🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

RESTAURANDO A MAGIA?

Problemas no castelo? Disney se prepara para uma disputa societária com Nelson Peltz

Recém-rejeitado pela Walt Disney Company para a cadeira de conselheiro, o investidor ativista Nelson Peltz está determinado a abrir seu caminho em direção ao conselho

Camille Lima
Camille Lima
13 de janeiro de 2023
11:33
Bob Iger, CEO da Disney, na World of Color Premiere - Disney California Adventure Park
Bob Iger, CEO da Disney, na World of Color Premiere - Disney California Adventure Park - Imagem: Flickr/Josh Hallett

Enquanto o novo filme de Avatar retrata uma nova ameaça em Pandora, o conto de fadas da Disney (NYSE: DIS) parece iniciar um capítulo conturbado em Wall Street — e as nuvens tempestuosas de uma disputa societária garantem lugar nos cenários fantásticos vividos pela dona do Mickey.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recém-rejeitado pela Walt Disney Company para a cadeira de conselheiro, o investidor ativista Nelson Peltz, sócio fundador da companhia de investimentos Trian Partners, está determinado a abrir seu caminho em direção ao conselho de administração da empresa.

Depois que a companhia se recusou a indicar seu nome para a cadeira no conselho, Peltz anunciou sua intenção de iniciar uma guerra para conquistar seu objetivo.

Atualmente, o investidor possui uma participação de quase 0,5% na empresa de entretenimento, correspondente a cerca de US$ 900 milhões, através de sua gestora Trian.

Segundo fontes informaram ao Financial Times, o acionista pretende levar a questão diretamente a investidores para confrontar o chefe da companhia, o CEO Bob Iger.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Disputa societária na Disney

De acordo com informações do The Wall Street Journal (WSJ), antes de cogitar a disputa societária, Nelson Peltz teria se encontrado com os principais executivos da Disney para tentar evitar a luta por procuração. Porém, a conversa não foi ‘satisfatória”.

Leia Também

Na última quarta-feira (11), a gigante do entretenimento revelou o pedido de Peltz de tornar-se conselheiro e afirmou opor-se a conceder uma cadeira no conselho de administração ao investidor.

O anúncio da dona do Mickey ainda contou com a nomeação de um novo presidente do conselho como possível tentativa de se antecipar à luta agora oficializada por Peltz.

A empresa escolheu Mark Parker, CEO da Nike, para substituir Susan Arnold, que ocupava a chefia do conselho desde dezembro de 2021 e teve sua liderança questionada após o posicionamento da empresa com o antigo CEO, Bob Chapek, nos últimos meses do executivo no cargo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Restaure a mágica

Na noite de quarta, o investidor ativista lançou um site para a sua demanda chamado “Restore the Magic” — isto é, “restaure a magia”, em português.

Na página, a gestora Trian avalia que a Disney é uma empresa em crise e com desafios que impactam diretamente as perspectivas de investimento na companhia.

Segundo o site, o desempenho financeiro da empresa foi “decepcionante” após o acordo de compra da 21st Century Fox, fechado em 2019 por US$ 71 bilhões, considerado pela gestora de Peltz um “mau julgamento” por parte da Disney.

“Apesar do pico do preço das ações da Disney em 2021, elas são negociadas perto de sua mínima de 8 anos”, diz a Trian.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale destacar que o preço das ações da Disney (DIS) caiu quase 40% no ano passado na bolsa de valores de Nova York — período em que os investidores começaram a questionar os gastos da empresa no segmento de streaming.

Em entrevista à CNBC, Nelson Peltz disse acreditar que a Disney deveria abandonar o negócio de streaming ou comprar a fatia remanescente da rival Hulu. Atualmente, a Disney possui participação majoritária na concorrente, com a Comcast Corp detendo o restante.

Os desafios para o futuro da Disney

Entre os desafios citados pela gestora de Nelson Peltz, estão a alocação de capital, a falta de estratégia de custos e a governança corporativa.

“Acreditamos que esses desafios são principalmente autoinfligidos e precisam ser enfrentados”, escreveu a Trian.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já as iniciativas propostas pela Trian para solucionar tais questões são:

  • Desenvolver um plano de sucessão eficaz;
  • Alinhar a remuneração com desempenho;
  • Eliminar custos excessivos;
  • Redirecionar o mecanismo criativo para impulsionar o crescimento;
  • Aprimorar a responsabilidade; e
  • Reestabelecer o dividendo até o ano fiscal de 2025.

Para o plano de sucessão, a empresa de investimentos pretende garantir um sucessor para Bob Iger no cargo de CEO dentro de dois anos.

“Objetivo da Trian é criar valor sustentável e de longo prazo na Disney, trabalhando COM Bob Iger e o Conselho. A Trian reconhece que a Disney está passando por muitas mudanças rapidamente e NÃO está tentando criar instabilidade adicional.”

Peltz e as entradas forçadas

Vale destacar que a disputa societária com a Disney não seria a primeira guerra por procuração lutada por Nelson Peltz. O CEO da Trian Partners também forçou sua entrada na P&G em 2018, consagrando-se diretor da área de produtos de consumo da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na época, a longa guerra societária gerou gastos de mais de US$ 100 milhões para ambos os lados na tentativa de convencer os acionistas da companhia. Peltz venceu por uma margem minúscula de 0,002%, e deixou o cargo apenas em 2021.

É importante lembrar que, durante o mandato de mais de três anos do investidor no conselho da P&G, o preço das ações da companhia subiu quase 80%.

Caso siga em frente com uma nova luta por procuração contra a Disney, a nova batalha de Petz trataria-se de uma das maiores guerras de diretoria da história.

*Com informações de Wall Street Journal, Financial Times e CNBC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar