O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ações do Itaú e do Bradesco também são beneficiadas por relatório do BofA sobre os bancões privados brasileiros, disseram analistas
As ações de Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) figuram entre as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (29). O principal motivo é uma mudança na abordagem do governo federal em relação ao juro sobre capital próprio (JCP), uma forma alternativa aos dividendos de remunerar os acionistas.
Em vez de simplesmente extinguir esse mecanismo de remuneração dos sócios, o Ministério da Fazenda pretende alterar a tributação do JCP no projeto de Orçamento de 2024, segundo reportagem do Estadão.
O JCP foi criado em meio ao lançamento do Plano Real, em meados dos anos 1990, com a intenção de compensar a correção monetária sobre os balanços.
O instrumento permite que uma parte da distribuição de lucros aos acionistas na forma de JCP seja lançada no balanço como despesa, o que reduz o imposto de renda efetivamente pago pelas empresas que recorrem ao mecanismo.
A expectativa de manutenção do JCP compõe o pacote de medidas do governo com vistas a aumentar a arrecadação e impulsiona as ações do trio nesta quarta-feira.
No início da tarde, ITUB4, BBDC4 e SANB11 marcavam altas que oscilavam entre 1,5% e 2%.
Leia Também
Um relatório do Bank of America (BofA) sobre o setor bancário brasileiro também ajuda as ações dos bancões nesta terça-feira.
É fato que os bancões privados brasileiros têm vivido momentos distintos em 2023. Enquanto o Itaú vem apresentando lucro e rentabilidade acima das estimativas dos analistas, índices elevados de inadimplência deixaram o Bradesco e o Santander Brasil para trás nos últimos trimestres.
Na visão do Bank of America (BofA), porém, a tendência de aumento dos lucros dos grandes bancos privados brasileiros pode estar prestes a mudar.
Os analistas consideram que não será o Itaú, mas sim o Bradesco e o Santander que puxarão para cima os lucros do setor bancário no ano que vem.
Não houve nenhuma mudança brusca nos fundamentos.
Os lucros do Itaú vêm crescendo mais que o de seus concorrentes principais desde o segundo semestre de 2022.
A expansão dos lucros de Bradesco e Santander partirá de uma base de comparação baixa, o que provavelmente colocará a lucratividade em linha com o custo de capital próprio dos bancos.
Também por isso, os analistas do BofA mantiveram suas recomendações para o trio, embora tenham elevado a expectativa de valorização de ITUB4 e BBDC4 nos próximos 12 meses.
O BofA mantém recomendação neutra para as ações do Itaú e do Bradesco e de venda para as do Santander.
Em relação ao preço-alvo dessas ações, o bancão norte-americano elevou a expectativa de BBDC4 de R$ 18 para R$ 19, com perspectiva de valorização de 25% até o fim de 2024, e aumentou a de ITUB4 de R$ 31 para R$ 33, esperando uma alta de 21% no mesmo período em relação aos preços de fechamento de ontem.
Apenas o Santander não se beneficiou em nada da revisão. Além de manter a recomendação de venda, o BofA manteve o preço-alvo de SANB11 em R$ 27 no fim de 2024, o que representa uma expectativa de valorização de apenas 1%.
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais