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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

FOCO NAS MORADIAS POPULARES

Tenda (TEND3) sobe forte em dia de relançamento do ‘Minha Casa, Minha Vida’; confira as novidades do programa habitacional

Junto com a volta do tradicional nome, o presidente Lula anunciou o retorno da Faixa 1 do programa, destinada para famílias com renda bruta de até R$ 2.640

Larissa Vitória
Larissa Vitória
14 de fevereiro de 2023
14:48
Foto de um prédio ao lado de uma caixa d'água com o logo da Tenda (TEND3)
Edifício da Tenda - Imagem: Divulgação

O índice imobiliário da B3, que reúne as principais empresas do setor, acompanha a aversão ao risco do mercado e exibe mais quedas do que altas nesta terça-feira (14). Entre os poucos sinais verdes, no entanto, um deles chama a atenção dos investidores: a Tenda (TEND3) sobe forte.

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Por volta das 14h45, os papéis TEND3 avançavam 6%, cotados em R$ 4,23. Além deles, as ações de outra construtora focadas em empreendimentos de baixa renda, a MRV (MRVE3), também anotava ganhos mais modestos, de 0,16%.

O fôlego para as duas companhias vem diretamente da agenda presidencial: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) relança hoje o programa "Minha Casa, Minha Vida" (MCMV). A meta é contratar, até 2026, dois milhões de moradias.

Vale relembrar que a MRV é a maior construtora de moradias populares do país. Já a endividada Tenda pode apostar nos subsídios e financiamento ao setor para recuperar a rentabilidade da operação.

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O que muda no novo "Minha Casa, Minha Vida"

O "Minha Casa, Minha Vida" foi uma das principais marcas dos governos petistas, ajudando famílias brasileiras de baixa renda a realizarem o sonho da casa própria.

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Com a troca no comando do Executivo, porém, assumido por Jair Bolsonaro (PL) em 2019, minguaram os recursos destinados à fatia mais carente da população. O programa foi substítuido em 2020 pelo "Casa Verde e Amarela", que, segundo nota publicada pelo Planalto, excluía essa faixa de renda dos financiamentos.

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Junto com a volta do tradicional nome, Lula também anunciou o retorno da Faixa 1 do programa, destinada para famílias com renda bruta de até R$ 2.640 por mês. O objetivo é que até 50% das unidades financiadas e subsidiadas sejam destinadas a esse público.

Ainda segundo o Planalto, entre outras novidades do novo MCMV estão "a ampliação da inclusão da locação social, a possibilidade de aquisição de moradia urbana usada e a inclusão de famílias em situação de rua no programa".

A ideia é que os empreendimentos sejam construídos próximos a comércios, serviços e equipamentos públicos, além de contarem uma infraestrutura desenvolvida no entorno.

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