O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Caixa Seguridade não é a única a distribuir dividendos bilionários. Na semana passada, o Santander também anunciou mais de R$ 1 bilhão em proventos e a data de corte está próxima; veja os detalhes
A temporada de resultados financeiros do terceiro trimestre está batendo na porta e, junto com ela, traz o pagamento de dividendos aos acionistas.
Nesta quarta-feira (18), foi a vez de a Caixa Seguridade (CXSE3) anunciar uma distribuição polpuda de proventos: R$ 1,5 bilhão.
O valor, equivalente a R$ 0,500000000 por ação, equivale a 90,2% do lucro líquido da companhia até 30 de junho de 2023.
Os acionistas que estiveram na base da Caixa Seguridade no dia 24 de outubro terão direito a receber.
Vale lembrar que, após essa data, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Leia Também
Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito ao provento.
A Caixa Seguridade informou que o pagamento está marcado para o dia 6 de novembro deste ano.
O Santander também anunciou recentemente a distribuição de dividendos bilionários aos seus acionistas — e, neste caso, a data de corte é amanhã (19).
O conselho de administração do banco aprovou na semana passada a distribuição de dividendos intercalares no montante de R$ 380 milhões, com base no lucro levantado até 30 de setembro.
O valor equivale a R$ 0,04866003444 por ação ordinária, R$ 0,05352603789 por ação preferencial e R$ 0,10218607233 por unit do Santander.
Mas a distribuição de lucros a acionistas não para por aí, já que o Santander também aprovou juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 1,120 bilhão.
Porém, esse valor ainda precisa ser descontado do Imposto de Renda retido na fonte de 15% que incide sobre o JCP. Após a mordida do “Leão”, o montante líquido é de R$ 952 milhões.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço