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Os anúncios mais recentes incluem o deputado federal André Janones (Avante), que abriu mão da candidatura própria para reforçar o apoio ao petista, e o Podemos, que fechou com a senadora Simone Tebet (MDB)
Antes de competir pelo Planalto, os principais nomes da eleição disputam o apoio de outras legendas na tentativa de chegar em outubro com mais chances de vitória. Nessa corrida, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu formar o maior bloco partidário quando comparado ao presidente Jair Bolsonaro (PL).
Além do PT, Lula tem apoio de sete siglas. Já o Bolsonaro tem a segunda maior aliança, com o PL e mais dois partidos.
O número de partidos na coligação é importante porque se traduz em maior tempo de propaganda e fundo eleitoral à disposição do candidato e também assegura capilaridade da busca por votos nos Estados.
A candidatura de Lula terá o apoio do PSB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, PCdoB e PV. Juntas, as legendas elegeram 130 deputados federais, 12 senadores e oito governadores em 2018.
A bancada na Câmara é o principal critério para a divisão do tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, o que significa que Lula terá mais exposição midiática que seus concorrentes.
Os números são uma projeção com base nos critérios adotados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A divulgação da divisão do tempo será feita oficialmente pela Justiça Eleitoral no dia 12 de agosto.
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O ex-presidente também deve ter o apoio de um nono partido, o PROS, mas um acordo depende do desfecho de uma disputa judicial que envolve duas alas da legenda que travam uma queda de braço pelo comando partidário. O partido elegeu oito deputados federais e um senador em 2018.
A campanha de Lula tenta evitar o clima de "já ganhou", mas também não esconde o desejo de atrair voto útil de outras candidaturas para ganhar já no primeiro turno.
De acordo com o deputado e presidente do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, conhecido como Paulinho da Força, a recente negociação de Lula com o PROS e o Avante "aumenta e muito a [possibilidade de a] eleição terminar no primeiro turno".
No entanto, a cúpula petista evita subestimar a capacidade eleitoral de Bolsonaro de diminuir a vantagem e levar a disputa para o segundo turno.
O partido inclusive já chegou a contratar pesquisas para saber o impacto eleitoral do aumento do Auxílio Brasil para R$ 600 e outros benefícios sociais articulados pelo governo e que começam a ser pagos em agosto.
O Podemos decidiu na quinta-feira (04) que vai apoiar a candidata do MDB à presidência, Simone Tebet.
O partido vai se somar à aliança que também já conta com PSDB e Cidadania, que indicaram a senadora tucana Mara Gabrilli (SP) para ser candidata a vice.
Inicialmente a sigla pretendia lançar o ex-juiz Sérgio Moro como candidato a presidente, mas ele trocou o partido pelo União Brasil e hoje é candidato ao Senado pelo Paraná.
A definição pelo apoio ao MDB aconteceu após a legenda avaliar várias alternativas. O Podemos convidou o senador Alvaro Dias (PR) para concorrer ao Palácio do Planalto, mas ele recusou e preferiu tentar a reeleição.
O partido foi convidado para indicar a vice da candidata do União Brasil, Soraya Thronicke, e também estudava adotar neutralidade na disputa presidencial, mas preferiu optar pela aliança com o MDB.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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