O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Rodolfo Amstalden, que é responsável pela carteira de small caps Empiricus Research, indica quais são seus critérios para escolher entre as “pequenas notáveis” da B3
Entre os diversos participantes que formam o mercado acionário, as pessoas físicas não costumam ser o elo mais forte, ao menos quando se trata da negociação de grandes papéis. Mas o jogo se inverte quando o assunto é small caps, na visão de Rodolfo Amstalden, sócio-fundador da Empiricus.
Amstalden, que é responsável pela carteira da categoria dentro da casa de análise, acredita que, se devidamente instruídos e orientados, os pequenos investidores podem ter uma vantagem em relação aos profissionais.
Vale relembrar que small cap é o nome dado a ação de uma companhia que tem uma capitalização menor na bolsa. Não há um limite oficial de valor de mercado para se enquadrar na classe, mas os analistas costumam considerar empresas de até R$ 10 bilhões.
“Por definição, uma pessoa física faz investimentos pequenos e atua abaixo do radar, podendo ter grandes upsides sem deslocar o papel. Já um gestor grande pode estragar a ação ao tentar entrar, seja pelo tamanho da posição ou pelo próprio impacto do boato no mercado”, explicou o analista nesta terça-feira (22) durante a participação no Small Caps Masters, evento promovido pelo Market Makers.
Para quem deseja se aproveitar dessa vantagem e incluir as small caps na carteira, o sócio-fundador da Empiricus aponta alguns fatores importantes na hora de considerar qual das “pequenas notáveis” da B3 deve entrar no portfólio.
“O universo de small caps é muito heterogêneo, ainda mais do que o de large caps, que são as maiores companhias. Então você tem que olhar cada empresa pelo que ela é”, afirma.
Leia Também
O primeiro filtro utilizado por Amstalden é a própria capitalização de até R$ 10 bilhões. Para ele, este é um universo no qual é possível ter alguma vantagem de análise em relação a grandes players.
A segunda dica é fugir de empresas com o que o analista chama de “complexo de vira-lata”.
Não estamos interessados em casos de ‘quanto pior, melhor’, de papéis que caíram muito e podem subir em breve com o corte nos juros. Essa estratégia em longo prazo não funciona: uma ação que caiu 90%, por exemplo, será que é apenas uma vítima das condições de mercado? Não quer dizer que fechamos os olhos para esses papéis, mas os analisaremos com muito mais ceticismo
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADERodolfo Amstalden
Amstalden destaca ainda que, por serem empresas menores, as small caps apresentam mais risco do que aquelas de grande porte. Para equilibrar a relação com o retorno, ele recomenda caprichar na análise fundamentalista.
“Dificilmente pegamos startups para colocar na carteira. Se eu não me engano, a empresa mais jovem do portfólio deve ter por volta de 17 anos porque preferimos investir em companhias com uma história minimamente consolidada ao invés de algo que nasceu de um powerpoint cinco anos atrás”, justifica.
Um exemplo de empresa não tão jovem e que anima Amstalden é a Estapar (ALPK3). Para ele, a companhia de estacionamentos privativos foi uma das mais prejudicadas pela pandemia devido às características do negócio e virou uma empresa endividada.
Mas Amstalden afirma que, estruturalmente, esse é um negócio que gera caixa e já começou a enxergar melhorias mensais nos resultados que devem ser refletidas nas ações em breve. “É uma das grandes teses da nossa carteira.”
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas