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A rejeição a Lula saiu de 48% para 49%, enquanto a de Flávio Bolsonaro variou de 50% para 48%

A disputa eleitoral para ocupar a cadeira da presidência está cada vez mais acirrada. Segundo a pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada na manhã desta segunda-feira (24), Luiz Inácio Lula da SIlva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) seguem empatados num eventual segundo turno.
Porém, agora, os dois candidatos são separados por um ponto percentual. Enquanto o presidente conta com 46% das intenções de voto, o senador aparece com 45%. Na semana anterior, Lula tinha 47% e o filho de Jair Bolsonaro, 44%.
Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo, eles já estavam tecnicamente empatados anteriormente.
Neste cenário, nenhum/branco/nulo somariam 8% e 1% estaria indeciso ou não respondeu.
Apesar do empate, os dois candidatos seguem sendo os mais repudiados. A rejeição a Lula saiu de 48% para 49%, enquanto a de Flávio Bolsonaro variou de 50% para 48%. O potencial de voto de Lula permaneceu em 50% e o de Flávio Bolsonaro variou de 48% para 47%.
A pesquisa foi realizada por telefone com 2006 eleitores maiores de 16 anos entre sexta-feira (21) e este domingo (23) nos 26 estados e no Distrito Federal. O índice de confiança é de 95%.
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A pesquisa BTG Pactual/Nexus manteve outros três cenários com embates do presidente e os ex-governadores e pré-candidatos Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), além de Renan Santos (Missão).
Contra Caiado, Lula teria vantagem de 46% a 42%, ante vantagem de 45% a 42% na semana passada e também em empate técnico. Em um segundo turno contra o ex-governador mineiro, Lula teria 47% a 40%, acima da margem de erro, ante 46% a 41% na pesquisa anterior.
Se o adversário fosse Renan Santos, o presidente venceria por 47% a 35%, ante 47% a 36% no levantamento anterior.
A décima pesquisa BTG Pactual/Nexus trouxe ainda dois cenários de primeiro turno: um principal, com 12 postulantes à Presidência; e outro com a inclusão de Pablo Marçal como candidato do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB).
A presença de Marçal na disputa ainda está indefinida, já que o coach obteve na Justiça sua refiliação, mas segue inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) e proibido de fazer campanha pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No cenário principal de primeiro turno, sem Marçal, Lula lidera com 41%, mesmo porcentual do levantamento de 17 de agosto. Ele é seguido por Flávio Bolsonaro, que obteve 37%, ante 36%.
Distantes, estão Caiado, que permaneceu com 5%, Renan Santos, que saiu de 4% para 3%, e Zema, que foi de 4% da pesquisa passada para 3% na desta segunda-feira.
Augusto Cury (Avante) variou de 1% para 2% e Samara Martins (UP) permaneceu com 1%. Rui Costa Pimenta (PCO), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi Júnior (Democrata) ficaram com 0%.
O total de brancos, nulos e dos que não votariam em nenhum dos nomes apresentados ficou em 5% e os indecisos ou que não opinaram variaram de 2% para 3%.
No cenário com Marçal, Lula tem 40%, Flávio Bolsonaro, 34%, Caiado 5% e o coach aparece com 4%. Marçal supera Renan Santos, que tem 3%, seguido por Zema e Augusto Cury, ambos com 2%. Samara Martins, Rui Costa Pimenta e Clariana Barão aparecem com 1%.
Para 80% dos que mencionaram algum candidato, a decisão de voto está tomada e não mudará, recorde na série iniciada em março, ante 78% há uma semana. Outros 19%, ante 20% de 17 de agosto, poderão mudar e 1% não souberam ou não responderam.
Na pesquisa espontânea, Lula manteve 38% de intenções de voto e Flávio Bolsonaro variou de 29% para 31%. Renan Santos variou de 3% para 2%, Caiado permaneceu em 2% e Zema saiu de 1% para 2%.
Outros candidatos foram lembrados por um total de 4%. Nesse quarto levantamento do mês de agosto, 15% não souberam responder ou não opinaram na pesquisa espontânea, ante 17% no levantamento passado, e o total de brancos, nulos e os que não votariam em nenhum nome foi de 6%.
Vale lembrar que a pesquisa espontânea costuma expressar com mais precisão as escolhas dos eleitores, uma vez que também não aparecem sugestões nas urnas eleitorais.
*Com informações do Money Times.
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