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Em entrevista ao Financial Times, Lula afirmou que pretende nomear um político — não necessariamente um economista — para dirigir a economia
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende nomear um político — não necessariamente um economista — para dirigir a economia brasileira caso vença as eleições de outubro.
A afirmação foi feita por Lula numa entrevista concedida ao jornal britânico Financial Times.
A ideia do ex-presidente é escalar um "político habilidoso assessorado por um grupo de experts".
Caso isso se confirme, será uma escolha nos moldes da indicação de Antonio Palocci a ministro da Fazenda em seu primeiro mandato.
Mas quem pode ser o “dono do cofre” em um eventual terceiro governo Lula? Nesta reportagem nós trazemos os nomes dos políticos próximos ao ex-presidente que vêm falando sobre economia e, portanto, estão entre os cotados a ocupar a cadeira de ministro da Economia.
Desde que decidiu sair candidato, um grupo de economistas trabalha sob a batuta de Aloizio Mercadante na formulação das diretrizes econômicas de um eventual governo Lula.
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O ex-presidente não menciona publicamente nenhum nome específico. Segundo assessores e pessoas próximas, o ex-presidente pretende falar em nomes para um futuro ministério se vencer as eleições.
“O primeiro desafio é o de vencer as eleições, e só então compor ministério”, resumiu um economista ligado ao PT.
Entretanto, ao afirmar que escolherá um político, e não necessariamente um economista, Lula estreita consideravelmente a lista de possíveis candidatos em caso de vitória.
Não se descarta a possibilidade de, no âmbito de uma coalizão, algum político de fora do Partido dos Trabalhadores (PT) ser chamado para a Fazenda no caso de vitória de Lula. Entretanto, nenhum nome de fora do partido é ventilado no momento.
Em conversas com fontes de diferentes correntes do PT, o Seu Dinheiro chegou a uma lista com cinco políticos com experiência em gestão econômica e planejamento que preenchem o critério definido por Lula na entrevista do Financial Times.
Quadro histórico do partido, Aloízio Mercadante já foi deputado federal e senador por São Paulo. Concorreu como vice na chapa encabeçada por Lula em 1994 e foi o candidato do PT ao governo paulista em 2006.
No governo Dilma Rousseff, atuou como ministro da Educação e também da Ciência, Tecnologia e Inovação. Era o chefe da Casa-Civil quando eclodiu a Operação Lava Jato. Viu sua posição enfraquecida por denúncia posteriormente arquivada de que teria tentando usar seu capital político para evitar a cassação do senador Delcídio Amaral e conseguir sua libertação.
Formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Ciências Econômicas pela Unicamp, Aloizio Mercadante é o atual presidente da Fundação Perseu Abramo, braço acadêmico do PT e cujo colegiado é responsável por traçar propostas para Lula no campo econômico.
Embora dezenas de economistas participem das reuniões, o protagonismo de Mercadante o coloca como candidato natural ao posto. Em contrapartida, vale lembrar que o ex-senador em nenhum momento teve cargos no governo quando Lula foi presidente.
Atual governador da Bahia, Rui Costa é formado em Economia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Eleito governador em 2014 e reeleito em 2018, Costa sucedeu Jacques Wagner, de quem foi secretário da Casa Civil e de Relações Institucionais.
É visto como um político pragmático e moderado em questões econômicas.
Teria também o apoio de José Dirceu.
Funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, Wellington Dias é egresso de uma família piauiense tradicional vinculada à antiga Arena, partido formado para abrigar os quadros políticos favoráveis à ditadura civil-militar (1964-1985).
Especializado em políticas públicas e filiado ao PT desde 1985, Dias foi vereador em Teresina e deputado estadual no Piauí antes de eleger-se deputado federal e senador.
Tornou-se governador do Piauí em 2014, sendo reeleito em 2018.
Como governador, estabeleceu uma lei própria de teto de gastos. “O Estado só pode realizar reajuste da folha de pagamento, por exemplo, se atingir uma meta de investimento”, disse ele em entrevista à Exame.
Atualmente, busca uma cadeira no Senado pelo PT.
Formado em Medicina pela Universidade de Campinas (Unicamp) e especializado em Infectologia pela Universidade de São Paulo (USP), Alexandre Padilha é o atual vice-presidente nacional do PT.
Filiado ao PT desde os 17 anos, Padilha foi responsável pela coordenação das campanhas do ex-presidente Lula em 1989 e 1994.
No governo Dilma Rousseff, Padilha foi ministro da Saúde e o principal responsável pela implantação do Programa Mais Médicos. Pesa a seu favor o período em que chefiou a coordenação política do governo Lula.
Doutor em Economia pela USP, Ênio Verri tem 61 anos e encontra-se atualmente em seu segundo mandato como deputado federal pelo Paraná.
Depois de ter sido chefe de gabinete do Ministério do Planejamento sob Paulo Bernardo, atuou como secretário de Planejamento durante a maior parte do último mandato de Roberto Requião como governador paranaense.
Atual vice-líder do PT na Câmara dos Deputados, Ênio Verri ocupou a liderança da bancada do partido em 2020.
Considera-se que Verri corra por fora à Fazenda, uma vez que aliados de Lula têm especulado sobre a recriação do Ministério do Planejamento, colocado sob o guarda-chuva do Ministério da Economia durante o governo Jair Bolsonaro.
Pelo critério de “político habilidoso”, o economista Guido Mantega, por exemplo, seria uma carta fora do baralho. Ele serviu sob Lula e Dilma Rousseff, tornando-se o mais longevo ministro da Fazenda da história. Esteve por trás da formulação e da execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Em entrevistas recentes, o ex-presidente manifestou em mais de uma ocasião a intenção de, caso seja eleito, reunir os 27 governadores logo depois da posse para discutir projetos de infraestrutura essenciais a cada Estado.
Embora não tenha usado o termo, economistas ligados ao PT entendem o comentário como uma versão turbinada do antigo PAC, iniciado no segundo mandato de Lula sob a batuta de Mantega. O ex-ministro é um homem da confiança de Lula, mas ele mesmo se colocou fora do baralho em entrevista recente.
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