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RESUMO DO DIA: A aversão ao risco seguiu pressionando os mercados financeiros internacionais nesta sexta-feira (18). As incertezas sobre a trajetória dos juros americanos e a crise no setor imobiliário chinês mantêm o sinal de cautela entre os investidores.
Por aqui, o Ibovespa conseguiu reverter o ciclo de 13 sessões consecutivas de queda, em dia de agenda esvaziada e de vencimento de opções. Com a valorização das commodities, o índice da bolsa brasileira fechou em alta de 0,37%, aos 115.408 pontos, o primeiro pregão em tom positivo em agosto.
Na semana, porém, o Ibovespa acumula queda de 2,25%.
A reforma ministerial ainda segue no radar dos investidores, com a expectativa de anúncio de novos ministros antes da viagem do presidente Lula para reunião da cúpula dos Brics na África do Sul. O impasse da tramitação de pautas econômicas no Congresso também está no foco de atenção para a próxima semana.
O dólar fechou as negociações a R$ 4,9680, com recuo de 0,27%. Em contrapartida, a moeda americana avançou 1,30% na semana.
Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (18):
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Apesar de encerram a sexta-feira (18) em tom positivo, o Ibovespa acumula queda de 2,25% na semana.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 43,74 | 11,72% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 17,83 | 7,41% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 16,92 | 7,41% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 59,84 | 6,55% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,00 | 4,17% |
E as maiores quedas da semana:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 7,80 | -16,22% |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 4,78 | -11,97% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,63 | -11,47% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 7,38 | -11,08% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 5,31 | -10,76% |
O Ibovespa fechou o último pregão da semana em alta e interrompeu o ciclo de 13 sessões consecutivas de queda.
Hoje, em dia de vencimento de opções, as companhias ligadas ao setor de varejo recuperaram as perdas recentes, beneficiadas também pelo alívio nos juros futuros (DIs).
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,00 | 6,38% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 11,85 | 5,24% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 5,31 | 3,91% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 15,91 | 3,85% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 13,43 | 3,23% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 29,74 | -1,85% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 36,26 | -1,76% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 79,11 | -1,45% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 19,21 | -1,23% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 61,22 | -1,11% |
O Ibovespa fechou a sessão em alta de 0,37%, aos 115.408 pontos, interrompendo o ciclo de 13ª quedas consecutivas. Também, é o primeiro avanço em agosto.
Por aqui, o avanço das commodities impulsionaram o índice. O minério de ferro fechou em alta de 2,94%, com a tonelada cotada a US$ 105,77, em Dalian (China). Os contratos para outubro do petróleo tipo Brent, com mais liquidez, fecharam em alta de 0,80%, a US$ 84,80 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
As bolsas de Nova York fecharam a última sessão da semana sem direção única, em dia de agenda esvaziada. A incerteza sobre a trajetória dos juros americanos e a cautela com China em meio a crise das incorporadoras injetam mais aversão ao risco.
Na semana, Wall Street acumula queda pela terceira semana consecutiva. Confira o acumulado dos últimos cinco pregões:
O dólar encerrou a sessão a R$ 4,9680, em queda de 0,27%, no mercado à vista.
Na semana, a moeda americana acumulou alta de 1,30%.
Apesar da queda do dólar, que pressiona as companhias exportadoras, as ações da Suzano (SUZB3) sobem 0,67%, a R$ 50,74.
Os papéis avançam após a companhia anunciar a elevação nos preços na Europa, Ásia e Américas. Os reajustes devem ser próximos a USS 50 para Américas e Europa e US$ 20 para a Ásia, a partir de em setembro.
Na visão da Ativas Investimentos, "o anúncio do aumento para Américas e Europa vem num momento onde os dados ainda sugerem uma fraqueza na demanda oriunda destes continentes e a sua aplicação pode mostrar que os preços podem estar mais perto de uma reversão".
Os contratos para outubro do petróleo tipo Brent, com mais liquidez, fecharam em alta de 0,80%, a US$ 84,80 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana, os papéis acumularam perdas de 2,31%.
Já os títulos do petróleo WTI negociados para o mesmo mês encerraram com ganhos de 0,95%, a US$ 80,66 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, a commodity cai 3,04% — menor acumulado da semana em dois meses.
Ao longo da semana, o petróleo foi pressionado pela cautela dos investidores com incertezas sobre a trajetória dos juros nos EUA e em meio ao risco de calote de uma das maiores incorporadoras da China, a Country Garden.
Hoje, a recuperação acompanhou a desvalorização do dólar no mercado internacional. Além disso, o petróleo foi beneficiado por dados do Baker Hughes, que apontou queda no número de poços e plataformas de petróleo nos EUA.
O otimismo com o futuro do mercado brasileiro parece ter contagiado as ruas e corredores da Faria Lima, o coração financeiro de São Paulo. E uma das empresas que deve se beneficiar do bom momento é a XP.
Não por acaso, as ações da corretora ganharam recomendação de compra de ninguém menos que o BTG Pactual. A distinção é importante porque o banco é hoje um dos principais concorrentes da XP no mercado de plataformas de investimento.
Os analistas elevaram a recomendação para as ações da XP, de neutra para compra, e também o preço-alvo para os papéis.
Esta é a primeira vez desde o IPO da empresa em 2019 que o BTG recomenda a compra das ações da XP. Em junho deste ano, o banco já havia sinalizado uma oportunidade de curto prazo para as ações da companhia de Guilherme Benchimol.
Apesar da alta do minério de ferro, as ações de Vale (VALE3) recuam 1,16%, a R$ 61,20.
Os investidores seguem mais cautelosos com a desaceleração da atividade econômica chinesa e em destaque para o pedido de falência da Evergrande e risco de calote da Country Garden, duas das maiores incorporadoras da China.
O petróleo avançou mais de 1% há pouco, mas desacelerou os ganhos nos últimos minutos. A commodity opera com alta de 0,78%, a US$ 84,81 o barril.
O petróleo é beneficiado pela desvalorização do dólar no mercado à vista ante moedas globais.
Além disso, os investidores digerem a divulgação do dado do Baker Hughes, que aponta queda nos número de poços e plataforma de petróleo em atividade nos EUA. Em linhas gerais, isso é entendido pelo mercado como uma eventual redução na oferta.
O Ibovespa sustenta alta aos 115 mil pontos com avanço das commodities, em dia de vencimento de ações e alívio nos juros futuros (DIs). Enquanto isso, os índices de Nova York operam sem direção única.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,95 | 4,61% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 11,65 | 3,46% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 15,80 | 3,13% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 5,25 | 2,74% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 16,92 | 2,67% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 22,69 | -2,90% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 36,04 | -2,36% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 44,55 | -1,83% |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 29,87 | -1,42% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 79,17 | -1,37% |
O Ibovespa sustenta os 115 mil pontos e encaminha-se para o primeiro fechamento em tom positivo do mês. Há pouco, o índice avança 0,27%.
A recuperação dos ativos acontece em dia de vencimento de opções, com reajustes dos ativos e valorização das commodities no mercado. O minério de ferro fechou em alta de 2,94%, com a tonelada cotada a US$ 105,77; o petróleo sobe 0,97%, a US$ 84,94 o barril.
Enquanto isso, as bolsas de Nova York operam sem direção única.
Depois de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), os bancos detêm a maior participação na carteira do Ibovespa.
O setor avança em bloco nesta sexta-feira (18), em dia de vencimento de opções e correção das perdas recentes:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BPAC11 | BTG Pactual units | R$ 30,81 | 1,85% |
| ITUB4 | Itaú Unibanco PN | R$ 27,03 | 1,05% |
| SANB11 | Santander Brasil units | R$ 26,55 | 0,91% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 47,93 | 0,69% |
| BBDC3 | Bradesco ON | R$ 13,34 | 0,53% |
| BBDC4 | Bradesco PN | R$ 15,12 | 0,20% |
Em movimento de ajuste, os índices Dow Jones e S&P 500 zeraram as perdas da sessão há pouco e miram território positivo, com destaque para o setor de energia.
Nasdaq segue em queda, com cautela dos investidores com incertezas sobre a trajetória dos juros nos EUA que afeta, principalmente, as ações de tecnologia.
O Ibovespa retomou os 115 pontos, com alta de 0,53%, e destoa do exterior.
Por aqui, as varejistas tentam recuperar as perdas recentes com alívio nos juros futuros (DIs) — acompanhando a queda do dólar.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,99 | 6,03% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 11,68 | 3,73% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 5,26 | 2,94% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 13,38 | 2,84% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 12,79 | 2,81% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 36,26 | -1,76% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 22,98 | -1,66% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 7,73 | -1,15% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 11,94 | -1,08% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 19,28 | -0,87% |
As bolsas da Europa fecharam em queda, com a cautela internacional com alta de juros nos EUA e China no radar. Além disso, os investidores repercutiram dados de inflação.
O índice de preço ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Zona do Euro recuou de 5,5% em junho para 5,3% em julho. Na leitura mensal, o índice mostrou deflação de 0,1% na zona do euro em julho.
O Ibovespa dribla a cautela do exterior, em dia de vencimento de opções e recuperação das commodities e sobe 0,54%, aos 115.601 pontos.
O índice tenta recuperar as perdas recentes após 13 quedas consecutivas.
Lá fora, os investidores operam mais avessos ao risco com temor a alta dos juros americanos pelo Federal Reserve (Fed) — em repercussão da ata divulgada na quarta-feira (16) — e com China na radar, após a Evergrande protocolar pedido de falência e o risco de calote pela Country Garden.
Entre os destaques do Ibovespa estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
O dólar retoma o tom negativo e recua a 0,37%, a R$ 4,9630.
Não foi só a energia elétrica que caiu esta semana: As ações da Eletrobras (ELET6;ELET3) também sofreram um ‘apagão’, caindo cerca de 8% nos últimos cinco dias.
No Giro do Mercado desta sexta-feira (18), o jornalista Renan Dantas conversa com o analista Ruy Hungria para entender o que levou as ações da elétrica a caírem e comenta os últimos acontecimentos envolvendo a empresa.
O Bitcoin (BTC) também mergulhou em quedas chegando abaixo dos US$ 28 mil, tentando digerir as informações de que o homem mais rico do mundo, Elon Musk, teria reduzido sua carteira da criptomoeda.
O analista Paulo Camargo participa da edição de hoje para comentar o que motivou as quedas da criptomoeda e se é uma boa oportunidade para investir agora.
Acompanhe:
As ações da Sabesp caem 1,13%, a R$ 57,86, em movimento de realização dos ganhos recentes.
Na semana, os papéis da companhia acumulam ganhos acima de 3%, com avanço sendo beneficiado pelo adesão da prefeitura de São Paulo ao Urae, marcando um dos primeiros passos no processo de privatização da Sabesp.
Apesar da cautela interacional, o dólar voltou a cair no mercado à vista com o ingresso de fluxo comercial. A alta do minério de ferro e a recuperação dos preços do petróleo também pressionam a moeda americana.
O dólar ante as divisas globais, pelo indicador DXY, recua 0,13%. Na comparação com o real, a moeda americana recua 0,16%, a R$ 4,9735.
Em dia de vencimento de opções na bolsa, o setor de varejo tenta recuperar as perdas recentes e avançam no Ibovespa, principalmente os ativos ligados a vestuário.
Acompanhe:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SOMA3 | Grupo Soma ON | R$ 8,90 | 2,30% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,88 | 2,13% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 1,71 | 1,79% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 17,37 | 1,52% |
As ações da Gol (GOLL4) lideram as perdas da primeira hora do pregão, com recuo de 3,07%, a R$ 7,58.
Além dos papéis ser pressionados pelo vencimento de opções, os ativos da companhia registram baixa com a emissão de bônus para subscrição de ações, ocorrida ontem (17) — o que dilui a participação dos investidores.
Fala, Trader! Você já parou para pensar em como uma simples notícia pode balançar o mercado e nossas emoções? Então, hoje quero bater um papo com você sobre um fenômeno bem comum, mas que pode ser traiçoeiro: a Ilusão da Notícia.
A Ilusão da Notícia é quando nos deixamos levar por uma informação recente, dando a ela um peso maior do que deveria ter. Isso acontece porque, muitas vezes, a notícia chega até nós de forma fragmentada, sensacionalista ou até mesmo distorcida. E, na emoção, tomamos decisões precipitadas.
Vamos para 2016, por exemplo. O mundo foi pego de surpresa com o Brexit e o mercado reagiu com quedas significativas. Muitos investidores, no susto, venderam suas ações, temendo um cenário catastrófico.
Mas, quem conseguiu manter a serenidade e analisar a situação com mais profundidade além da notícia percebeu que aquela turbulência poderia ser uma oportunidade.
Há pouco, o Ibovespa zerou as perdas da abertura e tenta firmar alta de 0,04%, aos 115.020 pontos, impulsionado pelo leve avanço das ações de Petrobras (PETR4).
As bolsas americanas estendem as perdas da sessão anterior, com temor de aperto monetário maior nos EUA com novas elevações nos juros adiante e de desaceleração da China, após a bolsa de Hong Kong entrar em 'bear market'.
Confira o desempenho das bolsas em Nova York após a abertura:
Com o temor de novas elevações nos juros americanos após a ata do Fed, divulgado na última quarta-feira (16), os rendimentos dos Treasuries estendem o avanço da sessão anterior e refletem na ampliação em toda a curva dos juros futuros (DIs).
Além disso, os investidores dividem as atenções à China, em meio a uma crise imobiliária que desacelera a atividade econômica da segunda maior economia do mundo.
O dólar também acelera em relação ao real e pressiona, para viés de alta, os DIs — e também para a queda do Ibovespa.
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | ABE |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,44% | 12,44% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,54% | 10,53% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,14% | 10,09% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,35% | 10,28% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,65% | 10,60% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,87% | 10,82% |
O Ibovespa abre em queda de 0,17%, aos 114.973 pontos.
Em dia de agenda esvaziada, o índice tende a acompanhar o ritmo do exterior, em dia de volatilidade e avanços dos rendimentos dos Treasuries.
A reforma ministerial segue no radar dos investidores, com a expectativa de anúncio de novos ministros antes da viagem do presidente Lula para reunião da cúpula dos Brics na África do Sul.
O impasse da tramitação de pautas econômicas no Congresso, após falas de Haddad, também estão no foco de atenção.
O dólar atingiu a máxima há pouco no mercado à vista, cotado a R$ 5,0020. Contudo, a moeda já aliviou os ganhos e opera cotada a R$ 4,9896, com alta de 0,16%.
Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única, em meio a um dia esvaziado e de cautela dos investidores no mercado internacional.
As commodities operam sem direção única nesta sexta-feira (18).
O minério de ferro negociado em Dalian fechou em alta de 2,94% com a tonelada cotada a US$ 105,77.
Já o petróleo tipo Brent recua 0,83%, a US$ 83,44 o barril.
A CRESCENTE SOMBRA NO DRAGÃO: O ELEGANTE DECLÍNIO DA ECONOMIA DA CHINA
No cenário internacional, a maioria dos mercados de ações asiáticos continuou a apresentar um viés negativo nesta sexta-feira, influenciados pela persistente apreensão em relação aos possíveis aumentos das taxas de juros nos Estados Unidos.
No entanto, alguns sinais de medidas adicionais de estímulo adotadas pela China contribuíram para que as ações locais conseguissem registrar alguns ganhos.
A situação global ainda reflete as inquietações dos investidores, que nos últimos dias acentuaram suas preocupações em relação à desaceleração econômica chinesa e às ameaças de um colapso no setor imobiliário do país.
Como exemplo recente, a segunda maior empresa de desenvolvimento imobiliário da China, a conhecida Evergrande, entrou com pedido de proteção contra falência nos EUA por meio do Capítulo 15 (vá ao último tópico desta newsletter para conferir o que isso quer dizer).
Na Europa, os mercados acionários também iniciaram a sexta-feira com quedas, seguindo a mesma tendência, assim como os futuros das bolsas americanas.
Nos últimos dias, as ações nos Estados Unidos ofereceram um desempenho moderado para os mercados regionais, após dados revelarem uma redução maior do que o esperado nas reivindicações semanais de auxílio-desemprego, indicando certa resiliência no mercado de trabalho.
Isso proporciona ao Federal Reserve uma margem maior para manter as taxas de juros elevadas. Em meio a esse contexto de aversão ao risco em âmbito global e ao aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, o dólar está ganhando força (com consequente enfraquecimento do real brasileiro).
A ver…
00:54 — Lágrimas de Orçamento
No contexto brasileiro, após experimentar sua décima terceira queda consecutiva (contagem ainda em andamento), os mercados têm adquirido uma crescente dose de apreensão em relação à saúde fiscal do país.
Recentemente, a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal emitiu um alerta a respeito de uma "deterioração acentuada" no resultado primário da União a partir de maio, corroborando a perspectiva anteriormente apresentada por Haddad sobre a desaceleração das receitas tributárias.
O governo, que tem uma orientação inclinada ao gasto, tem enfrentado dificuldades na implementação de iniciativas para incrementar as receitas no curto prazo, gerando incertezas em torno da eficácia do arcabouço fiscal.
O mercado, por sua vez, parece já estar assimilando a ideia de que as metas estipuladas para os anos de 2023 e 2024 possam não ser alcançadas, reconhecendo que não é uma tarefa trivial "criar" R$ 100 bilhões ou R$ 150 bilhões da noite para o dia.
Vale ressaltar que a aprovação do arcabouço fiscal, que inclusive deve ser adiada para a próxima semana, ainda não ocorreu, e essa perspectiva parece cada vez mais distante, conforme observado pelo próprio relator do projeto na Câmara em declarações recentes.
Outros projetos também estão em pauta, como a desoneração da folha de pagamento e a tributação de fundos offshore. Avançar com sucesso nessa agenda seria um indicativo significativo de que as tensões entre o governo e o Congresso Nacional podem estar sendo suavizadas.
01:50 — A alta dos yields
Nos Estados Unidos, as taxas de juros estão experimentando uma notável expansão, mesmo sem mudanças significativas na política monetária, à medida que o mercado começa a precificar o fim do ciclo de aperto monetário.
Após mais um aumento considerável no dia de hoje, o rendimento dos títulos do Tesouro de 10 anos atingiu 4,307%, alcançando o patamar mais elevado desde 7 de novembro de 2007.
Como consequência desse movimento, o dólar está se fortalecendo e os mercados acionários estão enfrentando quedas.
O que está impulsionando essa dinâmica? Em decorrência da contínua resiliência econômica, a probabilidade de um novo aumento nas taxas de juros até novembro agora se mostra mais provável.
Conforme indicado pelo rastreador econômico do Federal Reserve de Atlanta, o GDPNow, a previsão é de um crescimento da economia a uma taxa anualizada de 5,8% no terceiro trimestre, com uma taxa de desemprego historicamente baixa de 3,5%.
Os investidores atribuem uma probabilidade maior de um aumento nas taxas de juros em novembro, após uma pausa em setembro.
Há, pelo menos, um efeito obtido pelo Federal Reserve: o custo do financiamento para a aquisição de residências atingiu níveis que não eram observados há mais de duas décadas.
A taxa média de hipoteca de 30 anos agora está em 7,09%, marcando o nível mais alto desde abril de 2002.
Essas taxas têm um impacto significativo na acessibilidade à compra de moradias, especialmente em um cenário em que já existe escassez de habitações. Embora possa demorar para que o aumento de custos surta efeito, eventualmente pode ter implicações prejudiciais para a economia como um todo.
02:48 — Vai ou não vai entrar em recessão
O mais recente relatório trimestral do Federal Reserve sobre as condições de crédito nos Estados Unidos destaca que os bancos estão adotando critérios mais rigorosos ao conceder empréstimos, o que intensifica a persistência do risco de uma recessão no país.
Economistas calculam uma probabilidade de aproximadamente 60% de uma recessão nos EUA nos próximos 12 meses. Na zona do euro, essa probabilidade é de 50%, enquanto no Reino Unido ela está situada em um ponto intermediário.
Embora o relatório não aponte diretamente para uma crise iminente de crédito, as condições mais restritivas podem acarretar uma diminuição na disponibilidade de crédito nos próximos trimestres, o que, por sua vez, poderia ter um impacto negativo sobre o crescimento da economia americana.
Tais restrições têm a capacidade de transformar empresas que já enfrentam dificuldades em negócios insolventes, especialmente aquelas de menor porte. Em resumo, os bancos estão se tornando mais cautelosos ao conceder crédito, e essa tendência é provável que perdure.
De maneira simultânea, essas condições restritivas podem influenciar o Federal Reserve a adiar futuros aumentos nas taxas de juros e, possivelmente, a partir de março de 2024, considerar uma abordagem mais flexível em sua política monetária.
O cenário predominante sugere que as adaptações ocorrem quando os bancos centrais são compelidos a reduzir as taxas de juros ao identificarem a iminência de uma recessão. Isso não altera a perspectiva de uma trajetória de "soft landing", na qual uma recessão é evitada.
03:45 — O problema dos juros elevados
Recentemente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) realizou uma avaliação que indicou que os aumentos nas taxas de juros nas principais economias do mundo não tiveram efeitos benéficos para as instituições bancárias.
Pelo contrário, essa medida pode intensificar os riscos relacionados à estabilidade financeira e também exercer pressão sobre o crescimento econômico.
Algumas instituições bancárias experimentaram prejuízos em investimentos em títulos, o que causou desconforto entre determinados clientes e resultou em saques significativos.
Esse cenário, por sua vez, levou múltiplos bancos a enfrentar dificuldades financeiras, seguindo um padrão similar ao que ocorreu nos Estados Unidos no primeiro trimestre.
Conforme expresso no documento do fundo, a implementação rápida de medidas restritivas nas políticas monetárias também pode ter impactos nos mercados de derivativos e de taxas de juros.
Com recordações da turbulência financeira ocorrida no início deste ano, juntamente com episódios de corrida bancária, as reformas regulatórias estão requerendo que as instituições bancárias reforcem suas reservas de capital e mantenham uma maior proporção de títulos em sua composição.
Este desafio se apresenta como uma questão a ser enfrentada ao longo dos próximos 12 meses, com potenciais repercussões de alcance global.
04:30 — Capítulo 15: Flores de Jade Desbotando
O gigante chinês do setor imobiliário, o Grupo Evergrande, submeteu uma solicitação de proteção de ativos ao abrigo do Capítulo 15 do código de falências dos Estados Unidos na corte de Nova York, conforme anunciado ontem.
Esse dispositivo legal visa salvaguardar os ativos da empresa nos EUA enquanto acordos internacionais para reestruturação de dívidas estão sendo negociados em outras jurisdições.
Em determinadas circunstâncias, acordos de reestruturação de dívidas globais demandam a utilização do Capítulo 15 como parte do processo final de transação.
As empresas estatais de desenvolvimento imobiliário da China emitiram alertas a respeito de perdas generalizadas, levantando preocupações de que a crise imobiliária esteja se alastrando do setor privado para empresas com respaldo governamental.
Estes sinais indicam que as construtoras estatais não estão mais imunes à crise imobiliária que se desenrola há dois anos, a qual enfraqueceu a economia e provocou uma série de inadimplências por parte de empresas privadas.
Diante deste panorama, as autoridades chinesas instaram os bancos estatais a intensificarem sua intervenção no mercado cambial durante esta semana, com o intuito de conter a volatilidade do yuan.
O governo também está considerando o uso de ferramentas como redução dos requisitos de reservas cambiais dos bancos, a fim de prevenir uma rápida depreciação da moeda.
Essa decisão ocorreu depois que o yuan atingiu uma taxa de 7,35 por dólar, próximo do nível mais fraco desde 2007.
No entanto, a questão central reside na possibilidade de que a crise no setor imobiliário seja de natureza estrutural. Dezoito das 38 construtoras estatais listadas em Hong Kong e na Ásia continental relataram perdas preliminares nos seis meses encerrados em 30 de junho.
Levando isso em consideração, a firma Capital Economics revisou para baixo sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da China para 2023, passando de 5,5% para 5,0%.
Essa tendência provavelmente se aprofundará nos próximos meses, a menos que medidas de estímulo significativas sejam implementadas.
Nas palavras de Ray Dalio, a China está confrontada com o desafio de realizar um processo de desalavancagem econômica bem-sucedido, tentando evitar uma recessão de balanço como a ocorrida no Japão na década de 1990.
Os juros abriram em leve queda em toda a curva em relação ao fechamento anterior, na contramão dos rendimentos dos Treasuries — que renovaram máximas ontem (17) — e estabilidade do dólar no mercado à vista.
Confira a abertura dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,44% | 12,44% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,53% | 10,55% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,09% | 10,13% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,28% | 10,32% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,60% | 10,63% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,82% | 10,84% |
O dólar abre a R$ 4,9820 no mercado à vista. A moeda americana tem leve alta de 0,01% em relação ao fechamento da quinta-feira (17).
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,24%, aos 116.965 pontos.
Em dia de agenda local mais esvaziada, o índice acompanha a cautela do exterior ainda com China no radar e dados mais fracos na Europa.
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Tim (TIMS3).
TIMS3: [Entrada] 15.06; [Alvo parcial] R$ 15.33; [Alvo] R$ 15.75; [Stop] R$ 14.60
Recomendo a entrada na operação em R$ 15.06, um alvo parcial em R$ 15.33 e o alvo principal em R$ 15.75, objetivando ganhos de 4.6%.
O stop deve ser colocado em R$ 14.60, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
Após notícias envolvendo o nome de Elon Musk, o mercado de criptomoedas distanciou-se ainda mais das chances de um dia tranquilo nesta sexta-feira (18). O bitcoin (BTC) amarga quedas de 7,29% nas últimas 24 horas.
A maior moeda digital do mundo estende as perdas para 9,99% no acumulado de sete dias, negociada a US$ 26.429,88 pela manhã.
A queda fez com que a capitalização de mercado do BTC caísse abaixo da marca de US$ 500 bilhões pela primeira vez desde 16 de junho, atingindo mínimas que não eram vistas desde 20 de junho.
Com isso, o bitcoin registrou o maior aumento na volatilidade implícita em um único dia em 2023, segundo o analista de criptomoedas Will Clemente.
A Argentina vai manter congelado o preço dos combustíveis até 31 de outubro.
O anúncio foi feito na noite de quinta-feira pelo ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa.
Coincidência ou não, o congelamento dos preços terminará pouco mais de uma semana depois das eleições presidenciais argentinas.
Massa será o candidato governista à presidência do país vizinho.
Os índices futuros de Nova York amanheceram no vermelho nesta sexta-feira.
Wall Street dá continuidade às perdas dos últimos dias diante da perspectiva de juros mais altos por mais tempo nos Estados Unidos.
Hoje, os prêmios dos títulos da dívida pública norte-americana recuam um pouco depois de terem atingido níveis vistos pela última vez durante a crise do crédito subprime em 2007.
Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h09:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta sexta-feira.
Os investidores iniciaram a sessão de olho nos desdobramentos da crise no setor imobiliário da China.
A desaceleração da inflação na zona do euro atenuou um pouco a queda nos índices, mas foi insuficiente para zerar as perdas.
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h18:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira.
Preocupações com o setor imobiliário na China voltaram aos holofotes.
Os temores locais somam-se à perspectiva de juros altos por mais tempo nos EUA.
Veja como fecharam as principais bolsas de valores da Ásia hoje.
A inflação na zona do euro desacelerou na velocidade esperada em julho.
O índice de preço ao consumidor da união monetária passou de 5,5% em junho para 5,3% no mês passado.
Na leitura mensal, o índice mostrou deflação de 0,1% na zona do euro em julho.
O Ibovespa estendeu as perdas pelo 13º pregão consecutivo. O índice fechou em queda de 0,53% no pregão da última quinta-feira (17) , aos 114.982 pontos.
Enquanto isso, no mercado de câmbio, o dólar à vista fechou a R$ 4,9814, em queda de 0,10%.
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira