Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

5 anos do SD

Petrobras (PETR4) foi uma das melhores ações dos últimos 5 anos, mas campeã foi outra petroleira, com alta de mais de 2.000%; veja ranking

Nesses primeiros cinco anos de Seu Dinheiro, bitcoin teve o melhor desempenho, e dólar teve o pior; veja o balanço completo dos melhores e piores investimentos, ações e fundos imobiliários no período

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
28 de setembro de 2023
6:34 - atualizado às 9:43
Amostra de petróleo da Petrobras (PETR3; PETR4)
A alta dos preços do petróleo nos últimos anos beneficiou as petroleiras da bolsa, mas uma delas foi a campeã inconteste. - Imagem: Agência Petrobras

Uma das empresas queridinhas dos investidores brasileiros, a Petrobras (PETR3; PETR4) não decepcionou na bolsa nos últimos anos. Com alta de 340% nas ações preferenciais e 279% nas ações ordinárias, os papéis da estatal ficaram entre as dez maiores altas do Ibovespa desde que o Seu Dinheiro entrou no ar, há cinco anos.

Porém, foi outra petroleira a campeã do Ibovespa no período: a ação mais valorizada do índice em cinco anos foi a da PRIO (PRIO3), antiga PetroRio, com um ganho de nada menos que 2.108%, um desempenho verdadeiramente estelar.

A título de comparação, o segundo e o terceiro lugares, ocupados, respectivamente, pelas ações preferenciais classe B da Copel (CPLE6) e pelas units do BTG Pactual (BPAC11), tiveram altas de pouco mais de 500% no período, bem distantes da primeira colocada.

O levantamento faz parte do nosso já tradicional balanço dos investimentos realizado em todos os aniversários do Seu Dinheiro desde que o site entrou no ar, em 24 de setembro de 2018.

No caso das ações, consideramos os papéis de empresas que já eram abertas em bolsa na época do nascimento do Seu Dinheiro e que integram o Ibovespa hoje. Veja a seguir quais foram as ações mais bem-sucedidas na bolsa nos últimos cinco anos:

Melhores ações do Ibovespa nos últimos cinco anos

EmpresaCódigoVariação em 5 anos
PRIOPRIO32.108%
Copel PNBCPLE6539%
BTG PactualBPAC11523%
Petrobras PNPETR4340%
WEGWEGE3292%
Petrobras ONPETR3279%
CemigCMIG4268%
EnevaENEV3251%
TotvsTOTS3227%
EquatorialEQTL3206%
Fechamento em 26/09/2023.
Fonte: Broadcast/B3

É certo que a alta do petróleo nesses últimos anos e a manutenção do seu preço em um patamar elevado, ao redor de US$ 100 o barril, beneficiou a Petrobras e a PRIO. Esta última, porém, tem sido vista como uma alternativa à estatal para aqueles que não querem se expor a riscos de ingerência política.

Leia Também

A PRIO tem se destacado nos últimos anos pela compra de ativos maduros da Petrobras e por um bem-sucedido processo de redução dos custos de extração de petróleo, aponta o analista de ações da Empiricus Fernando Ferrer.

Sobre a Petrobras, Ferrer diz que, embora o receio de ingerência política permaneça sempre no radar dos investidores, “a companhia reforçou sua governança corporativa nos últimos anos, aumentando a blindagem contra o governo”.

Outro fator que contribuiu para o bom desempenho dos papéis da estatal no período foram os gordos dividendos distribuídos, que tornaram a companhia uma das principais pagadoras de proventos da bolsa brasileira.

Vale destacar ainda a resiliência dos papéis que têm permanecido entre os melhores do Ibovespa ano após ano, como é o caso do BTG Pactual (BPAC11) e da WEG (WEGE3).

Para Ferrer, os papéis do BTG podem ser considerados “all weather stocks”, isto é, ações para todas as estações. Ele destaca que o banco “tem reportado recorde atrás de recorde de receita e lucro líquido”, com boa atuação em diversas áreas e sem depender da tese do financial deepening (maior sofisticação dos investidores e sua migração dos bancos para corretoras independentes e fintechs) para se sair bem.

Já a WEG vem fazendo jus à sua fama de “queridinha” dos investidores. “Além de um track record consistente, a empresa possui boa governança, crescimento forte nos últimos anos, boa rentabilidade e capacidade de se reinventar ao longo dos anos. A localização das suas fábricas foi um grande diferencial competitivo ao longo da pandemia, fazendo com que ela ganhasse bastante mercado na Europa e se destacasse como uma das grandes valorizações nos últimos cinco anos”, avalia Ferrer.

Piores ações do Ibovespa nos últimos 5 anos

Já na ponta negativa do Ibovespa, vemos muitas varejistas que sofreram com o esfriamento do e-commerce no pós-pandemia e com a disparada de inflação e dos juros no Brasil e no exterior que se seguiu.

Mas a maior baixa foi da CVC (CVCB3), com um recuo de 93%, que passou por um verdadeiro inferno astral: logo após a descoberta de erros contábeis no balanço veio a pandemia de covid-19, que praticamente paralisou o setor de turismo em 2020 e 2021.

A alta do dólar no período, a posterior escalada da Selic e, mais recentemente, a saída do então CEO Leonel Andrade, bem visto pelo mercado, contribuíram para machucar ainda mais as ações. Endividada, a empresa hoje tenta executar uma profunda reestruturação.

As ações da operadora de turismo conseguiram se sair ligeiramente pior que as da resseguradora IRB (IRBR3), outra empresa que tenta executar um turnaround após a revelação de fraudes no balanço no início de 2020 e até um vexame internacional envolvendo fake news com o nome do megainvestidor Warren Buffett.

Veja o ranking completo das dez maiores baixas do Ibovespa nos últimos 5 anos:

EmpresaCódigoVariação em 5 anos
CVCCVCB3-93%
IRBIRBR3-93%
Grupo Casas BahiaBHIA3-89%
CognaCOGN3-77%
CieloCIEL3-66%
BraskemBRKM5-59%
Pão de AçúcarPCAR3-58%
BRFBRFS3-55%
Lojas RennerLREN3-49%
Magazine LuizaMGLU3-45%
Fechamento em 26/09/2023.
Fonte: Broadcast/B3

Há ‘salvação’ para a Casas Bahia (BHIA3)? Analistas indicam outra ação do varejo que pode se beneficiar da derrocada de VIIA3. Confira:

Ranking dos investimentos não mudou muito do ano passado para cá

Quanto ao Ibovespa em si, o principal índice de ações da bolsa continuou girando em falso e acumula, nestes cinco anos, alta de 46%, apenas pouco mais que nas duas últimas edições do ranking.

O indicador permaneceu mais ou menos no meio da tabela. Aliás, as colocações meio que se mantiveram em relação ao ano passado, com o bitcoin em primeiro lugar, seguido do ouro e dos títulos públicos indexados à inflação, os Tesouro IPCA+, notadamente os de longo prazo.

As últimas colocações mudaram um pouco. Com a descompressão do dólar do ano passado para cá, a moeda americana passou a ocupar o último lugar da tabela.

O bem-sucedido ciclo de aperto monetário no Brasil – e a continuidade da alta de juros nos países desenvolvidos – também foi capaz de controlar a inflação, que agora perde da maioria das aplicações financeiras, com exceção da poupança nova (aquela que muda de regra de remuneração quando a Selic está baixa) e do dólar.

Veja o ranking completo:

Os melhores e piores investimentos em 5 anos

InvestimentoRentabilidade em 5 anos
Bitcoin (reais)377,01%
Bitcoin (dólar)291,37%
Ouro (OZ1D)94,43%
Títulos públicos Tesouro IPCA+ de longo prazo (IMA-B 5+)71,29%
Títulos públicos Tesouro IPCA+ (IMA-B)68,17%
Títulos públicos Tesouro IPCA+ de curto prazo (IMA-B 5)60,75%
Títulos públicos Tesouro Prefixado de médio prazo (IRF-M 1+)55,01%
Títulos públicos Tesouro Prefixado (IRF-M)51,81%
IFIX50,64%
Ibovespa46,03%
Títulos públicos Tesouro Prefixado de curto prazo (IRF-M 1)43,45%
Títulos públicos Tesouro Selic (IMA-S)43,01%
Selic / CDI42,43%
Poupança antiga*39,26%
Inflação oficial (IPCA)32,17%
Dólar à vista29,58%
Poupança nova*26,93%
Dólar PTAX20,65%
(*) Poupança com aniversário todo dia 21.
Fechamento em 22/09/2023.
Fontes: Tesouro Direto, Anbima, B3/Broadcast, Banco Central e Coinbase, Inc.

Observação: em vez de utilizar o desempenho dos títulos públicos negociados no Tesouro Direto – dado que, nos últimos cinco anos, muitos deles deixaram de ser oferecidos ou venceram – preferimos utilizar o desempenho dos índices calculados pela Anbima (Índices de Mercado Anbima – IMAs) que representam cestas de títulos públicos com determinados vencimentos.

Após uma forte queda em 2022, o bitcoin apresenta uma recuperação do ano passado para cá, agora que o ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos, que tanto prejudicou as cotações da criptomoeda, está avançado e (espera-se) chegando ao fim.

Isso também contribui para a recuperação do ouro, que também se beneficia, internacionalmente, dos temores dos investidores com uma possível recessão global.

O controle inflacionário no Brasil, o fim da alta da Selic e o posterior início de um ciclo de queda nos juros de 2022 para cá também contribuíram para a continuidade da valorização dos títulos públicos prefixados e indexados à inflação, que se valorizam quando os juros futuros caem.

Veja o desempenho, nos últimos cinco anos, de alguns títulos públicos que estavam disponíveis no Tesouro Direto em setembro de 2018 e que ainda não venceram:

Título públicoDesempenho em 5 anos
Tesouro IPCA+ 2035*80%
Tesouro Prefixado 202576%
Tesouro IPCA+ 2045*75%
Tesouro IPCA+ 202473%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 205033%
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 202429%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 20297%
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 20256%
(*) Título ainda disponível para venda no Tesouro Direto
Fechamento em 22/09/2023.
Fonte: Tesouro Direto.
  • [RENDA FIXA PREMIUM] Esses títulos são capazes de pagar retornos gigantescos mesmo com a queda da taxa Selic; acesse aqui

Têm sido beneficiados por esse cenário também os fundos imobiliários, que finalmente vêm apresentando uma recuperação mais forte após o impacto negativo da pandemia, sobretudo sobre os segmentos de shopping centers e escritórios.

Veja a seguir quais foram os melhores e piores FIIs nos últimos cinco anos, considerando aqueles que já eram negociados em bolsa em setembro de 2018 e que hoje integram o IFIX, o principal índice de fundos imobiliários da B3:

Melhores fundos imobiliários do IFIX em cinco anos

Fundo imobiliárioCódigoVariação em 5 anos
BTG Pactual LogísticaBTLG11172%
Iridium Recebíveis ImobiliáriosIRDM11152%
CSHG Renda UrbanaHGRU11119%
CSHG LogísticaHGLG11113%
Alianza Trust Renda ImobiliáriaALZR11108%
Maxi RendaMXRF11103%
XP LogXPLG11102%
Rio Bravo Renda VarejoRBVA11100%
Ourinvest JPPOUJP1197%
Rec Recebíveis ImobiliáriosRECR1187%
Fechamento em 26/09/2023.
Fonte: Broadcast/B3

Piores fundos imobiliários do IFIX em 5 anos

Fundo imobiliárioCódigoVariação em 5 anos
RBR PropertiesRBRP11-7,44%
BTG Pactual Corporate OfficeBRCR11-2,17%
JS Real Estate MultigestãoJSRE1110,99%
BB Progressivo IIBBPO1126,95%
Brasil Plural Absoluto Fundo de FundosBPFF1131,20%
Rio Bravo IFIXRBFF1134,30%
Banestes Recebíveis ImobiliáriosBCRI1139,69%
Kinea Rendimentos ImobiliáriosKNCR1142,72%
Rio Bravo Renda CorporativaRCRB1143,18%
Kinea Índice de PreçosKNIP1143,24%
Fechamento em 26/09/2023.
Fonte: Broadcast/B3

VAREJISTA PODE VALORIZAR ATÉ 3x COM RALI DE FIM DE ANO DA BOLSA (NÃO É MGLU3 NEM VIIA3); CONHEÇA

Apesar de a queda nos juros futuros ter contribuído para a valorização desses ativos e aberto espaço para novas altas da bolsa, temores dos investidores em relação às contas públicas continuam no horizonte.

Eis um sentimento que se manteve praticamente inalterado nesses últimos cinco anos. Nesse meio tempo tivemos duas trocas de governo bastante tensas, pandemia, explosão e posterior controle da inflação, ciclos de alta e queda de juros e até algumas reformas estruturais, mas os momentos de alívio em relação ao fiscal acabaram sendo pontuais, o que tem dificultado voos maiores do Ibovespa e de outros ativos de risco.

Assim, embora tenha havido avanços nessa frente desde o ano passado – com a aprovação do arcabouço fiscal após sucessivos furos no teto de gastos e o encaminhamento da reforma tributária no Congresso – o fiscal ainda inspira cautela nos investidores.

Desde o início da pandemia, em 2020, porém, que o cenário externo também não ajuda muito neste sentido.

Primeiro tivemos todas as preocupações econômicas com a covid-19; em seguida, o mundo viu uma escalada da inflação, seguida de um forte aperto monetário, inclusive nos países ricos. Agora, o temor passou a ser de uma recessão no mundo desenvolvido por causa da alta de juros, que ainda não conteve os preços de maneira satisfatória e, por isso, não terminou.

Até mesmo a China vem decepcionando. As expectativas do mercado para o Gigante Asiático eram de um forte desempenho na reabertura pós-pandemia, num país que já havia prolongado excessivamente as medidas sanitárias restritivas contra a covid-19.

Porém, o boom econômico não veio, os indicadores têm se mostrado fracos e o mercado imobiliário chinês está em crise, o que impacta diretamente as ações de exportadoras de commodities, que têm grande peso no Ibovespa – caso da Vale (VALE3).

Leia também:

Lá e de volta outra vez

Nos dois primeiros anos do Seu Dinheiro, o movimento global de queda nos juros, intensificado durante as fases mais agudas da pandemia de covid-19, foi a grande tônica dos mercados financeiros, impulsionando ações e fundos imobiliários, valorizando os títulos de renda fixa prefixada e atrelada à inflação, que tipicamente se beneficiam da queda nos juros futuros, e reduzindo o retorno da renda fixa mais conservadora.

Isso obrigou a pessoa física a deixar o conforto da sua caderneta de poupança e diversificar seus investimentos. Desde a estreia do Seu Dinheiro em 24 de setembro de 2018, o número de CPFs cadastrados na B3 saltou de 800 mil para mais de 5 milhões - sendo 3,7 milhões investidores em ações. O número de CPFs com investimentos em fundos imobiliários passou de 200 mil para 2,2 milhões.

Cinco anos atrás, a Selic estava em 6,50% ao ano, até então o menor patamar da história para a taxa básica de juros. O país vinha tentando, sem grande sucesso, estimular a atividade para se recuperar da crise de 2014-2016, tendo sofrido, ainda, com a greve dos caminhoneiros em maio daquele ano.

Estávamos, então, às vésperas da eleição presidencial. A vitória de Jair Bolsonaro e a promessa de um governo mais liberal na economia, reformista e fiscalmente responsável, combinadas com uma taxa de juros historicamente baixa, beneficiou os ativos de risco.

Além disso, o risco-país diminuiu em relação aos governos anteriores, reduzindo as taxas de juros futuros de longo prazo, o que beneficiou os títulos de renda fixa com taxas prefixadas e atreladas à inflação, tanto públicos quanto privados.

Havia naquele momento, porém, incerteza quanto à trajetória dos juros, uma vez que os Estados Unidos apresentava uma economia forte e um contexto de alta das suas taxas.

Em 2019, por sua vez, o temor de uma desaceleração econômica mundial, principalmente por conta da guerra comercial entre EUA e China, levou os bancos centrais a cortarem juros por todo o mundo.

O BC brasileiro aproveitou para estimular ainda mais a economia, reduzindo a Selic para a nova mínima de 4,50%. No cenário doméstico, a aprovação da Reforma da Previdência animou os investidores a tomar risco, pois sinalizava que as contas públicas brasileiras talvez tivessem jeito. Mais alívio no risco-país e mais queda nos juros futuros. Nesse cenário estimulativo, os ativos de risco puderam brilhar.

Para 2020, não eram esperados cortes radicais de juros, nem no Brasil, nem num mundo onde muitos países já estavam com taxas negativas. Porém, a pandemia de coronavírus tornou a jogar as taxas para baixo, uma vez que provocou uma grande recessão global.

O Brasil, que ainda nem havia se recuperado da crise anterior, viu a Selic cair para o antes inimaginável patamar de 2% ao ano.

A crise desencadeada pela pandemia, com necessidade de ampliação de gastos do governo e consequente piora no quadro fiscal, bem como a Selic excessivamente baixa, com pouca diferença em relação aos juros americanos, contribuíram para depreciar ainda mais o câmbio.

Nos últimos três anos, porém, o que temos visto é uma reversão dessa tendência, primeiro no Brasil e, mais recentemente, no resto do mundo, notadamente nos países desenvolvidos.

Com o avanço da vacinação e a reabertura econômica em todo mundo, a inflação voltou a pressionar, o que exigiu uma redução nos estímulos monetários. A guerra entre Rússia e Ucrânia apenas piorou o quadro.

O Brasil realizou um bem-sucedido ciclo de alta da Selic, que teve sucesso em conter a inflação e contribuiu para o fortalecimento do real ante o dólar. Agora, o Banco Central tornou a cortar os juros, enquanto a economia mostra sinais de recuperação.

Já no exterior, o ciclo de aperto monetário se aproxima do fim, mas ainda segue, pois os dados de inflação ainda não se mostram satisfatórios – e, ao menos no caso dos EUA, a economia permanece forte.

Assim como no ano passado, os investidores continuam a temer uma recessão global, devido à alta de juros nos países ricos e a fraqueza da economia chinesa.

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O DÓLAR VAI DERRETER?

Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro: o vencedor nas pesquisas eleitorais é o real — e Citi monta estratégia para lucrar com o câmbio

28 de abril de 2026 - 17:08

Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil

VEJA DETALHES

IPO de até R$ 5 bilhões: Compass confirma oferta de ações que ‘sairão do bolso’ dos acionistas, incluindo a Cosan (CSAN3)

28 de abril de 2026 - 9:02

Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda

A GEOPOLÍTICA DO DINHEIRO

O dólar mais baixo veio para ficar? Inter corta projeção para 2026 e recalibra cenário de juros e inflação

27 de abril de 2026 - 20:09

Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco

CONTRATO DE EVENTO

B3 estreia 6 novos contratos de eventos: saiba como funcionam os “derivativos simplificados” de Ibovespa, dólar e bitcoin

27 de abril de 2026 - 19:15

O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado

ALUGUEL DE AÇÕES EM DISPARADA

Às vésperas de eleição decisiva na Hapvida (HAPV3), controladores ‘mostram os dentes’ para defender o poder na empresa

27 de abril de 2026 - 18:45

Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho

OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO

Sabesp (SBSP3) quer a Emae só para si: com oferta na mesa, EMAE4 dispara até 20% fora do Ibovespa

27 de abril de 2026 - 12:25

As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel

RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

REFORÇO BILIONÁRIO

Carro já era? Tesla (TSLA34) quer triplicar investimentos em 2026 com a ambição de Elon Musk em se tornar uma potência de IA

23 de abril de 2026 - 11:57

A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial

NOVO VALOR

Small cap da bolsa recalcula dividendos de R$ 150 milhões após recompra de ações; veja novas datas e valores por papel

23 de abril de 2026 - 11:03

A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026

ESTRATÉGIA DE ELITE

Segredo de R$ 5 bilhões: a regra de ouro dos multimilionários para proteger o patrimônio (e como você pode copiar)

23 de abril de 2026 - 6:04

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra

O QUE COMPRAR AGORA

A mamata da bolsa acabou? Ibovespa pode chegar nos 210 mil pontos, segundo o BofA, mas as ações já não estão baratas

22 de abril de 2026 - 17:29

O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui

NA PONTA DO GIZ

Yduqs, Cogna, Ânima, Ser… empresas de educação devem sofrer no 1T26; veja quem ganha e quem perde, segundo o BofA

22 de abril de 2026 - 16:21

Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância

O VAIVÉM DA TRÉGUA

Trump leva turbulência aos mercados, coloca bolsas em zona de perigo e faz o petróleo decolar

21 de abril de 2026 - 17:35

O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia