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Do rei ao faraó, passando pelo sheik, saiba como evitar ciladas no mercado de criptomoedas após três histórias de fracasso
A principal diferença entre um reinado e um império é o caráter expansionista de um imperador. Alexandre, o Grande, teria sido apenas mais um governante da Macedônia e Gengis Khan teria tido mais tempo para apreciar as paisagens da Mongólia não fosse a vontade de dominar novos terrenos. E muitos magnatas do mercado de criptomoedas aproveitaram o título — somado ao “do bitcoin” — para tentar captar alguma grandeza.
É claro, o que ninguém esperava às suas respectivas épocas era uma queda da grandeza. E os tais Faraós, Reis e Sheiks do Bitcoin também tiveram seus dias ruins — alguns deles, com ruínas que são disputadas na justiça até hoje.
Apesar de muitos terem caído ao longo do caminho — como é o caso da FTX, de Sam Bankman-Fried, e do protocolo Terra (LUNA), do sul-coreano Do Kwon —, alguns representantes do setor se auto-intitularam imperadores das criptomoedas.
Entretanto, um título tão exorbitante não garantiu qualquer ausência de penalidade — nem aqui, nem no exterior.
Confira a seguir três histórias da ruína de impérios no mercado de criptomoedas:
O nome de Glaidson Acácio dos Santos ganhou o noticiário em 2021, quando o então chamado “Faraó dos Bitcoins” foi preso em uma operação da Polícia Federal que investigava a GAS Consultoria por desvio de dinheiro e criação de uma pirâmide financeira envolvendo bitcoin.
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Antes de receber o título literalmente faraônico, Glaidson já havia sido garçom e pastor da Igreja Universal. A GAS prometia um retorno de até 10% com investimentos em bitcoin e outras criptomoedas.
Entretanto, como apontam as investigações, o dinheiro dos clientes era usado para sustentar a vida de luxo de Glaidson. Dados preliminares da investigação apontam que o esquema movimentou R$ 40 bilhões em 10 anos.
Além do esquema de fraude, Glaidson segue preso preventivamente por indícios de que ele gerenciava uma quadrilha que garantia a hegemonia na região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
O jovem canadense de 23 anos Aiden Pleterski é mais conhecido como “Rei de Cripto” (ou Crypto King) — ele também é famoso por aplicar um golpe de R$ 146 milhões em clientes do país.
A história de Pleterski é parecida com a de Glaidson: a promessa de lucros extraordinários com criptomoedas atraía investidores desavisados — mas, ao invés de colocar o dinheiro em aplicações financeiras, os recursos sustentavam uma vida de luxo do magnata.
O caso do Crypto King só veio à tona no final de 2022, quando o pai de Pleterski denunciou que o filho teria sido sequestrado e torturado por três dias por causa do desvio de dinheiro.
No entanto, a história tem mais lacunas do que explicações. A polícia de Toronto não informou como o rapaz foi libertado, se houve pagamento de fiança ou ainda se os criminosos haviam sido lesados pelo Rei das Criptos.
A verdade é que Pleterski usou cerca de R$ 58 milhões para financiar viagens de jatinho, hotéis e carros de luxo em suas férias.
Segundo os documentos, o canadense possuía mais de dez carros esportivos, incluindo um McLaren Senna, adquirido em 2021 por R$ 6,15 milhões, além de propriedades milionárias em Ontário.
O golpista responde em liberdade, mas os clientes que viram seus fundos evaporarem não ficaram parados. Eles se juntaram e criaram um site para denunciar Pleterski e evitar que ele fizesse novas vítimas.
Fechando a lista de golpistas, Francisley Valdevino da Silva, mais conhecido como o Sheik do Bitcoin, ganhou notoriedade após ser preso no final do ano passado.
E — assim como o Rei e o Faraó —, o Sheik também cometeu crimes envolvendo “estelionato, lavagem de capitais e organização criminosa", segundo o relatório da época. Ele era apontado como dono de mais de uma centena de empresas, entre elas a Rental Coins.
Mas o caso de Francisley envolveu nomes que ganharam manchetes. Entre as vítimas que denunciaram o empresário estão Sasha Meneghel e o marido João Figueiredo, que teriam perdido R$ 1,2 milhão.
As promessas do Sheik eram de retornos entre 8,5% e 13,5% com uma espécie de staking, investimento conhecido por ser o equivalente à “renda fixa” no universo das criptomoedas. O usuário empresta seus tokens e recebe uma taxa em cima daquele ativo — leia mais aqui.
Se uma pessoa vestida de sheik árabe, rei ou faraó não te convenceu de que pode se tratar de um golpe envolvendo investimento, aqui vão algumas dicas de como evitar ciladas.
Em primeiro lugar, a pesquisa é uma ferramenta essencial antes de começar qualquer investimento. No mercado de criptomoedas, existem muitos oportunistas querendo se aproveitar dos ganhos que o setor pode gerar.
Existem investimentos que dão retornos astronômicos nesse segmento. Entretanto, são altamente arriscados e é preciso tomar o dobro de cuidado nesses casos.
Investigar um pouco sobre a reputação das empresas, opiniões de outros clientes e mesmo a idoneidade dos membros pode ser um primeiro indício.
Se você for do tipo pouco paciente, evite projetos e empresas com promessas extraordinárias. Procure corretoras (exchanges) conhecidas e invista em tokens que já tem algum posicionamento no mercado.
Mas a dica de ouro é: não aloque mais de 5% dos seus investimentos em criptomoedas — essa é uma indicação de especialistas do setor.
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