O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa serviços marítimos cobrava legamente há mais de dois anos a petroleira pelo descumprimento das regras de circulação de bandeira estrangeira ligadas ao navio Up Coral
No direito, quando um processo "transita em julgado" significa que o julgamento é definitivo, ou seja, não cabem mais recursos. Esse agora é o caso de uma batalha judicial travada entre a Petrobras (PETR4) e a Oceanpact (OPCT3) na qual a última companhia saiu vitoriosa.
A empresa de serviços marítimos, que hoje vale pouco mais de R$ 1 bilhão na B3, cobrava legalmente há mais de dois anos a petroleira pelo descumprimento das regras de circulação de bandeira estrangeira ligadas ao navio Up Coral.
A primeira vitória foi obtida em dezembro do ano passado, quando a Justiça considerou que a Petrobras rescindiu o contrato de forma indevida e condenou a estatal a pagar à companhia um montante milionário.
Mas ainda cabiam recursos à decisão. Agora, porém, segundo comunicado enviado pela OceanPact ao mercado nesta sexta-feira (22), foi publicada a certificação do trânsito em julgado do processo, que corria na 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, e a Petrobras não tem mais como evitar o pagamento.
De acordo com o documento, foram mantidos os termos da sentença recorrida, mas ela ainda deverá ser submetida ao procedimento de liquidação — para que seja cumprida.
A empresa ainda não revelou qual foi o valor final do processo. Mas a expectativa é que a Oceanpact receba aproximadamente R$ 500 milhões da Petrobras, de acordo com cálculos dos analistas do Bradesco BBI.
Leia Também
Com isso, as ações da empresa operaram em alta na B3 hoje. Mais cedo, os papéis OPCT3 chegaram a subir quase 10% e fecharam o dia com ganhos de 8,43%, a R$ 5,66, enquanto as ações da Petrobras (PETR4) avançaram 0,80%, a R$ 34,03.
A "small cap" integra o portfólio de vários fundos de ações com foco no longo prazo, como Dynamo, Leblon Equities e HIX Investimentos.
A sentença proferida em dezembro detalhou o que a OceanPact vai cobrar da Petrobras:
Caberá ainda à estatal arcar com as custas do processo e dos honorários advocatícios, que serão equivalentes a 10% do valor final da condenação.
A disputa entre a Oceanpact e a Petrobras começou em 2017, quando a estatal contratou por licitação o aluguel da embarcação de suporte PSV — normalmente usada para conectar plataformas a sistemas de produção de petróleo —, com prazo de vigência de seis anos, que poderiam ser estendidos por mais seis anos.
Então, cabia à petroleira pagar as taxas diárias do afretamento do navio e conseguir as licenças com o órgão responsável, que duravam 12 meses, e renová-las após o vencimento.
Porém, depois do período de um ano, a Petrobras não renovou a licença por “impossibilidade” e deu por encerrados os contratos — apesar de a embarcação estar disponível para uso, de acordo com a Oceanpact.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas