O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco também aumentou o preço-alvo da Cogna (COGN3) para R$ 2,70 e está mais otimista com os resultados que virão em 2023
De olho nas perspectivas de ganhos mais positivos nos próximos meses, o Bradesco BBI elevou a recomendação da Cogna (COGN3) de venda para neutro. Além disso, o preço-alvo passou de R$ 2,40 para R$ 2,70 no fim de 2023 — potencial de alta de 25% se considerado o fechamento de sexta-feira (27).
A visão mais positiva é justificada pelo impulso operacional recente, estimativa de recuperação contínua de margens e projeção de uma alta de 15% no crescimento das receitas neste ano.
Segundo os analistas do banco, a aceleração no crescimento das receitas da Cogna deve vir principalmente graças à Kroton, com um bom controle de custos e alavancagem operacional, além da retomada do segmento presencial.
Além disso, a atuação da Sabre na linha de livros didáticos também deve colaborar e ser impulsionada com o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), iniciativa do governo federal para disponibilização desse tipo de material.
Por fim, o Bradesco BBI afirma que a Vasta deve continuar crescendo em ritmo acelerado neste ano, destacando também seu controle de custos.
Apesar dos desafios macroeconômicos, a equipe do banco afirma que o mix de negócios das empresas de educação melhoraram de maneira geral, o que sustenta uma visão mais positiva para elas em 2023.
Leia Também
Entre os destaques positivos estão os cursos de medicina — que possuem as mensalidades mais caras —, os sistemas de ensino e livros didáticos e as marcas de alto padrão, como o Ibmec. Juntas, essas linhas de negócio representaram uma 50%, 40% e 36% do Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de Ânima, Cogna e Yduqs em 2022, respectivamente.
"Esses negócios são inegavelmente mais resilientes, mais lucrativos e crescem acima do segmento regular de ensino superior, que foi atingido nos últimos anos pelo fim do Fies, macro, concorrência e mudança para o ensino à distância. Vemos essa mudança no mix como positiva, pois poderia justificar melhores múltiplos, taxas de desconto mais baixas e crescimento mais alto", escreve a equipe.
Neste ano, essas mesmas linhas devem continuar ajudando de maneira relevante as empresas de educação.
A Ânima (ANIM3) foi eleita a favorita do Bradesco BBI entre as educacionais por conta do foco em curss de medicina, os cursos de melhor qualidade e um bom espaço para expansão de margens
Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defender o retorno do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) aos moldes antigos, ainda durante sua campanha à presidência, as empresas de educação se valorizaram na bolsa diante da esperança de que elas voltassem a crescer sustentadas por esse tipo de iniciativa.
Mas, no mesmo relatório, o Bradesco BBI aponta que esse potencial já não é mais precificado pelo mercado, com as ações do setor 19% abaixo do Ibovespa desde que Lula tocou neste assunto pela primeira vez em 17 de setembro.
"Ressaltamos que um novo ciclo do Fies pode ser relevante, especialmente para a Ânima, com potencial de alta de 26%, contra 11% para YDUQ3 e 8% para COGN3", diz o relatório.
Assim, hoje fica mais difícil compreender qual será o real efeito dessas iniciativas para as ações do setor.
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados