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A mestre de obras e guardiã do Tesouro americano, Janet Yellen, já avisou: se o teto da dívida dos Estados Unidos não for reformado e elevado, a maior economia do mundo pode parar de honrar com os seus compromissos financeiros já no primeiro dia de junho.
A administração Biden tenta arquitetar um teto que conserve os planos do governo de continuar expandindo os gastos sociais e de investimento em uma economia mais verde e sustentável. Já os congressistas republicanos, que detêm a maioria na Câmara, olham para questões estruturais — e, como engenheiros desse projeto, exigem contrapartidas para aprovar a reforma.
Ao longo da história, o teto da dívida pública americana ganhou um puxadinho mais de 80 vezes — sendo três deles ao longo da gestão de Donald Trump. E esse é um fato rotineiramente utilizado no debate entre os dois principais partidos do país.
Os democratas, liderados por Joe Biden, batem na tecla de que, nos últimos anos, a expansão no teto não veio atrelada a medidas de austeridade fiscal e corte de gastos. Já os republicanos fazem questão de lembrar que a aprovação da medida só ocorrerá se o governo aceitar o corte nas despesas — principalmente as ligadas a programas sociais —, deixando de fora um eventual aumento da carga tributária.
Esse é o enredo que se desenrola nas últimas semanas, deixando as bolsas americanas próximas da estabilidade, mas o tempo está se esgotando. Ontem, Biden e o presidente da Câmara dos Representantes chegaram a se reunir e se mostraram otimistas com as negociações, mas um novo dia se encerrou sem um desfecho favorável.
Enquanto os responsáveis não acertam os detalhes finais da planta, o mercado financeiro fica apreensivo — com a curva de juros pressionada e Nova York no vermelho.
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Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, a reforma do cenário fiscal brasileiro parece bem encaminhada — com os engenheiros-chefes Arthur Lira, Rodrigo Pacheco, Fernando Haddad e Roberto Campos Neto mostrando confiança que a união dos Poderes levará ao sucesso da empreitada.
Puxado por empresas petroleiras e produtoras de papel e celulose, o Ibovespa parecia destinado a ignorar a cautela vista em Wall Street, mas acabou cedendo.
O principal índice da bolsa brasileira encerrou o dia em queda de 0,26%, aos 109.928 pontos. O dólar à vista teve leve alta de 0,03%, a R$ 4,9722.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
OPORTUNIDADE NA BOLSA?
BTG Pactual eleva preço-alvo para ações da XP. É hora de comprar? Para a equipe de análise do banco, os papéis da corretora negociados em Wall Street estão baratos e têm potencial para subir 13% em relação às cotações atuais.
ANTES TARDE DO QUE NUNCA
Após vários atrasos, Oi (OIBR3) revela seu balanço referente ao quarto trimestre de 2022 — veja os números. Em sua segunda recuperação judicial, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 17,6 bilhões nos últimos três meses do ano passado.
NEGÓCIOS
Valid anuncia aquisição que pode passar de R$ 40 milhões; ações sobem quase 30% em um mês na B3. A empresa fechou a compra da Flexdoc, que atua na automação de processos e validação de dados e documentos.
TIJOLO EM DESTAQUE
Fundo TRXF11 vende imóvel com lucro milionário e pode distribuir dividendos extraordinários. O empreendimento em questão está atualmente locado para o Grupo Pão de Açúcar e foi negociado por uma soma superior a seu valor de mercado.
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