O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após 13 anos de espera, o segundo filme da saga criada por James Cameron — diretor de Titanic — tem tudo para ser o campeão de bilheteria do ano
A saga que chocou o mundo com novas tecnologias, computação gráfica e a introdução do 3D nos telões ganhou uma continuação. Avatar: O Caminho da Água chega aos cinemas de todo o mundo nesta quinta-feira (15).
Após 13 anos de espera, o segundo filme da saga criada por James Cameron — diretor de Titanic — tem tudo para ser o campeão de bilheteria do ano.
Segundo as expectativas, o novo longa-metragem deve arrecadar cerca de US$ 525 milhões somente na estreia, sendo US$ 175 milhões somente nos EUA.
Caso as projeções se confirmem, o novo Avatar será o terceiro maior lançamento nas bilheterias norte-americanas em 2022, atrás apenas de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que atingiu a marca de US$ 187 milhões em maio, e de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, que conquistou cerca de US$ 181 milhões em novembro. Os dados são da consultoria e análise de dados Comscore.
Vale lembrar que o primeiro filme de Avatar, lançado em 2009, permanece no posto de maior bilheteria da história, com uma arrecadação de quase US$ 3 bilhões. O longa-metragem foi exibido nos cinemas por 234 dias.
E, a exemplo do Avatar de 2009, o plano é que a nova produção fique em cartaz até meados de fevereiro. Além disso, com a expectativa de repetir o feito, a produtora apostou nas exibições 3D: cerca de 56% dos assentos dos cinemas dos EUA foram reservados para esse modelo de exibição no primeiro final de semana de lançamento.
Leia Também
Confira o trailer oficial do filme:
Como costuma ocorrer nos filmes de James Cameron, Avatar: o Caminho da Água teve custos astronômicos de produção.
Com um pouco mais de três horas de duração, o filme já garantiu um lugar como um dos mais caros da indústria do cinema. O longa-metragem custou cerca entre US$ 350 milhões e US$ 400 milhões. Contudo, o orçamento inicial era de US$ 250 milhões.
O gasto foi quase o dobro do “Avatar” de 2009, que custou US$ 237 milhões na época e que também foi marcado pelo orçamento elástico.
A continuação do maior sucesso de bilheteria da história é uma das produções mais aguardadas. O retorno a Pandora — local onde se desenvolve a narrativa — era anunciado há muito tempo, marcado por reviravoltas, adiamentos e troca de estúdios.
A princípio, quatro longas, ou seja, Avatar 2, 3, 4 e 5 seriam produzidos ao mesmo tempo. Nesse meio tempo, a Fox — estúdio que produziu o primeiro filme — foi comprada pela Disney e o futuro da saga foi colocado em xeque.
Contudo, no início de 2017, oito anos depois do lançamento de Avatar, o projeto “ressurgiu”. E assim, os dois anos seguintes foram utilizados para testes de gravação e roupas de captura de performance debaixo d’água.
Sendo assim, a filmagem começou, de fato, em 2019. Mas, um ano depois foi novamente interrompida em razão da pandemia de covid-19.
O segundo filme da saga Avatar mal chegou aos cinemas e os próximos já estão previstos. Segundo a revista americana Variety, as sequências da franquia devem ser lançadas até 2028:
*Com informações de CNBC e The Economic Times
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano