O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar de a Via (VIIA3) ter capturado parte do tráfego online dos sites da Americanas após a crise na empresa, outras concorrentes devem se beneficiar do caos na varejista
Até o início da crise, a Americanas (AMER3) se posicionava como um verdadeiro titã do varejo. Acontece que a revelação de um rombo contábil na empresa abriu uma janela de oportunidade para as rivais, que parecem preparadas para abocanhar o espaço antes ocupado pela companhia — especialmente no que diz respeito ao e-commerce.
Segundo relatório do Itaú BBA, a companhia perdeu cerca de 57% do fluxo nos sites — incluindo Americanas.com, Submarino e Shoptime — entre o anúncio da saída de Sérgio Rial do cargo de CEO até o fim de janeiro.
Acontece que, na visão dos fundadores e gestores da Aster Capital, Marcello Silva e Rodrigo Nasser, nem todas as concorrentes serão capazes de absorver o mercado da empresa.
No episódio #32 do Market Makers, os gestores da Aster destrincharam o cenário do varejo após a divulgação da fraude contábil na Americanas e revelaram quais as três rivais da Lojas Americanas que podem se beneficiar do caos no setor.
É só dar play aqui para escutar o podcast completo:
Em conversa com os apresentadores Matheus Soares e Thiago Salomão, Rodrigo Nasser, da Aster, explicou que boa parte do mercado da Americanas (AMER3) deve ser absorvida pelas rivais da empresa.
Leia Também
Enquanto o setor de e-commerce perdeu cerca de 10% do tráfego entre 11 e 31 de janeiro, segundo o relatório do Itaú BBA, apenas uma empresa foi capaz de aumentar o fluxo para o site no período.
Acontece que essa mesma rival que pode ter abocanhado o fluxo dos sites da Americanas em janeiro não entra para a lista dos gestores da Aster para absorver o mercado de AMER3 no futuro.
Confira o episódio na íntegra:
Para a Aster Capital, o Magazine Luiza (MGLU3), o Mercado Livre (MELI34) e a Amazon (AMZO34) devem ser as principais beneficiadas pela crise contábil na Lojas Americanas.
“Você tem uma boa venda para ser capturada não só pelo Mercado Livre. Definitivamente, o Magazine Luiza está super bem posicionado para participar da absorção de demanda. A Amazon claramente está evoluindo [no Brasil] em todos os pontos, então também deve participar dessa absorção”, projeta Nasser.
Segundo Rodrigo Nasser, o modelo de negócios da Americanas é mais parecido com o Mercado Livre em relação à estrutura de vendedores, chamados de “sellers”.
“Quando você conversa com os sellers sobre onde vendem mais, geralmente [eles] trabalham com vários marketplaces. A distribuição era o Mercado Livre em primeiro lugar, a Americanas em segundo e o Magazine Luiza em terceiro lugar. Só depois vem a Via Varejo.”
Enquanto isso, os sites com maiores promoções ocupam os holofotes no coração dos consumidores. Desde o início da crise, o número de descontos nos sites da Americanas diminuiu drasticamente, o que impulsionou a migração dos clientes para outras páginas do e-commerce.
“Ele vai procurar algum produto e vai acabar não encontrando no site. Para onde esse consumidor deve ir, então? Provavelmente, para Mercado Livre, Magazine Luiza e Amazon.”
Assista ao episódio completo no Youtube:
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais
Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas
Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje
Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana
O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta