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Decisão — que acontece quando o caso envolvendo o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, pega fogo — desagrada parte dos aliados do presidente; entenda
O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou no domingo (27) o nome do general da reserva Walter Braga Netto (PL) como seu vice na chapa que disputará a reeleição deste ano.
Embora a escolha de Braga Netto já fosse dada como certa nos bastidores, integrantes do PP, do PL e do Republicanos vinham pressionando para que Bolsonaro optasse por Tereza Cristina (PP), ex-ministra da Agricultura.
"Pretendo anunciar nos próximos dias o general Braga Netto como vice", disse Bolsonaro no programa 4x4, exibido no YouTube.
Ainda que a declaração não seja uma surpresa total, não foi combinada e tenta também mudar o foco do noticiário sobre o caso do gabinete paralelo envolvendo o Ministério da Educação (MEC).
Com base em pesquisas, o comitê de reeleição acreditava que a escolha de uma mulher, com trânsito no agronegócio, ajudaria Bolsonaro a voltar a crescer nas pesquisas.
Além disso, o nome de Tereza Cristina contribuiria para reduzir a rejeição do público feminino à reeleição do presidente.
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Agora, segundo aliados de Bolsonaro, se a economia não melhorar no segundo semestre, dificilmente o presidente vai voltar a crescer nas pesquisas, ficando estacionado na casa dos 30%.
Bolsonaro pode, de acordo com sua equipe, passar para o segundo turno, mas nesse cenário, com um vice general e a economia ruim, não ganha na etapa decisiva da eleição.
Apesar de tudo isso, Bolsonaro deve manter a escolha de Braga Netto — muito influenciado pela preocupação com o poder dado ao centrão.
Na visão do presidente, a escolha de um vice que integrasse os partidos do centrão alimenta chances de uma tentativa de golpe seis meses depois de um eventual novo mandato.
Apesar de evitarem críticas públicas à escolha de Bolsonaro, correligionários avaliam que o militar dificulta a missão de ampliar o eleitorado bolsonarista e reforça a imagem radical do presidente.
Além de mitigar uma possível tentativa de golpe do centrão, Bolsonaro insiste na escolha de Braga Netto porque ele é um dos aliados mais fieis do presidente.
Foi Braga Netto que ajudou Bolsonaro a consolidar o apoio da cúpula das forças armadas. Além disso, nos momentos de tensão, ele nunca se opôs às ameaças golpistas de Bolsonato ou do uso do exército para pressionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o sistema de voto eletrônico.
Além de ter sido ministro da Defesa, Braga Netto ocupou a chefia da Casa Civil — o ministério que tem a missão de coordenar a atuação de todas as outras pastas.
O vice-presidente Hamilton Mourão disse não estar chateado por ter sido preterido ao posto neste ano, e que Braga Netto foi uma escolha menos por agregar votos à chapa e mais porque o "presidente gosta do trabalho dele".
"Não me sinto chateado, o presidente, ele tem o livre arbítrio de escolher quem ele acha mais apropriado pro projeto de reeleição dele. E o Braga Netto vai agregar aquilo que ele acha que necessita", disse Mourão a jornalistas.
Questionado se a presença do general da reserva na chapa traria votos de militares, Mourão disse que, neste eleitorado, Bolsonaro já tem uma base estabelecida.
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