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Nome sujo no Serasa por causa de dívidas que não foram feitas por mim, como me livrar?

Na Dinheirista de hoje, uma vítima de fraude teve dívidas feitas por terceiros em seu nome e acabou inscrita em um cadastro de inadimplentes. Veja como resolver a situação

Julia Wiltgen ao lado do logo do Serasa
É uma boa ideia monitorar seu CPF de tempos em tempos nos cadastros de inadimplentes, como a Serasa. Imagem: Montagem Seu Dinheiro

Você tem disciplina financeira, mantém todas as contas em dia e não empresta seu nome a ninguém; mesmo assim, pasme, não está livre de ficar com o nome sujo. Você ainda pode ser vítima de fraude, ter dívidas feitas por terceiros em seu nome, e acabar inscrito em um cadastro de inadimplentes, como Serasa ou SPC.

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A pergunta da Dinheirista de hoje é de uma vítima de um desses golpes:

Descobri no Serasa que tenho um monte de dívidas que não foram feitas por mim. Magazine Luiza, Casas Bahia, Renner e assim por diante. O que posso fazer? Tem como evitar esse tipo de fraude? Vale a pena assinar o Serasa Premium? Devo bloquear a consulta ao score? (Não pretendo tomar qualquer crédito.)

Antes de passar à resposta, lembre-se de que você também pode ter as suas dúvidas sobre finanças pessoais e investimentos respondida neste espaço. Basta enviá-las por e-mail para adinheirista@seudinheiro.com. Agora, vamos ao caso.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o consumidor não pode ser responsabilizado por dívidas que não tenha contraído. No caso relatado, trata-se de uma fraude, ou seja, de um crime.

Consultado sobre o caso, o advogado criminalista Armando Mesquita Neto, do escritório A. Mesquita Advogados, orienta a vítima a registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia de polícia para iniciar uma investigação criminal.

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Ao mesmo tempo, é preciso entrar em contato com cada uma das empresas credoras, informando sobre a fraude e solicitando a anulação das dívidas indevidas em seu nome. “Forneça todas as informações relevantes às quais você tenha acesso, como datas, valores das dívidas e detalhes das compras que não foram feitas por você”, diz Mesquita Neto.

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É importante notificar também os órgãos de proteção ao crédito, como a própria Serasa, onde você tenha verificado que seu CPF foi inscrito. Mas verifique também outros cadastros, como o Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) e o Boa Vista SCPC.

Apresente a esses birôs de crédito as provas da fraude e o boletim de ocorrência. “Eles devem bloquear a negativação do seu nome por essas dívidas fraudulentas”, diz o advogado.

Quanto ao Serasa Premium, trata-se de um serviço pago de monitoramento de CPF que pode sim ser interessante. Mas pagando ou não pelo serviço, é sempre importante checar, de tempos em tempos, junto aos cadastros de inadimplentes, se está tudo certo com o seu CPF.

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“Caso você tenha dificuldade de resolver a situação, procure um advogado, pois pode ser cabível uma ação para contestar essas dívidas indevidas e buscar reparação pelos danos causados”, complementa Mesquita Neto.

Inadimplência de dívida renegociada e uso do FGTS para comprar imóvel

Além desta pergunta, no vídeo da Dinheirista desta semana, respondemos a outras duas dúvidas:

  • Estou devendo para o Banco do Brasil e gostaria de renegociar a dívida, porém o banco não quer aceitar porque recentemente eu já havia feito uma renegociação, a qual não estou conseguindo pagar. O que eu posso fazer?
  • Casei e compramos um imóvel em nome de ambos. Nos separamos mas não declaramos o bem na partilha do divórcio, apenas fizemos uma partilha genérica de 50% dos bens comuns do casal para cada um. Permaneci morando no apartamento e agora quero comprar a parte dele. Posso usar meu FGTS, por se tratar do meu primeiro imóvel?

As respostas completas para as três perguntas você confere no nosso canal de YouTube e no vídeo abaixo. Se quiser assistir apenas às respostas às duas últimas perguntas, você pode começar a ver a partir do minuto 04:00.

A Dinheirista, pronta para resolver suas aflições financeiras (ou te deixar mais desesperado). Envie a sua dúvida para adinheirista@seudinheiro.com.

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