O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A varejista recorreu de uma decisão que permitia seu despejo de um dos imóveis do FII localizado na Bahia e obteve vitória na Justiça
Quase duas semanas após revelar ao mercado que levou um calote parcial da Americanas (AMER3) no aluguel de um de seus galpões, o fundo imobiliário VBI Logística (LVBI11) atualizou o mercado sobre a situação atual com a varejista e sua recuperação judicial.
Segundo comunicado enviado ao mercado na última sexta-feira (24), o FII havia ajuizado uma ação contra a companhia e obtido uma liminar para despejá-la de um empreendimento da Aratulog Armazenagem — empresa de galpões na qual o LVBI11 detém uma participação 70% — na Bahia.
A Americanas deixou de pagar integralmente o aluguel referente a ocupação do imóvel em janeiro. O valor total do contrato representa aproximadamente R$ 0,07 por cota da receita do fundo, já o montante pago até a data de vencimento do aluguel equivalia a cerca de R$ 0,03 por cota.
O VBI Logística chegou a depositar um caução equivalente a três meses de aluguel, uma requisição da Justiça para que o despejo fosse efetivado. Mas, antes que o FII pudesse comemorar publicamente a vitória nos tribunais, a Americanas recorreu da decisão e obteve a revogação da liminar na sexta-feira.
Além disso, a varejista também efetuou um pagamento complementar do aluguel vencido de cerca de R$ 0,01 por cota. O depósito elevou para R$ 0,04 por cota o total quitado pela companhia. Ainda assim, a Aratulog afirma que "prosseguirá com as medidas cabíveis" para dar andamento à ação de despejo.
Vale destacar que Rodrigo Abbud, um dos gestores do VBI Logística, já havia revelado que a desocupação do imóvel pode ser favorável para o FII.
Leia Também
Segundo Abbud, há um potencial de upside na receita gerada pelo espaço. Isso porque, atualmente, o valor do contrato com a companhia está cerca de 20% abaixo do valor de mercado do ativo. Ou seja, uma nova locação traria um impacto positivo de aproximadamente R$ 0,02 por cota.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas