🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Elo mais fraco

Americanas pede autorização judicial para pagar dívidas trabalhistas e com micro e pequenas empresas

Total das dívidas da Americanas com os credores mais frágeis soma R$ 192,4 milhões, uma fração mínima do total que consta na recuperação judicial

Print do site da página inicial do site da Americanas (AMER3)
Imagem: Divulgação

A Americanas (AMER3) está empenhada em honrar suas dívidas trabalhistas e com micro e pequenas empresas e solicitou ao administrador do seu processo de recuperação judicial uma autorização para pagar integralmente os débitos com esses credores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O total das dívidas com esse público soma R$ 192,4 milhões e, caso consiga a autorização para quitá-las, a Americanas utilizará recursos obtidos com um financiamento DIP conquistado na semana passada. A varejista está autorizada a emitir até R$ 2 bilhões em debêntures na modalidade DIP (debtor-in-possession) com prazo de 24 meses. Os acionistas de referência - Jorge Paulo Lehmann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles prometeram financiar R$ 1 bilhão do total.

Em nota enviada à imprensa, a Americanas diz que buscou essa solução para pagar os credores mais frágeis da lista por entender que a recuperação judicial "em provocado efeitos socioeconômicos relevantes no funcionamento desses pequenos negócios".

A varejista destaca, ainda, que o valor devido a esses credores é bastante reduzido em relação ao montante total de dívidas da recuperação judicial, que ultrapassa R$ 42 bilhões.

"Além disso, com a aprovação desse pedido, a Americanas fortalecerá ainda mais os esforços para a construção de consenso para o pagamento dos credores inseridos na classe 3, onde estão listados os créditos mais expressivos, e que será apresentado na forma do Plano de Recuperação Judicial oportunamente", afirmou a Americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Relembre o escândalo da Americanas

A varejista entrou com pedido de recuperação judicial no dia 19 de janeiro, após a revelação de uma "inconsistência contábil" da ordem de R$ 20 bilhões. A varejista montou um comitê independente para investigar o buraco e, nesse meio tempo, a ação da Americanas quase virou pó na bolsa.

Leia Também

TER OU NÃO TER

Petróleo acima de US$ 100 muda a tese para Petrobras (PETR4)? O que ainda favorece — e o que ameaça — a ação 

MENOS ALARDE

IA vai destruir a humanidade? Neurocientista brasileiro rebate previsão alarmante de ex-pesquisadores da OpenAI

O imbróglio ganhou contornos de disputa judicial antes da empresa protocolar a recuperação, quando a Americanas obteve uma decisão no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que suspendia qualquer vencimento antecipado de dívidas e bloqueio de bens da companhia.

No seu pedido à Justiça, a Americanas disse que alguns credores já a estavam notificando para declarar o vencimento antecipado das obrigações, citando especificamente uma dívida junto ao BTG Pactual no valor de R$ 1,2 bilhão. O documento trouxe, ainda, uma explicação na qual a dívida total da varejista chegava a R$ 40 bilhões.

O BTG decidiu entrar com mandado de segurança com pedido de liminar na terça-feira (17). A liminar foi concedida ontem (18) e, depois dela, outros bancos resolveram entrar na Justiça contra a tutela cautelar da Americanas. Assim, com apenas R$ 800 milhões em caixa e os bancos no seu cangote, a varejista se viu obrigada a protocolar o pedido de recuperação judicial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
David Vélez, fundador e CEO do Nubank, durante evento de lançamento em Miami. 10 de setembro de 2026 - 13:41
Logo da BB Seguridade (BBSE3) 10 de setembro de 2026 - 11:33
Imagem mostra um panda comendo um bambu em zoológico 10 de setembro de 2026 - 10:52
ID da foto:1307414278 9 de setembro de 2026 - 17:57
9 de setembro de 2026 - 15:48
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 9 de setembro de 2026 - 14:27
SLC Agrícola 9 de setembro de 2026 - 11:17
Fachada do Banco Inter. 9 de setembro de 2026 - 9:39
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Fachada do Banco Inter. 8 de setembro de 2026 - 16:23
Luciano Hang Véio da Havan 8 de setembro de 2026 - 11:11
Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway e sucessor de Warren Buffett 7 de setembro de 2026 - 15:35
Imagem com logo da Oi 7 de setembro de 2026 - 9:20
6 de setembro de 2026 - 12:55
recuperação judicial, empresário com dívidas 6 de setembro de 2026 - 11:15

PODCAST TOUROS E URSOS

Por que tantas empresas estão quebrando no Brasil?

6 de setembro de 2026 - 11:15
A mão de um robô humanóide quase toca na mão de um ser humano 5 de setembro de 2026 - 14:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar