O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados de produção da Vale (VALE3) vieram abaixo do esperado e fizeram analistas revisar para baixo as projeções para o balanço; saiba o que esperar
Dando tração ao calendário de balanços do primeiro trimestre deste ano, a Vale (VALE3) divulga seus números na noite desta quarta-feira (26).
Se na temporada anterior havia todo um frisson de que a reabertura chinesa daria um belo impulso à companhia — e, por consequência, aos papéis —, não foi bem esse o cenário que se desenhou nos últimos meses.
Com o mercado ansioso por um desfecho para a venda da parte de metais básicos da Vale e prestes a descobrir como será ter um conselheiro da Cosan (CSAN3) na mesa, a expectativa pelo balanço em si é baixa — especialmente após o relatório operacional da semana passada, que veio abaixo do esperado.
A expectativa do mercado é de queda forte nos três principais indicadores financeiros da mineradora. Confira as projeções dos analistas a seguir, de acordo com dados da Bloomberg:
Uma das principais razões para o desânimo dos investidores e que inclusive fez a Vale cair quase 4% no primeiro pregão desta semana está na demanda chinesa, bem aquém do esperado para essa época do ano.
Normalmente, a China compra minério antes do feriado da Semana Dourada, que acontece no começo de maio, de olho num consumo mais forte que acontece logo após essa data.
Leia Também
O problema é que neste ano as compras não estão tão aceleradas como era esperado, o que prejudicou a Vale e acendeu um alerta sobre o consumo chinês.
Se antes muita gente apostava num boom para as empresas de commodities por causa da reabertura chinesa, agora o mercado prefere aguardar para ver o que vem a seguir. E o balanço da Vale pode ser um bom termômetro.
"A parte de commodities metálicas no geral sofre, é um trimestre difícil por causa das chuvas. Neste começo de ano tivemos problemas com ferrovias, portos e com as chuvas, o que afetou o escoamento da produção", afirma Gabriela Joubert, analista-chefe do Inter.
Em relatório, o Bank of America (BofA) destacou que tanto a produção de minério de ferro quanto de metais básicos foram mais fracas durante o primeiro trimestre deste ano. O período de chuvas e problemas com a ferrovia MRS também pesaram nesse resultado.
A Vale informou que espera reverter esse acúmulo de estoque nos próximos meses, sem alterar seu plano anual de vendas.
Confira o episódio desta semana do quadro A Dinheirista, em que a repórter Julia Wiltgen resolve esse e mais casos cabeludos envolvendo dinheiro.
"Vemos uma queda potencial de aproximadamente US$ 400 milhões em relação à nossa previsão de Ebitda de US$ 4 bilhões para o trimestre", escrevem os analistas do BofA.
Diante disso, alguns bancos ainda enxergam a Vale negociando a bons múltiplos, mas preferem o cobre em detrimento do minério de ferro diante de uma oferta maior que a demanda, caso do Santander.
Para o Itaú BBA, sim. Em relatório, os analistas apontaram "volumes sem brilho" após a divulgação dos dados operacionais da mineradora, o que provocou a redução das estimativas para o balanço.
A equipe revisou a estimativa de Ebitda de US$ 4,1 bilhões para US$ 3,7 bilhões nos três primeiros meses deste ano, especialmente por causa dos volumes mais fracos do que o esperado e da realização dos preços do minério de ferro. Eles observam também a maior pressão de custos.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço