O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Conselho de administração da Méliuz (CASH3) aprovou o pagamento de R$ 210 milhões aos acionistas, mas operação precisa ser aprovada em assembleia
Uma das bolas cantadas do ano para os investidores com foco em dividendos acabou de se confirmar. Isso porque o conselho de administração da Méliuz (CASH3) aprovou a restituição de R$ 210 milhões aos acionistas.
O valor se refere à venda do Bankly para o Banco Votorantim. O anúncio da operação aconteceu no início do ano e recebeu o aval do Banco Central no mês passado.
Todo esse dinheiro vai parar no caixa da Méliuz, que já havia sinalizado a intenção de distribuir esse dinheiro aos acionistas. Agora, o conselho de administração da empresa de cashback aprovou oficialmente a operação. Nas contas da XP, o valor equivale a um dividendo extraordinário de 34%.
O pagamento deve ocorrer após a conclusão do negócio, o que deve ocorrer até o final de novembro, de acordo com a companhia.
Mas vale ponderar que uma eventual distribuição de dividendos também depende da aprovação dos acionistas. E recentemente uma operação com características semelhantes proposta pelo GetNinjas (NINJ3) foi barrada em assembleia.
A expectativa de conclusão da venda do Bankly já vem mexendo com as ações da Méliuz (CASH3), que acumulam alta de quase 12% desde que o BC autorizou o negócio.
Leia Também
Ainda assim, o ano está longe de ser dos melhores para a Méliuz. Mesmo com a valorização recente, os papéis da companhia acumulam uma perda de quase 40% desde janeiro.
Como se não bastasse, as ações da companhia deixaram o Ibovespa em setembro deste ano. Ou seja, os papéis perderam boa parte da visibilidade agora que estão fora do principal índice de ações da B3.
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação