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São mais de US$ 2,1 bilhões em volume negociado, segundo o portal que compila os dados das principais exchanges do mundo
A quarta maior corretora de criptomoedas (exchange) do planeta chegou ao Brasil. A OKX comunicou o mercado por meio de nota que lançou sua plataforma e carteira digital (wallet) no país na manhã desta segunda-feira (27).
Segundo o portal Coin Market Cap, a corretora possui mais de US$ 12 bilhões de ativos sob gestão e disponibiliza uma centena de criptomoedas para os clientes negociarem, como bitcoin (BTC), ethereum (ETH), BNB (BNB), solana (SOL), polygon (MATIC), avalanche (AVAX), entre outras.
São mais de US$ 2,1 bilhões em volume negociado, segundo o portal que compila os dados das principais exchanges do mundo.
A OKX Wallet também permite aos investidores entrarem no universo da Web 3.0 e gerenciar produtos de finanças descentralizadas (DeFi), negociar NFTs, usar aplicativos descentralizados (DApps), etc.
Um estudo recente encomendado pela OKX Brasil mostrou que a segurança é atualmente uma das principais preocupações dos usuários de criptomoedas no país.
Mais de 90% dos entrevistados mostraram interesse em ter informações mais claras e transparentes de segurança.
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Além disso, 86% concordaram que a Prova de Reservas (proof of reserves, ou PoR) pode contribuir positivamente com o mercado de criptomoedas. Leia mais aqui sobre o PoR.
Segundo a demonstração mais recente, os colaterais detidos pela OKX cobrem 103% dos seus ativos.
Quem assumirá os negócios no Brasil será Guilherme Sacamone, que ocupou cargos de liderança na Crypto.com, Facebook e PicPay antes de assumir o posto na corretora.
O Brasil é visto como um dos polos mais promissores de criptomoedas do mundo, sendo disputado pelas principais corretoras do planeta.
E o momento das criptomoedas é de “descongelamento”. Após o Longo Inverno de 2022 e a pressão contínua em 2023, os preços dos principais ativos digitais do planeta seguem em descompressão nos últimos meses do ano. Confira:
| # | Name | Price | 24h % | 7d % | YTD % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 37.067,02 | -1,66% | -0,30% | 124,01% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.025,48 | -2,86% | -0,05% | 69,26% |
| 3 | Tether USDt (USDT) | US$ 1,00 | 0,00% | -0,04% | 0,07% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 226,09 | -3,24% | -8,73% | -8,22% |
| 5 | XRP (XRP) | US$ 0,6041 | -4,12% | -3,18% | 77,73% |
| 6 | USDC (USDC) | US$ 1,00 | 0,03% | 0,00% | 0,01% |
| 7 | Solana (SOL) | US$ 55,12 | -4,73% | -8,17% | 453,28% |
| 8 | Cardano (ADA) | US$ 0,3812 | -2,57% | -2,90% | 54,72% |
| 9 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,07924 | -1,77% | -2,57% | 12,75% |
| 10 | TRON (TRX) | US$ 0,01043 | -3,66% | -0,38% | 91,44% |
Somado a isso, o relativo alívio regulatório nos Estados Unidos e as chances de lançamento de um ETF de bitcoin à vista no país dão boas perspectivas ao mercado.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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