O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além do potencial de lucratividade, o Inter também desfruta de uma combinação única de crédito diversificado e fluxos de receita, grande base de depósitos e ampla posição de capital
As ações do Nubank voltaram a ser notícia depois da disparada de quase 30% no mês. Mas para os analistas do Itaú BBA, outro banco digital tem potencial de alta maior na bolsa.
Tanto que o banco reiterou nesta segunda-feira (12) a recomendação de compra dos papéis do Inter. Para as ações INTR, negociadas nos EUA, o preço-alvo é de US$ 8 — o que representa um potencial de valorização de 95% com relação ao fechamento de sexta-feira (09).
Já para os BDRs INBR32, o potencial de valorização é ainda maior, de 111%, com base em um preço-alvo de R$ 45.
Por volta de 13h12, as ações INTR subiam 5,83%, cotadas a US$ 4,35 em Nova York. Já na B3, os BDRs avançavam 4,04%, a R$ 22,16.
Alguns fatores explicam o favoritismo do Inter em relação ao Nubank: combinação única de crédito diversificado e fluxos de receita, grande base de depósitos e ampla posição de capital são alguns deles, na visão do Itaú BBA.
A expectativa do Itaú BBA é que os resultados do terceiro trimestre do Inter sejam os últimos em torno do ponto de equilíbrio antes de se transformarem em lucros.
Leia Também
Segundo o banco, o Inter está puxando importantes alavancas de receita e custo para voltar a dar resultados mais sólidos, provar o modelo de negócios e autofinanciar o crescimento futuro.
No segundo trimestre, o Inter já havia conseguido registrar lucro, de R$ 15,5 milhões — revertendo um prejuízo de R$ 30,4 milhões no mesmo período do ano anterior.
As projeções do Itaú BBA indicam que o banco digital tenha um lucro líquido de R$ 400 milhões em 2023.
“Interações recentes da administração sugerem que o Inter está testando elasticidades em receitas e custos. A ideia é continuar crescendo, mas também mostrar que clientes e produtos podem trazer lucros”, diz o Itaú BBA em relatório.
Um desafio para todos os bancos digitais tem sido monetizar e crescer por meio de produtos de crédito limpo, mas sem ver a inadimplência aumentar.
Até nisso, o Inter leva vantagem. Segundo o Itaú BBA, a inadimplência dos cartões do banco cresceu, mas é menor do que a de outros players que têm clientes recentes ou, principalmente, de “mercado aberto”.
A inadimplência de cartões do Inter subiu 300 pontos-base em termos anuais, para 8% no segundo trimestre, com uma carteira de cerca de R$ 6 bilhões.
O Banco Pan, por exemplo, tem uma carteira de cartões de crédito de cerca R$ 4 bilhões e 15% de inadimplência estimada pelos analistas.
As métricas absolutas de inadimplência do Nubank não são exatamente comparáveis, na visão do Itaú BBA, mas mostram uma deterioração semelhante de cerca de 300 pontos-base em termos anuais, para 5,4%.
“Assim, à medida que a tempestade perfeita se desenrola para a inadimplência do cartão de crédito, o Inter está se saindo relativamente bem”, diz o Itaú BBA.
O banco atribui essa performance ao lançamento mais seletivo de cartões de crédito, melhor perfil de clientes e ecossistema completo de serviços financeiros do Inter.
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos