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Redução da taxa básica de juros do País não deve ser brusca, mas terá efeito imediato no custo de captação do banco
O Banco do Brasil (BBAS3) tem uma expectativa de que a taxa básica de juros da economia, a Selic, comece a cair a partir do segundo semestre deste ano, uma previsão condizente com a de alguns participantes do mercado.
A queda, na visão do banco, terá efeito imediato positivo ao reduzir o custo de captação. Ao mesmo tempo, porém, ocasionará a reprecificação das carteiras e de novos contratos.
“Nós já estamos adotando outras medidas para nos preparar dentro da ótica de gestão integrada de ativos e passivos (ALM) para o novo cenário de redução de taxa de juros”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira, Geovane Tobias, durante coletiva de imprensa.
Ele destacou, no entanto, que não espera que haja um hard landing, ou seja, um corte brusco na Selic.
Quanto a uma possível redução nos juros do crédito concedido, a diretoria do BB destacou que não vê políticas anticíclicas sem que elas tenham um modelo técnico para ampará-las sustentavelmente.
O crédito mais escasso e mais caro no Brasil tem sido diretamente responsável pelo aumento do endividamento das empresas nos últimos meses.
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No primeiro trimestre deste ano, o Banco do Brasil registrou um aumento das dívidas vencidas há mais de 90 dias nos clientes PJ, uma tendência que a diretoria classifica como uma normalização depois de níveis excessivamente baixos.
O ritmo, no entanto, parece controlado. A deterioração da inadimplência PJ cresceu de 1,23% no 1T22 para 2,13% no 1T23.
“Obviamente, temos monitoramento contínuo e muito próximo de todos os clientes e procuramos atuar com antecipação, entendendo as pressões que podem estar sendo exercidas”, afirmou Felipe Prince, vice-presidente de gestão de risco.
No caso das pessoas físicas, o BB informou que atingiu o pico da inadimplência. No primeiro trimestre deste ano, o índice desses clientes chegou a 5,39% da carteira, o que representa uma queda em relação aos 5,44% registrados no quarto trimestre de 2022.
A inadimplência do BB como um todo teve uma leve deterioração no primeiro trimestre, chegando a 2,62%, vindo de 2,51% no período anterior. O índice está abaixo da média do sistema financeiro, de 3,30%.
O principal exemplo da crise de crédito no Brasil foi a recuperação judicial da Americanas em janeiro. Os bancos, principais credores da varejista, tiveram postura incisiva na negociação.
O Banco do Brasil é dos que tem a menor exposição à companhia e decidiu provisionar apenas 50% do crédito concedido no balanço do quarto trimestre de 2022. Não houve provisionamento adicional nos números referentes ao primeiro trimestre de 2023.
A expectativa do BB é de que a aprovação do plano de recuperação judicial da Americanas aconteça até o fim de junho.
“Todos os bancos souberam se entender e, consequentemente, obter uma proposta de plano de recuperação judicial bem mais favorável do que a que se desenhava inicialmente”, afirmou Felipe Prince.
Visto o alto nível de endividamento da população brasileira, os bancos têm tido um papel importante no desenvolvimento do programa Desenrola, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Mas o anúncio oficial do programa tem sofrido com sucessivos adiamentos devido a dificuldades técnicas no desenvolvimento da ferramenta.
De acordo com Tarciana Medeiros, presidente do BB, a estimativa é de que o programa seja lançado entre o final do primeiro semestre e início do segundo.
“É uma questão de desenvolvimento de uma ferramenta tecnológica, de uma clearing que una credores e devedores. A complexidade está no desenvolvimento mesmo”, disse Tarciana.
Ela destacou que, independentemente do Desenrola, o Banco do Brasil aumentou as renegociações no primeiro trimestre e conseguiu recuperar R$ 2,5 bilhões.
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
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