Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

ENTREVISTA EXCLUSIVA

A BR Partners (BRBI11) já ajudou CVC (CVCB3) e Marisa (AMAR3) a evitarem o fundo do poço — mas, se nada mudar nos juros, mais empresas podem se juntar à lista

O banco de médio porte está confortável em sua posição e aposta no seu braço de reestruturação para dar solidez ao balanço em tempos turbulentos na bolsa

Jasmine Olga
Jasmine Olga
17 de abril de 2023
6:03 - atualizado às 18:36
BR Partners
BR Partners -

Entra ano e sai ano, a B3 segue sendo palco para o nascimento de heróis, vilões e arcos de corrupção e de redenção, muitas vezes dando inveja à criatividade de muito roteirista de primeira linha por aí. E o BR Partners (BRBI11) desponta como um improvável personagem-chave do enredo da bolsa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fotografia de apenas um dia de negociações no mercado financeiro pode nos mostrar pouco, mas em um ano nos daria uma narrativa digna das melhores histórias em quadrinhos. Nesse horizonte mais longo, o banco quer se destacar como um aliado importante das empresas em apuros — em uma dinâmica à Batman e Robin. 

Se nos últimos tempos a narrativa foi dominada pelos efeitos da pandemia e a briga dos bancos centrais para controlar o dragão da inflação, 2023 parece ter mudado o foco dos investidores de volta para as empresas — mas não por uma boa razão. 

No exterior, o problema maior parece estar concentrado no setor financeiro: os problemas do Credit Suisse e de diversos bancos médios americanos ganharam manchetes e espalharam pânico nos mercados. 

Já no Brasil, a notícia de que a Lojas Americanas (AMER3), uma das maiores varejistas do país, enfrentava um rombo bilionário, surpreendeu a todos já em janeiro. A história se desenrolou rapidamente e, em poucas semanas, os erros contábeis levaram a empresa ao temido reino da recuperação judicial. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto há quem diga que as dificuldades do sistema bancário americano eram uma tragédia anunciada, a volta do fantasma da RJ ao território brasileiro foi uma indesejada surpresa — e parece ter lembrado a todos que, em tempos de juros altos e renda estrangulada, mais companhias estão suscetíveis a problemas financeiros cada vez maiores. 

Leia Também

A lista das endividadas logo começou a ganhar a luz do dia: na bolsa, Light (LIGT3), CVC (CVCB3), Oi (OIBR3) e Marisa (AMAR3) foram só algumas das companhias que ganharam manchetes; fora dela, Grupo Petrópolis, Amaro e Tok&Stok são exemplos notáveis. 

Mas, anexada ao rol das devedoras, vem o BR Partners (BRPI11) e sua tentativa de ser o parceiro perfeito. Em seu cinto de utilidades, uma gama completa de ferramentas — e muitas delas podem ser utilizadas para evitar que uma empresa caia nas garras de uma eventual recuperação judicial. 

Fundado em 2009, o banco independente de investimentos é especializado em transações de fusões e aquisições, mercado de capitais, tesouraria, derivativos, investimentos e reestruturação financeira. E, só em 2022, já foi responsável por dois projetos badalados de reestruturação de dívidas — o da Marisa e o da CVC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E em conversa com o Seu Dinheiro, José Flávio Ferreira Ramos, CEO do banco de investimentos BR Partners, e Vinícius Carmona, diretor de relações com investidores, apontam que, se as coisas não mudarem no cenário macroeconômico, mais nomes podem se juntar a essa lista. 

  • Imposto de Renda sem complicações: não passe perrengue na hora de declarar o seu IR em 2023. Baixe de forma GRATUITA o guia completo que Seu Dinheiro preparou com todas as orientações que você precisa para fazer sua declaração à Receita sozinho. [É SÓ CLICAR AQUI]

Reestruturação: por ora, a nova galinha dos ovos de ouro

A instituição divide a sua estrutura em quatro pilares de negócio — Investment Banking (com assessoria para fusões e aquisições, captação de recursos, parcerias estratégicas e reestruturações societárias), Mercado de Capitais (captação de recursos por meio da estruturação e distribuição de serviços financeiros), Treasuries Sales & Structuring (consultoria no oferecimento de operações de câmbio, commodities ou juros) e Investimentos (com a gestão de recursos próprios e de terceiros, com foco em investimentos em empresas de pequeno e médio porte de até US$ 100 milhões). 

E, enquanto os ventos do mercado de capitais seguem contrários, o setor de reestruturações tem se mostrado providencial para manter o balanço de riscos e a geração de receitas equilibradas. Apesar de não ser exatamente uma novidade, essa área se consolidou ao longo de 2022 — o primeiro ano completo em que atuou como um setor independente dentro da empresa. 

Segundo José Flávio Ferreira Ramos, CEO do banco de investimentos BR Partners, a constituição do setor surgiu de uma necessidade de resiliência da companhia: era preciso alguma atividade capaz de atravessar os altos e baixos do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também contou pontos a boa capacidade de barganha nas negociações, já que, ao contrário de outros bancos que também atuam no segmento, o BR Partners não é — e nem pretende ser — uma instituição de crédito. 

Com bom trânsito entre banqueiros e executivos, a companhia aposta em sua independência para garantir um bom acordo para todas as partes envolvidas no processo. 

E, assim, mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador, o banco de investimentos tem o melhor cronograma de operações da sua história, com mais de 50 potenciais transações que abrangem todos os nichos do grupo. 

O cinto de utilidades do BR Partners

Agora que você já sabe a importância do braço de reestruturação para o BR Partners, podemos dar um passo atrás. Ao contrário do que muitos podem imaginar, um processo de reestruturação não necessariamente indica uma recuperação judicial – pelo contrário. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O objetivo é afastar da melhor forma possível a necessidade de uma RJ. A equipe atua otimizando ativos existentes, estudando melhorias na estrutura de capital e no fluxo de caixa, e até mesmo as melhores ferramentas de captação de recursos. 

Para Ramos, muitas vezes o empresário brasileiro demora a entender o tamanho do problema que tem em mãos. “O empresário no nosso país, por natureza, tem que ser otimista, né? Porque para enfrentar tanta barreira, tanto imposto, tanta regra trabalhista para ser um empreendedor, o cara tem que ser um super-herói”, diz ele, em entrevista ao Seu Dinheiro.

Como fiel escudeiro das empresas, a missão do BR Partners, muitas das vezes, é ser o detentor das más notícias — como ser obrigado a passar a mensagem de que “se você não se mover agora, corre o risco de quebrar”. 

O CEO do banco aponta que o processo de reestruturação se baseia, então, em traçar um plano para que os empresários não deem de cara no poste. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso da CVC, o executivo aponta que foi um “deal à jato”, fazendo referência à facilidade do acordo com os debenturistas da empresa. Aqui, o objetivo era dar fôlego para que a companhia pudesse seguir com a sua operação sem sustos ou riscos de caixa. 

Já no caso da Marisa, os executivos deram poucos detalhes sobre a operação — uma vez que o processo de análise ainda se encontra nos estágios iniciais do processo. 

Um futuro nebuloso

A lista de empresas varejistas com problemas de caixa não deve parar por aí e, apesar de o banco ter uma postura cautelosa com relação ao governo Lula, o CEO do banco de investimentos BR Partners parece concordar com o presidente em um ponto: o atual patamar da Selic pode se tornar um problemão.

“Não podemos mais viver dois ou três anos com as taxas de juros no nível em que estão. Mas, obviamente, o Banco Central não pode reduzir isso de uma maneira forçada ou não racional, porque isso voltará ao que ocorreu no governo Dilma — a inflação sobe e você tem que subir a Selic muito mais”, aponta Ramos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora o diagnóstico atual seja de que os problemas estão restritos aos setores mais sensíveis ao custo alto de dívida e redução do poder de compra das famílias — como varejo de bens duráveis e educação —, os executivos do banco não descartam um problema maior no futuro. 

Para Vinícius Carmona, diretor de RI do BR Partners, se a Selic se mantiver em 13,75% ao ano em 2023 ou ficar por muito mais tempo acima da casa dos dois dígitos, os desafios podem, de fato, se tornar sistêmicos. 

“Ainda não é, mas estamos no caminho. Se você pegar o indicador Dívida/Ebitda das empresas desde junho de 2022, dá para ver que ele passou de 2x. Saiu de 1,5x e estamos indo rumo aos 3x, mesmo patamar de 2015. Se você tiver um custo de dívida que é de quase 20%, isso vai pegar todos os setores”. 

O BR Partners (BRBI11) e o seu ponto fraco

Nas histórias em quadrinhos, os sidekicks tradicionalmente acabam tendo uma característica específica de fraqueza. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o balanço blindado para lidar com eventuais mudanças de direção do mercado e um alinhamento de riscos conservador, a pulga atrás da orelha dos investidores é com relação ao patamar atual das ações do banco de investimentos. 

Desde a sua oferta inicial de ações, realizada em junho de 2021, os papéis BRBI11 acumulam perdas na casa dos 35% — desempenho bem pior do que o registrado pelo IFNC, o índice financeiro da B3. 

Mas, se os resultados trimestrais mostram avanço e crescimento, porque as ações não respondem em igual medida?

Como qualquer movimento do mercado financeiro, a explicação costuma ser multifatorial, mas até mesmo Vinicius Carmona, diretor de relações com investidores, aponta uma fraqueza inegável: a baixa liquidez dos papéis. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar da forte queda do IPO para cá, Carmona afirma que o perfil dos investidores não mudou desde a abertura de capital — gestoras com foco no longo prazo. De acordo com o executivo, das 29 assets que embarcaram na oferta, 14 (com as posições mais relevantes) se mantiveram no quadro de acionistas, e outras 20 entraram. 

Com os juros altos e os resgates obrigando diversos gestores a se desfazerem de ativos, muitos foram obrigados a desmontar posições estratégicas – o que não parece ter sido o caso daqueles que investem no BR Partners. 

Se, por um lado, o impacto disso significa que o mercado de fato acredita na tese de crescimento da companhia, por outro acaba afetando a liquidez dos papéis, reduzindo o volume de negociações e aumentando a dificuldade de manutenção do mercado secundário. 

Para resolver o problema, uma nova oferta de ações pode ganhar a luz do dia. Mas a empresa não tem pressa, e as mudanças só devem vir em um momento de maior clareza — com juros mais baixos, retomada de IPOs e maior apetite por risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

ANOTE NA AGENDA

Depois de sobreviver à guerra e acumular 3% de alta, Ibovespa dá de cara com dados de emprego na semana

28 de março de 2026 - 12:35

Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso

COMMODITIES, CARRY E ELEIÇÃO

Real barato e petróleo no radar: por que o Bank of America aposta no Brasil contra o México

28 de março de 2026 - 11:32

Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio

O PRÊMIO DE CADA SHOPPING

Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTI11) ou Allos (ALOS3)? Bradesco BBI diz qual é a ‘favorita’ em receita, escala e consistência

27 de março de 2026 - 18:15

Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel

FII EXPERIENCE 2026

‘O jogo dos FIIs mudou completamente’: Luiz Augusto, sócio fundador da TRX, conta a estratégia da gestora para crescer na nova fase do mercado

27 de março de 2026 - 14:12

O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos

DINHEIRO NA CONTA

Renda extra vai pingar: B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio — até quando investir para ter direito?

27 de março de 2026 - 13:11

Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta

VEJA DETALHES DO BALANÇO

Azul (AZUL53) tem prejuízo 330% maior em 2025 e projeta ‘voo eficiente’ para este ano

27 de março de 2026 - 12:57

Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números

FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

OS DESTAQUES DA SEMANA

Após ‘cumprir profecia’, Eneva (ENEV3) lidera os ganhos do Ibovespa, enquanto Minerva (BEEF3) é ação com pior desempenho na semana

21 de março de 2026 - 16:00

Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim

CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia