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RESUMO DO DIA: Suspenso do Twitter desde 24 de fevereiro deste ano por violar políticas da rede, o ex-presidente norte-americano, Donald Trump, usou seu próprio aplicativo — o Truth Social — para manifestar apoio a Bolsonaro. —
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira (08), que avalia ir ao funeral da rainha Elizabeth II, mas avisou que sua agenda de campanha pode impedir a viagem.
“De acordo com o protocolo, a gente decide o que fazer. Eu, particularmente, estou em campanha, andando pelo Brasil, vamos analisar se é o caso de ir ou não. Seriam dois dias na nossa agenda. Mas, caso não seja possível, nós vamos mandar uma comitiva nossa para lá”, declarou Bolsonaro, durante sabatina do jornal Correio Braziliense.
Caso Bolsonaro não compareça, o governo enviaria uma comitiva para representá-lo no Reino Unido.
A rainha morreu aos 96 anos, após 70 anos no trono, no reinado mais longevo da história do Reino Unido. O rei Charles III assumiu nesta quinta-feira (08) o posto.
A candidatura do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PMB-RJ) ao governo do Estado foi impugnada por unanimidade nesta quinta-feira (08) pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).
A justificativa é de que a sentença concedida a ele durante seu impeachment, em abril de 2021, ainda não foi completamente cumprida. Foram sete votos a zero a favor da impugnação da campanha.
O jurista Cristiano Vilela, que entrou com a petição do caso no mês anterior, disse a punição da cassação de Witzel o impede de exercer qualquer cargo público, caracterizando o seu status de inelegibilidade.
“Ele havia ingressado lá atrás com medidas judiciais tentando reverter a sentença, mas não houve até o momento da candidatura nenhuma suspensão dos efeitos da cassação, então a cassação ainda vale”, explicou Vilela.
Quem entrou na Justiça originalmente com a ação foi o deputado estadual Renan Ferreirinha (PSD-RJ). Witzel ainda poderá recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). (Estadão Conteúdo)
A candidata pelo MDB à presidência, Simone Tebet, afirmou nesta quinta-feira (08), em Dourados (MS), que a comida precisa chegar mais rápido e mais barata na mesa dos brasileiros.
Após se reunir com lideranças políticas locais e empresários na Associação Comercial de Dourados, a presidenciável disse que para que isso aconteça é necessária uma frente de parcerias público-privadas para que “saia do papel todo o projeto de logística no Brasil”.
“O governo precisa de uma ampla frente de PPP e um projeto de logística do Brasil com ferrovias e estradas, como a duplicação da BR-163”, disse, lembrando ainda da necessidade em dar celeridade no processo de construção da Ferroeste, que ligará Mato Grosso do Sul ao Porto de Paranaguá, no Paraná. (Agência Brasil)
Os presidenciáveis se manifestaram sobre a morte da rainha Elizabeth II nesta quinta-feira (08) nas redes sociais. Veja o que cada um dos principais candidatos ao Palácio do Planalto falou.
O presidente Jair Bolsonaro (PL), que decretou luto de três dias no Brasil, disse que ela foi um “exemplo de liderança” e seguirá inspirando o Brasil e o mundo inteiro.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que, quando governava o País, Brasil e Reino Unido tiveram excelentes relações diplomáticas, políticas e comerciais. Junto à mensagem, o petista publicou fotos ao lado da rainha e lembrou a visita de Estado que fez ao governo britânico em 2006.
A Rainha Elizabeth II testemunhou e participou dos grandes eventos e processos históricos dos últimos 80 anos. Marcou era como Chefe de Estado, reinando em convivência com primeiros-ministros de diferentes linhas ideológicas.
?: @ricardostuckert pic.twitter.com/XUgYDD3528
— Lula (@LulaOficial) September 8, 2022
Ciro Gomes (PDT) disse que Elizabeth II foi uma mulher que foi um símbolo de superação e de sacrifício pessoal.
Com a morte da Rainha Elizabeth II se fecha um ciclo da monarquia britânica e se abrem as portas da história para uma mulher que foi um símbolo de superação, sacrifício pessoal e devotamento à causa de uma nação. Que ela descanse, merecidamente, em paz. pic.twitter.com/kKqpKLntDj
— Ciro Gomes (@cirogomes) September 8, 2022
Em uma série de mensagens, Simone Tebet (MDB) reforçou a rainha como o símbolo de liderança feminina e da convivência respeitosa entre as instituições do Estado.
A rainha Elizabeth II é exemplo de liderança feminina que, ao longo de décadas, serviu como ponto de equilíbrio de uma nação poderosa como o Reino Unido. Modelo de estabilidade, de convivência respeitosa entre instituições de Estado. Sua vida, seus atos, sua trajetória servem +
— Simone Tebet (@simonetebetbr) September 8, 2022
Em edição extra do Diário Oficial da União, o presidente Jair Bolsonaro declarou luto oficial de três dias no país pela morte de Elizabeth II.
Bolsonaro comentou o falecimento em uma postagem nas redes sociais. Veja abaixo:
"Quando a vida parece difícil, os corajosos não se deitam e aceitam a derrota; em vez disso, estão ainda mais determinados a lutar por um futuro melhor"
– Com tais palavras, Rainha Elizabeth II mostra por que não foi apenas a Rainha dos britânicos, mas uma rainha para todos nós.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 8, 2022
Dona do mais longo reinado na história do Reino Unido, a monarca faleceu nesta quinta-feira (8, aos 96 anos.
A causa da morte ainda não foi oficialmente revelada. Ela será sucedida pelo seu primogênito, Charles, de 73 anos.
Márcio França (PSB) e Marcos Pontes (PL) empatam na margem de erro e dividem a liderança da corrida ao Senado em São Paulo, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (08).
O ex-governador tem 25% das intenções de voto, caindo 4 pontos porcentuais (pp) em relação ao levantamento do mês passado. Já o astronauta e ex-ministro avançou de 12% em agosto, para 23%.
França é apoiado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto Pontes tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Confira dos demais postulantes à vaga ao Senado por São Paulo:
Os demais candidatos não passaram de 1% das intenções de voto. Bancos e nulos somam 19% e indecisos, 17%.
A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 2 e 5 de setembro A margem de erro é de 2 pontos.
Os eleitores terão um tempo extra para conferir o voto na urna eletrônica. O objetivo é estimular a verificação do voto e impedir uma confirmação equivocada.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pela primeira vez, a urna eletrônica liberará a confirmação do voto — no botão verde “confirma” — após 1 segundo do preenchimento completo dos números dos candidatos para cada cargo.
“A cada uma das cinco confirmações de voto, a urna emitirá um som breve. Ao fim, depois da escolha do candidato a presidente, o aparelho emitirá o clássico som, mas por um período mais longo”, explicou, em comunicado, o tribunal.
O primeiro turno das eleições gerais será realizado no dia 2 de outubro e um eventual segundo turno ocorre no dia 30 do mesmo mês. Serão escolhidos candidatos para cinco cargos.
Confira a ordem de votação deste ano:
Em seu portal, o TSE disponibiliza um simulador de votação da urna eletrônica para as eleições deste ano, já com o tempo a mais para a confirmação do voto. (Agência Brasil)
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acaba de declarar apoio à campanha presidencial de Jair Bolsonaro (PL).
Suspenso do Twitter desde 24 de fevereiro deste ano por violar políticas da rede, Trump usou seu próprio aplicativo para dar apoio a Bolsonaro, o Truth Social.
“O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, o “Trump tropical”, como ele mesmo diz, está fazendo um grande trabalho para a população brasileira”, afirma Trump na mensagem.
O ex-presidente norte-americano também lembrou que ambos perseguiram políticas equivalente como corte de impostos, renegociações comerciais e o fortalecimento de medidas de combate às drogas para “colocar os caras maus na cadeia”.
“O presidente Bolsonaro ama o Brasil mais do que qualquer coisa. Ele é um homem maravilhoso e tem meu completo e total apoio”, diz outro trecho da mensagem.
???? AGORA: Donald Trump declara apoio a Jair Bolsonaro.
Em postagem nas redes sociais, o ex-presidente dos Estados Unidos disse que o brasileiro fez um "ótimo trabalho" e o chamou de "Trump Tropical". pic.twitter.com/WQk4As3Qcw
— Eixo Político (@eixopolitico) September 8, 2022
Acompanhe a sessão solene de comemoração aos 200 anos da independência:
O presidente da República Jair Bolsonaro cancelou a visita em uma sessão solene do Congresso Nacional em comemoração aos 200 anos da independência. A notícia foi anunciada mais cedo pelos canais oficiais do Senado Federal.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, cancelou sua vinda à sessão solene do Congresso Nacional de hoje em comemoração ao Bicentenário da Independência.
— Senado Federal (@SenadoFederal) September 8, 2022
Devem participar da mesa o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo, e o primeiro-secretário da Mesa do Congresso Nacional, deputado Luciano Bivar.
Além deles, devem estar presentes no Plenário ex-presidentes da República e chefes de Estado estrangeiros. Já confirmaram presença as comitivas de Cabo Verde, Guiné Bissau e Moçambique. Todos, assim como o Brasil, são ex-colônias portuguesas, mas só tiveram a independência reconhecida um século e meio depois, na década de 1970.
*Com informações da Agência Senado
Uma das redes sociais mais usadas na campanha dos candidatos, o Twitter se tornou um verdadeiro celeiro de alfinetadas após o 7 de setembro.
Começando pelo candidato à frente nas pesquisas, o ex-presidente Lula usou a rede para criticar o uso político do ato para campanha eleitoral. O antigo chefe do Planalto ainda aproveitou para escrever sobre sua agenda do dia.
Bom dia. Hoje estarei em Nova Iguaçu para um ato com o povo da Baixada Fluminense, com @MarceloFreixo e @AndreCeciliano. Com o povo nas regiões ignoradas pelo atual governo. #BrasilDaEsperança
— Lula (@LulaOficial) September 8, 2022
Já o então presidente Jair Bolsonaro preferiu destacar os feitos do seu mandato e fazer memes com as reações das frase dita no dia anterior.
– ESPÍRITO SANTO / BRASIL: Na semana do bicentenário da independência do Brasil, estamos mais uma vez fazendo história. Hoje, assinamos o contrato de desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo, passando para o prIvado, pela primeira vez, a operação de um porto federal. pic.twitter.com/VU9zbuRnBi
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 8, 2022
Durante o ato, o presidente puxou o coro de “imbrochável” para os ouvintes, o que gerou reações da imprensa e nas redes sociais.
– Obrigado?! pic.twitter.com/lBjjhFKPst
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 8, 2022
Já no dia da independência, o candidato Ciro Gomes preferiu não entrar na bola dividida entre Lula e Bolsonaro e fez um pronunciamento protocolar no Twitter.
Brasileiros e brasileiras, vamos comemorar o que nos une, o verde amarelo nos pertence. Deus é grande e vai cobrir de bênçãos nossa nação para outros tantos 200 anos – agora sem fome, sem miséria, sem injustiça e sem presidente ladrão e corrupto, como o que temos e o que tivemos.
— Ciro Gomes (@cirogomes) September 8, 2022
Por fim, a candidata Simone Tebet criticou o cartaz que atacava a jornalista Vera Magalhães, exposto em um guindaste no local.
O ataque do presidente à jornalista @veramagalhaes, durante o debate na Band, inflamou seus apoiadores, que a perseguem incansavelmente. Mais uma vez, uma mulher sendo alvo de Bolsonaro. Minha solidariedade a você, Vera! É preciso trocar de presidente. https://t.co/bkZumyR3i9
— Simone Tebet (@simonetebetbr) September 7, 2022
Confira as agendas dos candidatos à Presidência da República nesta quinta-feira (8):

Lula (PT): participa do ato Todos Juntos pelo Rio, na Via Light, em Nova Iguaçu (RJ), às 17h.
Jair Bolsonaro (PL): tem atividades de campanha em Brasília.
Ciro Gomes (PDT): o candidato participa de uma caminhada no mercado de São José do Rio Preto (SP) às 10h.
Simone Tebet (MDB): a candidata participa de uma caminhada às 9h30 em Dourados (MS). No período da tarde, ela estará em Araraquara (SP). Na cidade Paulista visitará uma maternidade e fará caminhada pelo comércio.
Soraya Thronicke (União): não divulgou sua agenda.
Felipe D’Ávila (Novo): tem compromissos em São Paulo (SP). Visita o Instituto Singularidades, em Bela Vista, às 09h30, e a Inteli.edu, no bairro Butantã, às 11h30.
Léo Péricles (UP): não divulgou sua agenda.
Sofia Manzano (PCB): não divulgou sua agenda.
Vera Lucia (PSTU): concede entrevista ao jornal Correio Braziliense, às 11h. À tarde participa de atividades com o Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, às 15h (online), e com estudantes da Unicamp, em Campinas (SP), às 17h.
Padre Kelmon (PTB): não divulgou sua agenda.
Constituinte Eymael (DC): não divulgou sua agenda.
*Com informações da Agência Brasil
Enquanto os analistas esperavam que as comemorações do 7 de setembro fossem abalar as ruas do país — com riscos de atentados e confusões de todos os tipos e tamanhos —, o saldo foi majoritariamente morno.
A maioria dos candidatos preferiu se manifestar pelas redes sociais, enquanto o presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição, foi às ruas. Oponentes entendem que se tratou do uso de um ato cívico para a realização de campanha política e pedem contramedidas do TSE.
Mas o clima frio de São Paulo e previsão de chuvas em boa parte das principais capitais esfriou as tão esperadas manifestações. Em Brasília, o presidente repetiu o discurso de “bem contra o mal” para animar as bases.
No fim das contas, o que importa será o efeito do 7 de setembro nas pesquisas eleitorais.
O brilho de Bolsonaro ofuscou os demais candidatos e isso pode se refletir em uma preferência pelo atual presidente nas próximas pesquisas de intenção de voto?
O tempo dirá.
A mais recente pesquisa eleitoral publicada pela Genial/Quaest da última quarta-feira (07) mostra que os candidatos à frente da corrida pela cadeira do Planalto seguem com vantagem — mas estagnados em suas respectivas posições.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança das intenções de voto, com 44%.
A diferença para o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que tem 34%, é de 10 pontos percentuais. Em relação à última pesquisa, Bolsonaro oscilou positivamente 2 pontos percentuais, porém dentro da margem de erro.
Confira como pontuaram os principais candidatos:
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