O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Consideradas todas as fabricantes de computadores, as entregas do mercado de PCs caíram 29%, para 56,9 milhões de unidades
O mar não está para peixe — especialmente para as fabricantes de computadores. Em um um começo de ano complicado, as empresas do setor enfrentam a desaceleração da procura por PCs, que tinha passado por um impulso em meio à pandemia. E a Apple (AAPL34) carrega o pior desempenho entre as gigantes da tecnologia.
Depois de entregar um balanço mais fraco que o esperado no quarto trimestre de 2022, a fabricante do iPhone agora enfrenta uma derrocada na demanda por computadores entre janeiro e março deste ano.
As remessas de MacBooks, iMacs e outros produtos da linha de computadores pessoais da Apple recuaram 40,5% no primeiro trimestre em comparação com igual intervalo do ano passado, para apenas 4,1 milhões de unidades, de acordo com o último relatório da IDC.
A queda fez a participação de mercado da Apple, que integrava o segmento de PCs com a linha de Macs, diminuir 1,4 ponto percentual na base anual, baixando de 8,6% para 7,2%.
Os analistas do Itaú BBA enxergam o relatório da IDC como ponto de atenção para o futuro da fabricante de iPhones e Macs.
Em meio aos números “mais fracos” que o esperado, o banco manteve a recomendação de venda para os papéis da Apple, negociados na Nasdaq sob o ticker AAPL.
Leia Também
“Nosso viés em relação à Apple tem sido taticamente mais positivo, dado a uma demanda mais forte do que o esperado e resiliência nas margens, além de um balanço patrimonial muito forte, o que torna a ação um bom lugar para se esconder no ambiente atual”, afirma o Itaú, em relatório.
Mas, apesar desses fatores positivos, o banco também vê pontos de atenção, o que justifica a postura cautelosa. “Continuamos a ver riscos para uma demanda tão forte e, com a ação sendo negociada a um múltiplo de mais de 28 vezes o preço sobre lucro para 2023, mantemos nossa classificação de underperform [venda].”
O banco fixou o preço-alvo em US$ 116 por papel para 2023, o que implica em uma queda de 29,5% em relação à cotação do último fechamento, de US$ 164,66 por ação AAPL.
Quando consideradas todas as fabricantes de computadores, as entregas do mercado de PCs caíram 29%, para 56,9 milhões de unidades — abaixo dos níveis de 2019. Além da queda trimestral, as empresas ainda lidam com o problema de excesso de estoque.
“Demanda fraca, excesso de estoque e piora do clima macroeconômico foram fatores que contribuíram para a queda vertiginosa nas remessas de PCs tradicionais durante o primeiro trimestre de 2023”, afirmou a IDC, no relatório.
Além da Apple, as principais líderes do mercado de computadores também estiveram em apuros ao longo do primeiro trimestre — ainda que com desempenhos menos negativos que a dona do iPhone.
A Lenovo e a Dell Technologies registraram quedas superiores a 30%, com recuos de 30,3% e 31%, respectivamente. Enquanto isso, a HP caiu 24,2% na mesma base, e a Asus recuou 30,3%.
Segundo a IDC, a pausa no crescimento e na demanda também está dando à cadeia de suprimentos espaço para mudanças — até mesmo na produção, com muitas empresas tecnológicas explorando a possibilidade de abrir fábricas fora da China.
“As remessas de PC provavelmente sofrerão no curto prazo, com um retorno ao crescimento no final do ano, com uma melhora esperada na economia global.”
Os pesquisadores projetam uma potencial recuperação para as fabricantes de computador em 2024, impulsionada por uma “combinação de hardware antigo que precisará ser substituído e uma economia global em melhoria”.
*Com informações de Bloomberg
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro