O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Total das dívidas da Americanas com os credores mais frágeis soma R$ 192,4 milhões, uma fração mínima do total que consta na recuperação judicial
A Americanas (AMER3) está empenhada em honrar suas dívidas trabalhistas e com micro e pequenas empresas e solicitou ao administrador do seu processo de recuperação judicial uma autorização para pagar integralmente os débitos com esses credores.
O total das dívidas com esse público soma R$ 192,4 milhões e, caso consiga a autorização para quitá-las, a Americanas utilizará recursos obtidos com um financiamento DIP conquistado na semana passada. A varejista está autorizada a emitir até R$ 2 bilhões em debêntures na modalidade DIP (debtor-in-possession) com prazo de 24 meses. Os acionistas de referência - Jorge Paulo Lehmann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles prometeram financiar R$ 1 bilhão do total.
Em nota enviada à imprensa, a Americanas diz que buscou essa solução para pagar os credores mais frágeis da lista por entender que a recuperação judicial "em provocado efeitos socioeconômicos relevantes no funcionamento desses pequenos negócios".
A varejista destaca, ainda, que o valor devido a esses credores é bastante reduzido em relação ao montante total de dívidas da recuperação judicial, que ultrapassa R$ 42 bilhões.
"Além disso, com a aprovação desse pedido, a Americanas fortalecerá ainda mais os esforços para a construção de consenso para o pagamento dos credores inseridos na classe 3, onde estão listados os créditos mais expressivos, e que será apresentado na forma do Plano de Recuperação Judicial oportunamente", afirmou a Americanas.
A varejista entrou com pedido de recuperação judicial no dia 19 de janeiro, após a revelação de uma "inconsistência contábil" da ordem de R$ 20 bilhões. A varejista montou um comitê independente para investigar o buraco e, nesse meio tempo, a ação da Americanas quase virou pó na bolsa.
Leia Também
O imbróglio ganhou contornos de disputa judicial antes da empresa protocolar a recuperação, quando a Americanas obteve uma decisão no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que suspendia qualquer vencimento antecipado de dívidas e bloqueio de bens da companhia.
No seu pedido à Justiça, a Americanas disse que alguns credores já a estavam notificando para declarar o vencimento antecipado das obrigações, citando especificamente uma dívida junto ao BTG Pactual no valor de R$ 1,2 bilhão. O documento trouxe, ainda, uma explicação na qual a dívida total da varejista chegava a R$ 40 bilhões.
O BTG decidiu entrar com mandado de segurança com pedido de liminar na terça-feira (17). A liminar foi concedida ontem (18) e, depois dela, outros bancos resolveram entrar na Justiça contra a tutela cautelar da Americanas. Assim, com apenas R$ 800 milhões em caixa e os bancos no seu cangote, a varejista se viu obrigada a protocolar o pedido de recuperação judicial.
Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas
O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.
Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições
A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro
Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas
Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores
Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão
Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa
Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa
João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto
O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano
O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale
Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos
Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO
Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano
Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar
Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3
Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano
Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado
Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor