O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente norte-americano chama antecessor de mentiroso e perdedor em um dos discursos considerados mais duros de sua gestão
Há um ano o mundo olhava com atenção para uma crise democrática nos Estados Unidos. Agora, a preocupação é outra, com a taxa de juros norte-americana no radar dos investidores, mas nem por isso as questões políticas foram deixadas de lado.
Em discurso duro e considerado um dos melhores desde a vitória nas eleições de novembro de 2020, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, relembrou a invasão do Capitólio — prédio em Washington que abriga o Congresso norte-americano — e acusou seu antecessor, Donald Trump, de ser uma ameaça à democracia.
"Para dizer o óbvio, há um ano, neste local sagrado, a democracia foi atacada. A nossa constituição enfrentou a sua maior ameaça", disse Biden na abertura do discurso, acrescentando que quem salvou o Estado de direito foi a polícia e que "nós, o povo, aguentamos e prevalecemos".
Para a pesquisadora sênior do Atlantic Council, Emma Ashford, o discurso mais duro de Biden tenta reverter a frustração da comunidade externa com a resposta aos eventos no Capitólio.
“Os Estados Unidos devem primeiro fortalecer sua capacidade de proteger a democracia em casa antes de tentar promovê-la no exterior”, afirmou.
Para o presidente e fundador do Eurasia Group, Iam Bremmer, as coisas voltaram aos eixos nos Estados Unidos desde a invasão do prédio do Congresso, em 6 de janeiro de 2021. “Desde então, a política dos Estados Unidos tem funcionado conforme o esperado - e temido”, afirmou.
Leia Também
O atual chefe da Casa Branca não mencionou o nome de Trump em nenhum momento do discurso, mas falou de um ex-presidente derrotado, mentiroso e perdedor.
Biden afirmou que o republicano contou três mentiras: que o dia da eleição não representou a vontade dos norte-americanos, mas, sim o dia da invasão; que os resultados das eleições de 2020 não eram confiáveis; e que quem invadiu o prédio do Congresso era patriota.
Ao listar todos os atos dos invasores em 6 de janeiro de 2021, Biden disse que o então presidente dos Estados Unidos "não fez nada durante horas enquanto o Capitólio estava cercado".
"Nós vimos com os nossos próprios olhos, ameaçaram a vida da presidente da Câmara dos Deputados, [Nancy Pelosi], queriam enforcar o vice-presidente dos Estados Unidos, [Mike Pence]", afirmou Biden.
Embora banido do Twitter, Trump reagiu à fala de Biden logo após o discurso e divulgou um comunicado em que acusa o presidente norte-americano de "tentar dividir ainda mais os Estados Unidos".
"Todo esse teatro político é apenas uma distração para o fato de Biden ter falhado completa e totalmente", afirmou Trump na nota.
O republicano acabou desmarcando um pronunciamento que faria nesta quinta-feira (6) em Mar-a-Lago, onde tem um resort luxuoso. A expectativa agora é de que ele faça um discurso que inclua a invasão do Capitólio no dia 15 de janeiro, no Arizona.
No dia 6 de janeiro de 2021, o mundo assistiu perplexo a cenas de caos. Seguidores de Trump invadiram a sede do Congresso dos Estados Unidos para tentar reverter a derrota do republicano nas urnas.
A invasão ocorreu após um discurso de Trump convocando seus apoiadores a contestarem o resultado do pleito de novembro de 2020 no mesmo momento em que os legisladores se preparavam para confirmar Biden como o novo presidente norte-americano.
O que se viu na sequência foram cenas de vandalismo no Capitólio, que resultaram em cinco mortos, entre eles, um policial. Desde então, mais de 700 pessoas já foram presas e indiciadas pelo ataque.
"O ex-presidente estava em dúvida de que iria vencer e construiu essa mentira por meses. Não era baseado em fatos. Ele queria uma desculpa para cobrir a verdade. Ele não é um ex-presidente, ele é um ex-presidente derrotado. Não há nenhuma prova de que os resultados estavam errados", disse Biden.
O trabalho do presidente Lula foi aprovado por 46%, contra 45% em março, e desaprovado por 49% dos entrevistados, ante 51%
Neste 19 de abril, lideranças reforçam a pressão por avanços na regularização territorial dos povos originários
Os dois políticos polarizam a disputa também no primeiro turno, ainda sem serem ameaçados por outros pré-candidatos
O presidente e Flávio Bolsonaro também são os pré-candidatos mais conhecidos pelos eleitores
Em evento do BBI, gestores afirmam que cenário global predomina e eleições ficaram no segundo plano
O prazo vale também para quem pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez ou alterar o local de votação
Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira