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REAJUSTE VEM AÍ

Lula pode assumir ganhando mais: Câmara aprova salário maior para presidente, vice, deputados, senadores e ministros

A aprovação do PDL ocorreu após um imbróglio para o reajustes dos servidores públicos — ao longo do ano, diversas categorias pressionaram o governo Bolsonaro por aumento

Lula de terno azul, com as mãos na boca
Luiz Inácio Lula da Silva - Imagem: Ricardo Stuckert

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode assumir o cargo ganhando mais — ainda que isso não estivesse nos planos do presidente eleito. A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (2) Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para reajustar os salários do presidente da República, do vice, de deputados, de senadores e de ministros de Estado.

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Para valer, no entanto, o texto segue para votação do Senado e, se aprovado, de se tornar lei, sem a necessidade de sanção presidencial.

Pela proposta, os salários passam a R$ 39.293,32 a partir de 1º de janeiro de 2023. Em 1° de abril de 2023, o valor dos contracheques passarão para R$ 41.650,92. O texto também determina que as remunerações subirão para R$ 44.008,52 em 1° de fevereiro de 2024 e para R$ 46.366,19 em 1º de fevereiro de 2025.

O projeto também determina que deputados e senadores receberão ajuda de custo equivalente ao valor do subsídio no início e no final do mandato. O relatório também estimou um impacto nas contas públicas de R$ 107,4 milhões em 2023, R$ 23 milhões em 2024, R$ 22,8 milhões em 2025 e de R$ 25 milhões em 2026.

Antes de Lula, servidores fizeram pressão

A aprovação do PDL ocorreu após um imbróglio para o reajustes dos servidores públicos ao longo de 2022. Ao longo do ano, diversas categorias do funcionalismo pressionaram o governo Jair Bolsonaro por aumentos salariais. Os servidores do Banco Central, por exemplo, entraram em greve.

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A mobilização de servidores ocorreu após Bolsonaro prometer reajustes salariais apenas para carreiras policiais, sua base eleitoral. Tamanha a revolta das demais categorias, que o governo voltou atrás, prometeu um reajuste linear de 5% para todos, mas desistiu até dessa proposta.

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