O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O ouro é considerado abrigo em momentos de crise e incerteza — que é exatamente o que a economia global está vivendo neste momento —, mas há mais por trás da recomendação do banco norte-americano
O ouro é usado como moeda de troca desde pelo menos 1500 a.C. Por ser um metal nobre limitado na natureza, é especialmente valioso. Nos tempos modernos, tornou-se símbolo de proteção contra crises financeiras e investimento seguro em diversos cenários.
Considerado uma commodity, ele é globalmente aceito como reserva de valor, negociável entre países e conversível em diferentes moedas. Dada essa importância histórica e funcional, o ouro pode se tornar ainda mais interessante no momento atual.
Pelo menos é isso o que pensa o Morgan Stanley. O banco norte-americano acredita que diante do aumento da taxa de juros real, a compra do ouro pode ser uma oportunidade no médio prazo.
"Assim como as ações, que continuaram a ignorar as implicações negativas do aumento das taxas reais, o ouro — que se move inversamente às taxas reais e, por sua vez, ao dólar —, permaneceu extremamente resiliente", disse Lisa Shalett, chefe diretora de investimentos do Morgan Stanley Wealth Management, em relatório.
Recentemente, os investidores assistiram à disparada dos juros projetados pelos títulos de dívida do governo norte-americano, que chegaram às máximas em mais de uma década.
Esse avanço — que tem ligação com fatores conjunturais, em meio às incertezas globais sobre os rumos da atividade econômica, da inflação e, por consequência, da taxa de juros — pesou sobre o ouro.
Leia Também
O metal precioso tende a ter um desempenho mais fraco quando as taxas de juros mais elevadas impulsionam os rendimentos de portos seguros rivais, como os títulos de dívida dos EUA.
Nesta terça-feira (29), no entanto, os yields dos Treasuries de 10 anos se afastaram das máximas atingidas na semana passada, apoiando o ouro.
"A resiliência do ouro pode estar ligada à visão de que o aumento das taxas é temporário e puramente técnico", disse Shalett.
Outra teoria do Morgan Stanley é que o ouro está "se mantendo como uma moeda alternativa em um momento no qual o dólar é vulnerável à desvalorização causada pela inflação".
"Em relação à perspectiva intermediária, somos compradores de ouro devido à fraqueza ou queda nas taxas", diz o banco em relatório.
SEU DINHEIRO EXPLICA — Dá para pagar uma faculdade de medicina com o Tesouro Educa+? Fizemos as contas para você!
Tudo. Depois que o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, deixou a porta aberta para mais aumentos de juros na semana passada, em Jackson Hole, os investidores estão apostando na manutenção da taxa entre 5,25% e 5,50% ao ano na reunião de setembro, de acordo com a ferramenta do CME FedWatch.
Enquanto a reunião de 20 de setembro não chega, o mercado se posiciona para uma série de dados econômicos dos EUA que podem firmar ou reduzir essas apostas. Hoje, por exemplo, o relatório Jolts mostrou uma desaceleração do número de vagas abertas no país em julho.
Em meio às incertezas sobre o que o Fed pode fazer daqui para frente, os futuros do ouro avançam, rondando US$ 1.931 por onça-troy. Já o SPDR Gold Trust, o maior fundo negociado em bolsa lastreado em ouro do mundo, sobe quase 1%.
*Com informações do MarketWatch
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores