O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa precificou o follow on em R$ 0,80 por ação — cerca de 28% abaixo da cotação no último fechamento —, movimentando R$ 623 milhões
Após uma oferta de ações extremamente descontada em relação às expectativas iniciais, as ações da Via (VIIA3) — que passa a se apresentar como Grupo Casas Bahia — despencam na B3 nesta quinta-feira (14).
Logo na abertura do pregão de hoje, os papéis VIIA3 saíram de leilão com queda de 31,53% na bolsa brasileira, negociados a R$ 0,76. No acumulado de 2023, os ativos da varejista tiveram desvalorização de 68%.
Já era esperado que a Via teria que aceitar um desconto para emplacar a oferta devido à demanda mais fraca, mas o follow-on acabou captando bem menos do que o esperado.
Com um preço de R$ 0,80 por ação — cerca de 28% abaixo da cotação no último fechamento — e a emissão de 78.649.283 novos papéis, a oferta movimentou R$ 623 milhões.
Vale destacar que, inicialmente, a dona da Casas Bahia pretendia levantar quase R$ 1 bilhão com a operação.
A Via está em uma situação financeira delicada e tem necessidade de se capitalizar para reequilibrar o balanço — em uma situação semelhante à do IRB (IRBB3), aliás.
Leia Também
De acordo com a companhia, os recursos obtidos com a oferta serão destinados à conta de capital social da empresa e à formação de reserva de capital.
Segundo o fato relevante arquivado na CVM, metade do preço por papel fixado no follow-on — isto é, R$ 0,40 por ação — será destinado à conta de capital social.
Com isso, o capital social da varejista será aumentado em R$ 311,45 milhões, para R$ 5,45 bilhões, dividido em 2.377.080.572 ações.
Por sua vez, a outra metade dos recursos levantados com o follow-on formará a reserva de capital da varejista, em uma quantia total de R$ 311,46 milhões.
Vale lembrar que, para atrair investidores para participar da oferta, a Via também tinha anunciado que entregaria a cada participante quatro bônus de subscrição para cada cinco papéis.
A dona da Casas Bahia aprovou a emissão de até 622.919.426 bônus de subscrição aos investidores que entrarem na oferta. A empresa entregará quatro bônus de subscrição para cada cinco ações.
Cada “promoção” dará ao investidor o direito de comprar uma ação da Via (VIIA3) pelo mesmo preço da oferta, em um prazo de até 12 meses.
Caso a totalidade dos 622.919.426 bônus de subscrição seja emitida, o montante total captado pela companhia por meio da oferta será de R$ 1,12 bilhão.
As ações emitidas com a oferta e os bônus de subscrição passarão a ser negociados na B3 na próxima segunda-feira (18).
É importante ressaltar que, a partir do pregão de 20 de setembro, os papéis da Via (VIIA3) passarão a ser negociados na bolsa brasileira sob o ticker BHIA3.
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações