações contínuas com o sistema bancário após o colapso do SVB e do Signature Bank.
As falências recentes levaram muitos clientes a deixar o First Republic Bank e colocar o dinheiro em bancos maiores, considerados grandes demais para quebrar.
Só que esse movimento criou um problema para o First Republic: o banco precisa pedir dinheiro emprestado ou vender ativos para pagar os depósitos em dinheiro aos clientes.
Para ganhar dinheiro, os bancos usam uma parte dos depósitos dos clientes para conceder empréstimos a outros clientes. Mas o First Republic tem uma relação passivo-depósito grande, de 111%, segundo a S&P Global.
Isso significa que o banco emprestou mais dinheiro do que em depósitos de clientes, tornando-se uma aposta particularmente arriscada para os investidores.
*Com informações da CNN Internacional
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx