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O FII MGHT11 calcula um impacto negativo de R$ 0,11 centavos após conceder um desconto de 40% para a Selina Brazil Hospitalidade
Manter os imóveis do portfólio locados e pagar dividendos atraentes são dois itens essenciais para o sucesso de um fundo imobiliário. No caso do Mogno Hotéis (MGHT11), esses dois objetivos entraram em conflito e provocam uma queda nas cotas do FII nesta quarta-feira (11).
O fundo informou ontem que concedeu um desconto de 40% para sua locatária Selina Brazil Hospitalidade. Com isso, o haverá um impacto negativo de R$ 0,11 centavos por cota.
Vale relembrar que o MGHT11 distribuiu dividendos de R$ 0,60 por cota no mês passado e fechou agosto com uma reserva de distribuição de R$0,5545 por cota.
Mas, com a notícia e ainda sem detalhes sobre qual será o impacto do desconto no pagamento de proventos deste mês, o fundo abriu o pregão em forte queda. Por volta das 11h04, as cotas operavam com um recuo de 4,16%, a R$ 55,25 — confira a nossa cobertura completa de mercados.
Segundo o comunicado enviado ao mercado, o desconto foi calculado sobre o valor base reajustado do contrato com a Selina, que ocupa um imóvel do FII localizado em São Paulo.
A empresa pagará um aluguel de R$ 210,6 mil — ante R$ 351,1 mil pré-desconto — ao fundo por um período de seis meses que se encerrará em fevereiro de 2024.
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É importante destacar que, segundo o último relatório gerencial do fundo, o portfólio do Mogno Hotéis é todo formado por imóveis e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) locados ou ligados à empresa em questão.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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