O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco suíço elevou a recomendação desse papel de neutra para compra, mas cortou o preço-alvo de R$ 50 para R$ 48 para 12 meses
Uma ação que está barata demais já chamaria atenção dos investidores, se ela pagar bons dividendos, os motivos para ter o papel em carteira aumentam. E é nisso que se baseia a avaliação do UBS BB sobre a Engie Brasil (ENGIE3).
O banco suíço elevou a recomendação para ENGIE3 de neutra para compra, mas cortou o preço-alvo das ações de R$ 50 para R$ 48 para 12 meses — o que implica um potencial de valorização de 23% com relação à cotação atual.
De acordo com o UBS, a Engie é um player consistente, com histórico comprovado e atualmente muita barata para ignorar.
Além disso, o banco considera a Engie como uma empresa de primeira linha, com previsibilidade de receita, histórico sólido e transformação de um gerador de energia puro para uma companhia de energia com ativos de transmissão e transporte de gás natural no portfólio.
“Acreditamos que a Engie esteja bem isolada do ambiente atual de baixos preços de energia, com sua energia bem contratada em 2023-2025 a um preço médio de R$ 220 por MWh”, diz o UBS BB em nota.
Além de ser considerada barata neste momento, a Engie também deve continuar como uma boa pagadora de dividendos, segundo o UBS BB.
Leia Também
Segundo cálculos do banco, com base no último preço de fechamento, a empresa deve alcançar um rendimento médio de dividendos de 5,7% nos próximos cinco anos.
O UBS BB ainda vê a estratégia de diversificação da Engie de forma positiva, dados os projetos em construção e implantação em geração e transmissão.
No entanto, nem tudo são flores no caminho da empresa, que tem cerca de R$ 11 bilhões em capex para desembolsar nos próximos dois anos e pode precisar levantar mais recursos.
Ainda assim, o banco não enxerga isso como um problema importante, já que a Engie é uma empresa com classificação de crédito AAA — a mais alta da escala.
Embora o cenário seja favorável para a Engie, o UBS BB alerta que existem riscos para as previsões do banco.
O primeiro dele é a questão de o custo marginal de expansão das empresas do setor estar diretamente ligado aos preços de energia de longo prazo. Portanto, se os preços permanecerem em uma tendência de queda por mais tempo, a Engie poderá sofrer com a contração.
No mesmo tópico, se os preços de energia permanecerem mais baixos do que o período de energia contratada da Engie, a empresa pode ter que recontratar energia a preços mais baixos, o que pode ser um destrutivo de valor, dependendo das condições, segundo o UBS BB.
Por fim, o capex dos projetos Assuruá e Assú Sol pode aumentar mais do que o esperado ou pode exigir a conclusão de financiamento adicional, o que pode levar à destruição de valor.
“Achamos que isso é improvável, dado o histórico sólido e comprovado da empresa em entregar projetos no prazo e dentro do orçamento”, diz o UBS BB.
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos